Séries, séries e mais séries
Postado por: Gisele Ramos em Entourage, Fringe, Gossip Girl, House, How I Met Your Mother, Prison Break, The Big Bang TheoryComo vocês devem ter percebido, novamente enfrentamos alguns probleminhas técnicos por aqui e vários posts estão atrasados. Inclusive o resultado da promoção Lost, que o nosso amigo Pedro vai apurar assim que puder. O importante é que estamos no ar, e eu não deixei de assistir a todas as séries para comentar por aqui com vocês. Aliás, como têm feito para assistir a tudo, hein? Haja tempo para ver tanta coisa boa que está pintando na nossa telinha, hein? Buenas, vamos aos comentários, nesta semana reduzidos devido à grande quantidade de séries assistidas:
Fringe - O terceiro episódio “The ghost network” não empolgou. A abertura não foi arrebatadora como as anteriores, e o roteiro está enrolado demais - e olha que quem diz isso é uma grande fã de Lost. Aquela história do cara captar os sinais de uma rede de comunicação foi surreal demais, e confesso que quase peguei no sono durante o desenrolar do episódio. O elenco é o ponto alto da série, com exceção da intérprete da agente Olivia, que não convence - mas também não compromete. Fico doida procurando referências a Lost na nova obra de J.J. Abrams, mas o máximo que encontrei foi o carinha que sempre faz papel de muçulmano nas séries, e que interpretou um amigo do Sayid na primeira ou na segunda temporada.
House - “Not cancer” trouxe algumas pequenas mudanças para a estrutura narrativa de House. No começo, não vimos uma, mas várias pessoas passando mal. Só que elas não estavam doentes, e sim morrendo. Em comum, apenas o fato de que todas receberam órgãos do mesmo doador. E a missão de House era descobrir qual era a enfermidade para salvar uma professora de matemática que nem estava doente ainda. Gostei do detetive que foi inserido na história, e da sua dinâmica com House. Gostei também da interação entre o médico e a paciente, que, talvez por ter sido cega, o enxergou muito bem. Não aguento mais a lenga-lenga do Wilson, e olha que esse foi recém o segundo episódio da temporada, hein? Ah, e eu acho que o House tem que arranjar uma namorada nessa temporada.
Gossip Girl - A partir de agora estou cobrando pelas consultas, porque a mãe Dinah aqui previu direitinho que a Duquesa e o enteado estavam de casinho! Em “The Ex-Files” muitos personagens resolveram mostrar seus lados malvados: Blair chantageou a Duquesa e o namorado (agora ex, naturalmente), todo mundo resolveu voltar a zoar a Jenny, a mãe da Serena já tá doida para vestir um chapéu de touro no Bart, Chuck manipulou Serena direitinho, e ela agora se tornou a queen bitch do colégio. Talvez a personagem se torne menos chata, mas quer saber? Achei este o pior episódio da temporada até agora.
Prison Break - Por outro lado, Prison Break está cada vez melhor. Com um clima meio “Armadilha”, meio “Onze homens e um segredo”, os criadores conseguiram renovar completamente a moribunda série. Claro que a gente tem que entrar na realidade da série e não pensar no absurdo de ocultar o som de uma furadeira com um aspirador de pó, mas a cada episódio eu fico mais ansiosa para ver o próximo. Gosto da dinâmica, gosto dos personagens (quando o Mahone ficou tão legal, hein?) e gosto do ritmo. Neste “Safe and Sound”, o cerco está se fechando e a companhia sabe que está sendo perseguida. A partir de agora vai ser muito mais difícil copiar os cartões, e eu tô torcendo por um plano que não dê certo. Só para variar, né?
The Big Bang Theory - Na estréia da segunda temporada da série, Leonard está saindo com Penny, mas a diferença intelectual entre eles é um obstáculo para o relacionamento. Mas, ao invés de fazer deste “The Bad Fish Paradigm” um episódio sobre relacionamentos, Chuck Lorre e companhia resolveram focar no que a série tem de melhor: Sheldon. Para guardar um segredo, o cara faz misérias - e dá um show. Se todo mundo ficasse hilário daquele jeito com Valium no leite quente, eu não ia servir outra coisa aqui em casa. E o que é o “ninho do amor” do amigo, com travesseiro de oncinha e tudo! Hilário! Como já li alguns spoilers, imagino o que essa segunda temporada nos reserva, mas vamos firme… pensando bem, podiam fazer um spin-off do Sheldon, né?
How I Met Your Mother - Uma das estréias mais esperadas por esta que vos escreve, How I Met Your Mother não decepcionou. “Do I know you?” foi um episódio fofinho, com Ted apaixonado, Barney apaixonado, Marshall desempregado, Lilly bancando o cupido e Robin ignorando o que os próximos episódios reservam para ela. Barney lutando contra seus sentimentos rendeu algumas boas risadas, assim como as “notícias” apresentadas por Robin. Só o relacionamento de Ted que eu não sei se vai vingar… não gostar de Star Wars (que ao contrário do que algumas legendas afirmam é “Guerra nas Estrelas” e não “Jornada nas Estrelas”) é realmente uma falha imperdoável.
Entourage - Enquanto Jeremy Piven levava para casa o terceiro Emmy para casa por sua atuação como Ari Gold, a HBO exibia um episódio onde todo o talento do ator estava mais do que visível. “The All Out Fall Out” foi um episódio dedicado ao agente: a alegria juvenil ao ganhar uma Ferrari, a imaturidade ao sair fazendo racha pelas ruas de Los Angeles, a insegurança frente à ameaça do ex-colega. Show de bola! Também teve a Fran Drescher como a mãe de uma aniversariante que ganhou Vince cantando em sua festa, mas quem se importa? O importante é começar, desde já, uma campanha para que Ari ganhe seu spin-off um dia. Quem sabe?
One Tree Hill - Depois o Leco comenta, mas… COMO É BURRA ESSA BROOKE!
Sheldon, além de ser o personagem mais non-sense e engraçado de The Big Bang Theory, agora é ícone fashion dos nerds. Quem diria, hein?
Dia desses estava precisando dar umas boas risadas e resolvi assistir aos primeiros nove episódios de The Big Bang Theory. Não me arrependi: a série é inteligente e engraçada. Leonard e Sheldon, os protagonistas, são hilários (e eu me identifiquei bastante com as neuroses do Sheldon). A vizinha gostosa Penny personifica o americano médio, que se preocupa com a aparência e mais nada, com carisma: apesar de ser a burrinha em uma série nerd, conquista a nossa simpatia. 




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