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Enquanto aqui no Brasil algumas pessoas com tempo e criatividade de sobra se fazem passar por “celebridades” como Victor Fasano e Oscar Magrini no Twitter, lá fora alguns astros da telinha realmente usam a rede social para contar um pouco sobre o seu dia-a-dia e os bastidores das produções das quais fazem parte. O TV Squad fez uma lista com dez personalidades de televisão que valem a pena ser seguidas, mas a maioria é desconhecida por aqui. Porém, dois atores de Heroes usam o viciante site para manter os fãs (ainda tem?) a par do que rola com a série. Para quem curte, é uma boa pedida. Para quem não curte, pode ser uma oportunidade de saber do cancelamento antes de todo mundo.
Greg Grunberg: O Matt Parkman de Heroes (ou piloto de Lost, como preferirem) utiliza a ferramenta para comentar assuntos triviais, mas também comenta a série e manda fotos dos bastidores de Heroes. Segundo o pessoal do TV Squad, ele é super solícito e costuma responder às mensagens que os fãs mandam via twitter.
Brea Grant - E já que estamos falando de Heroes, a Nemesis da série é uma hard user do twitter. A moça passa o dia conectada, trocando idéias com os amigos e falando sobre as gravações da série. E, assim como Grunberg, também costuma postar fotos exclusivas dos bastidores.
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Chega o final do ano e é sempre a mesma coisa: todos os blogs, sites, jornais e emissoras de televisão fazem as suas retrospectivas para lembrar o que o ano teve de melhor - e de pior. Não poderíamos deixar de homenagear por aqui aquelas pessoas e acontecimentos que fizeram de 2008 um ano especial. E amanhã estaremos entregando o troféu abacaxi para os piores do ano, não percam!
Melhor participação em 30 Rock: Oprah Winfrey como… ela mesma?
Melhor série renascida das cinzas: Prison Break, que todos davam como morta, e retornou com uma quarta temporada excelente
Melhor segunda temporada: Californication
Melhor série nacional: Alice
Melhor personagem: Sheldon Cooper, de The Big Bang Theory
Melhor notícia do ano: O fim da greve dos roteiristas
Melhor vídeo: Nathan Fillion no PG Porn
Melhor remake: Life on Mars
Melhor mentira: Jack e Karen vão ganhar spin-off
Melhor estréia: True Blood Leia o resto deste Post »
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Antes de mais nada, quero pedir mil desculpas a todos os nossos leitores e amigos pela falta de regularidade nos posts do blog. Todo final de ano é a mesma coisa: sobra trabalho e festinhas, mas falta tempo. Prometo que em breve vou conseguir me organizar e isso aqui vai voltar a bombar, ok? Dito isto, ainda estou meio atrasada com algumas séries devido à viagem (o show da Madonna estava demais, aliás!), mas já vou colocando alguns comentários em dia.
Dexter “Do you take Dexter Morgan?” - O comentarista oficial de Dexter anda afastado, mas eu não podia deixar de fazer algumas considerações sobre esta excepcional season finale. Confesso que o início desta temporada me desgostou um pouco, com todo aquele impasse sobre Dexter confiar ou não em Miguel Prado, Rita enjoada no começo da gravidez e outras coisinhas. Mas quando o nosso assassino e o promotor se colocaram em lados opostos (apesar de muito parecidos, fique registrado), a coisa pegou fogo! E depois da morte do ex-melhor amigo do psicopata, que aconteceu surpreendentemente antes do final da temporada, parecia que não tinha muita coisa para acontecer - exceto, claro, o confronto com señor King, que não deu as caras no penúltimo episódio. Felizmente eu estava enganada, e o episódio fechou a temporada com chave de ouro. O diálogo entre Dexter e Ramon Prado foi genial, assim como a maneira como o cara manipulou Laguerta para que o crime de Miguel ficasse para sempre escondido. Me emocionei junto com Deb quando ela finalmente conseguiu o almejado distintivo de detetive, mas fiquei apreensiva quando percebi que já haviam passado 40 minutos do episódio quando Dexter apareceu deitado na cama onde King pretendia matá-lo. Uma cena que poderia render muito acabou sendo rápida, e a resolução superficial demais. Valeu apenas pelo diálogo com o Ghost Harry e uma conclusão que já era óbvia. Dexter tem sentimentos, e já está ligado ao filho que está para chegar (Dexter Jr., segundo o promo exibido ao final do episódio). Mas a gente perdoa: só aquele take da gota de sangue manchando o vestido branco de Rita mostrou que Dexter ainda tem muito a nos oferecer.
Brothers & Sisters “Just a Sliver” - Quando as coisas pareciam meio paradas para o lado dos Walker, vem esse episódio de Ação de Graças para nos lembrar o quanto a trama de Brothers & Sisters pode ser emocionante. O transplante da filhinha de Tommy foi a deixa para o pessoal colocar as picuinhas de lado e se unir em torno das pessoas amadas. Foi interessante ver a reação de Kevin e Justin ao descobrir a identidade do pai de Elizabeth, e Balthazar Getty foi perfeito ao interpretar a confusão de sentimentos de Tommy. Aliás, finalmente Kevin e o irmão parecem realmente ter deixado as desavenças para trás. A cena da ceia no refeitório do hospital foi bacanésima, mas foi outra que me chamou a atenção: quando Kevin vai retirar o rim pedaço do fígado, Nora e Scotty ficam abraçados, vendo-o se afastar na maca. Foi lindo.
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Esse foi só o primeiro JOGO DA SEMANA, afinal nos playoffs é mata-mata. Ficou o gostinho de jogar em cadeia nacional. Por que infernos a Tyra não assistiu o jogo? Desconsideração com os caras…
Houve desconsideração! Não dela pelos Panthers, mas do Cash com ela. A vida de famoso cowboy, rodeado de mulheres e ‘fama’, acaba levando a gastos descontrolados, atitudes descontroladas e sobrou pra Tyra, ela era a primeira na frente do Cash pra ele descarregar. Tomara que esse lance tenha chegado ao fim, por que não tava gostando nada daquele clima América, daqui a pouco o Cash ia flertar com um touro bandido. E sobrou pra Tami e Eric interromperem a comemoração de aniversário (aquele discurso da Tami dizendo que não queria festa, foi uma indireta bem direta) pra resgatar a Tyra lá em Dallas. Julie tão compreensiva cuidando da Gracie. *cute* Leia o resto deste Post »
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Por Leco Faria
Dando continuidade à overdose de One Tree Hill, segue o review dos últimos três episódios exibidos. Confesso que tirando o episódio 11, o seriado me reconquistou e tá valendo novamente a pena acompanhar a sexta temporada. Sem mais delongas, segue:
06 x 10 – Even Fairy Tale Characters Would be Jealous
O evento musical realizado por Peyton para os fuzileiros navais, como seu irmão, foi o pano de fundo desse episódio. Muita música e as coisas acontecendo ao redor. Haley com medo de não lembrar a letra de sua própria música (forçar demais a barra, né? A mulher já saiu de turnê, fez mil shows… poderiam ter inventado outra insegurança pra ela); Nathan em casa, com seu Quentin Imaginário lhe dando conselhos para buscar seus sonhos; Sam insegura com a possibilidade de Brooke adotar um bebê; Milicent puta da vida com a história de Mouth e Gigi (fala sério que eles vivem juntos, dormem juntos e a Milicent ainda é virgem! Ninguém merece, né?).
Além é claro, da lenga-lenga do chato do Lucas: se o Julian é seu ex, vou perder milhões de dólares e não vou mais participar do filme. Tão surreal. Mas eu gostei do episódio. Vai me entender, né?
06 x 11 – We Three (My Echo, My Shadow and Me)
Difícil comentar esse episódio. Aliás, não o encaro nem mesmo como um episódio relevante para a história da série, já que o que vimos nada mais foi do que um sonho de Lucas Scott.
Uma ‘homenagem’ aos filmes da década de 40 e 50 ou ao egocentrismo de Chad Michael Murray?
A história? Nossos personagens conhecidos, com seus mesmos nomes, vivendo na década de 40, em meio à guerra e à corrupção. Esteriotipados até o último fio de cabelo, numa trama, que insisto, achei desinteressante (chata mesmo!).
Se gostei de algo no episódio? Da cena final, nos tempos atuais, depois que Lucas acorda do sonho: Peyton caindo ao chão, sentindo dores.
Só pra constar: como a Peyton sofre, né? Seis temporadas sofrendo tanto!
Aguardemos os acontecimentos.
06 x 12 – You Have Got to be Kidding Me
Algumas vezes me pergunto o que me leva a gostar de determinada série. Vejo episódios como ‘We Three’ e me questiono do motivo de gostar de um universo como OTH. Dae os produtores fazem um episódio como esse ‘You Have Got to be Kidding Me ‘ e eu me lembro de como One Tree Hill pode ser bom.
Emoção na medida num episódio redondinho, com gosto de quero mais.
Peyton possivelmente com câncer; a relação Brooke-Sam; Milicent-Owen; o lindo do Jamie me fazendo rir e narrando o final do episódio de forma tão perfeita.
E é muito legal ver que perguntas não ficam perdidas e aos poucos vão sendo respondidas. Quem atacou a Brooke e o assassino de Quentin, por exemplo. Melhor ainda é ver que as histórias estão entrelaçadas.
E, pra quem como eu, é fã de Dawson’s Creek, a presença do eterno Dawson fazendo uma participação como o possível diretor do filme roteirizado por Lucas.
Episódio perfeito, que me deixou ansioso para que chegue janeiro e termine o hiato de exibição de OTH.
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Steve Martin não foi tão legal quanto as outras participações da temporada, mas valeu um episódio razoável. Gavin Volure poderia ter sido o namorado ideal para Liz. Ficar em casa o tempo todo, comendo e assistindo TV é o paraíso para ela. Ainda mais sem ter que fazer sexo.
Por falar em sexo, muito legal o boneco japonês do Tracy. Serve para enganar loucos suicidas e crianças assassinas e ainda dá pra fazer sexo com ele. Esses japoneses não têm mais nada para inventar.
A história do dinheiro do Kenneth foi muito boba, no mau sentido. Mais uma vez ele teve que correr em câmera lenta para salvar alguém, só que o boneco do Tracy já estava lá. O melhor do episódio foi mesmo o comercial da Sunstream. Inovação. Amanhã. América. Verdadeira aula de publicidade.
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Postado por: Leco Leite em Lost, tags: Spoilers
Olá pessoal, tudo bem?
Estou chegando com as novidades da última semana nos spoilers de LOST. Se você não viu o que surgiu de novo lá no Teorias LOST, fique por dentro agora, aqui no Blog NaTV!
Só pra dar um gostinho, já aviso que duas boas novidades vieram com os produtores Carlton Cuse e Damon Lindelof, em um vídeo do DHARMA Special Access. Para quem não sabe, esse DSA é um “brinde” para quem participou do ARG DHARMA Wants You…
E também já tem um episódio que pode ser o principal da temporada, como “The Constant” foi para a 4ª temporada!
Então vamos logo ao que interessa. É clicar em “Mostrar spoiler“…
mostrar spoiler
- Uma das cenas que foi gravada envolvia Kate, Jack, Sawyer e Hurley. Eles estavam com uma Kombi da DHARMA e Sawyer vestia um macacão da DHARMA!!

- A Othersville está de volta! Isso mesmo, a vila dos Others será um dos sets da próxima temporada. Tudo está reformado e novinho em folha e uma das salas, aquela onde Kate ficou presa com a mesa de bilhar, tem uma placa escrito “Processing Center“, com fotos de recrutas DHARMA e a mais antiga é de 1976!!
- No vídeo do DSA (DHARMA Special Access) dessa semana, Cuse e Lindelof deram algumas informações bem bacana. Enquanto falavam sobre o “Clube do Livro“, eles contaram que Ben vai aparecer lendo o livro “Ulisses“, de James Joyce. Outra coisa que eles mesmo contaram é o título do episódio 507: “316“! É isso mesmo, “316“…
Aproveito e deixo a lista com os títulos dos episódios até agora:
501 - “Because You Left”
502 - “The Lie”
503 - “Jughead”
504 - “The Little Prince”
505 - “This Place is Death”
506 - “The Life and Death of Jeremy Bentham”
507 - “316″
- No final do vídeo do DSA, tivemos uma surpresa: um logo de uma nova estação DHARMA!! Não há ainda qualquer informação sobre o nome dessa estação, mas vamos esperar…

- E para acabar, segundo o TV Guide, a 5ª temporada começa bem forte e será ótima, mas é o sexto episódio que vai surtar nossas mentes. Esse episódio se chama “The Life and Death of Jeremy Bentham“. Então, se você é fã de John Locke, já pode ficar mais ansioso ainda para a próxima temporada!
Ufa, semana muito boa para quem gosta de spoilers!
Fico por aqui, grande abraço e namastê!
Leco Leite
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