Arquivo da Categoria “Swingtown”
Que bela porcaria esse “He knows his brother”, o último episódio de Flashpoint. Sei que este comentário está atrasado, por motivos que vocês vão saber até o final deste texto, mas eu não estava perdendo nada, então tá valendo. Juro, se agora tivéssemos outras opções de episódios inéditos, eu largava a série de mão. A magia dos primeiros episódios se perdeu e agora é bomba atrás de bomba.
Mais uma vez a unidade vai lidar com um conflito familiar. Mais uma vez o “agressor” é uma pessoa traumatizada, judiada pela vida. E lá vai aquele monte de agente, com todos os aparatos tecnológicos, atrás de um menino de 18 anos que atirou no braço do pai? Ah, me poupe! Ou venham para o Brasil, onde tem bastante trabalho para vocês. (more…)
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Apesar de ter um tema muito masculino, o episódio da semana de Flashpoint foi mulherzinha até não poder mais. A ex-ranger rosa Amy Jo Johnson brilhou sozinha em “Attention Shoppers”, com direito a cantar a música de encerramento do episódio.
A história seguiu aquele padrão de Flashpoint: uma adolescente, filha de uma bêbada relapsa, é perseguida por meninas de uma gangue e acaba atirando em uma delas, dentro de um shopping. Como sempre, a vilã não é vilã, e as vítimas são as verdadeiras malvadas da história. Será que não dá para ser mais tradicional da próxima vez e usar uma pessoa que seja simplesmente má e ameace verdadeiramente os outros? E outra: porque levaram toda a ação para dentro de um shopping (isso é tããão 24 Horas), quando as maloqueiras poderiam simplesmente ter batido a garota na saída de casa? Parece que a CBS tinha dinheiro sobrando, e resolveu investir em figurantes. Não tem outra explicação. (more…)
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Swingtown - Apesar de ser uma das maiores defensoras da série, tenho que admitir: Swingtown está perdendo o ritmo. Ou será que sou eu que estou perdendo o saco? Não importa. O episódio da semana passada, aquele da gincana entre os vizinhos, foi chato demais. E o desta semana, “Swingus Interruptus”, não foi muito melhor. As tramas que poderiam render foram suprimidas, e o resto é perfumaria.
Os três casais principais foram para uma casa de swing a convite de Brad e Sylvia. Lá, Janet e seu marido vão ver o que rola nas salas privadas, enquanto Tom e Trina ficam só olhando, já que agora seu casamento é fechado. Susan e o maridão resolvem esticar a noite em casa com os swingers, principalmente para salvar o casamento, já que o querido deu uns pegas na colega de trabalho bonitona. (more…)
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Perdoem-me os leitores pela falta de criatividade no título, mas simplesmente não me ocorre outra coisa para descrever Swingtown. A série da CBS pode causar estranhamento no primeiro episódio (acreditem, teve gente que não gostou), mas se revela cada vez mais profunda. A trama mostra de uma forma delicada as mudanças comportamentais que os anos 70 trouxeram, especialmente importantes para nós mulheres. O relacionamento dos três casais protagonistas tem meandros inesperados, e aqueles que parecem mais caretas se tornam os mais equilibrados, e os moderninhos mostram o que têm por trás de seu comportamento liberado: uma enorme insegurança. (more…)
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Se você não viu ainda, corre. Swingtown se supera a cada episódio. O último, “Cabin Fever” (não confundir com Lost), foi divertido demais. E tudo por causa de um brownie de maconha.
Os casais vão passar o final de semana em uma cabana, e Trina resolve batizar os brownies de Janet. A puritana, depois de muito implicar com tudo e todos, fica bem lôca, joga Twister, nada pelada, divide a cama com Trina e Susan e estende a bandeira branca. Ela não vai mais lutar contra as libertinas. E digo mais: é capaz de se juntar a elas! Porque, vamos combinar, já rola um climão entre Susan e o marido de Janet desde o primeiro episódio. E eu quero mais é ver o circo pegar fogo!
Apesar de parecer descompromissado, o episódio mais divertido até agora também foi aquele que nos apresentou os personagens como humanos, que têm sentimentos e inseguranças. A trilha sonora mais uma vez foi soberba. Os coadjuvantes inúteis tiveram menos destaque, e a história fluiu redondinha. Ponto para a CBS, que enfrentou os conservadores americanos e nos brinda com uma série tão bem feita.
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Quem assiste Swingtown em busca de sacanagem vai acabar se decepcionando. Eu sou uma que achei que o lance da troca de casais ia dar muito pano pra manga, mas a verdade é que a série trata é da sociedade americana nos anos 70. O sexo é apenas uma (pequena) parte de um quadro muito mais complexo do que podemos imaginar.
O segundo episódio, “Love will find a way”, começou com um ponto que eu particularmente acho muito curioso: como reage um casal após uma experiência dessa magnitude? É possível falar a respeito, se olhar? E o relacionamento com os novos vizinhos? Bom, essa nova relação delicada é explorada antes mesmo da (ótima) abertura da série, com fatos marcantes do ano de 1976. (more…)
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Fazia tempo que uma série não dividia tantas opiniões entre os blogs de séries. Alguns amaram Swingtown, outros não. Eu jogo no primeiro time: a trama foi um sopro de ar fresco, originalidade e ousadia nos meus dias de maratona One Tree Hill (nada contra, OTH é ótima, só não é muito inovadora). Gostei muito, mesmo.
A série da CBS mostra um casal de 30 e poucos que se muda para uma área mais bacana da cidade, e conhece um grupo que é adepto da troca de casais. O piloto pega leve nas cenas de sexo, drogas e rock n’ roll (afinal, é TV aberta), mas eles estão lá. A trilha sonora é deliciosa, cheia de hits dos anos 70. A reconstituição da época é perfeita.
E a sacanagem não será o único tema da série. Alguns mistérios já se anunciam, como a vizinha dos Miller e sua filha. Um romance entra a filha adolescente do casal e o professor (ui, adoro isso) também está por vir. Dramas, mistérios, rala e rola… tem tudo para ser um sucesso. Ou não, já que os nossos colegas telespectadores americanos são um pouco caretas e devem rejeitar a ousada temática, tal qual a velha amiga dos protagonistas da série. Enfim, espero que a série sobreviva aos ataques das organizações católicas, de pais, etc. Vale a pena conferir.
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