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Arquivo da Categoria “Supernatural”


Por Vinícius Silva

Chegamos ao final de temporada. E tudo que consegui dizer ao término desse episódio foi: “uau!” Sim, foi uma reação pouco comum quando estou assistindo Supernatural. Confesso que eu estava mesmo esperando um excelente grand finale, principalmente pelo ótimo episódio exibido na semana passada que preparou o terreno para se chegar até este final. E ele teve todos os ingredientes necessários para encerrar, além dos elementos já conhecidos da série.

Em todo final de temporada eles fazem uma edição com o que aconteceu até agora, sempre com uma trilha sonora bem rock n’ roll ao fundo, bem ao estilo Supernatural. Além desse elemento, a série explorou bastante o tom dramático para exemplificar as últimas horas que o Dean tinha para salvar a sua vida, seja quando os irmãos estão cantando Bon Jovi no carro ou, ainda, quando Dean dá um discurso emocionante para Sam, mostrando o quanto um foi importante para o outro e o quanto um é o ponto fraco do outro. (more…)

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Por Vinícius Silva

Mais três semanas. Este é exatamente o tempo que Dean tem disponível para descobrir uma maneira de se livrar do Inferno e de achar a pessoa que está responsável pelo seu contrato de morte. A tarefa não será fácil, obviamente, porque nenhum demônio contará quem é o chefe da rebelião com medo das conseqüências. Enquanto isso, ele e Sam vão caçando coisas sobrenaturais no meio do caminho para não perderem o costume.

Dessa vez eles se deparam com um demônio que rouba órgãos de pacientes, sendo a cirurgia feita à moda antiga, quando os médicos da época, sem a tecnologia que se tem disponível atualmente, utilizavam técnicas como as larvas para conter as infecções. O indíce de mortalidade, como se pode imaginar, era absurdo. No entanto, toda essa história remete ao pai dos irmãos Winchester quando ele investigava o Dr. Benton, um médico obcecado pela alquimia (ciência oculta que representa a busca do entendimento da natureza e a busca pela sabedoria), especialmente em viver para sempre, ou seja, ele simplesmente reparava os órgãos defeituosos do seu corpo roubando-os de outras pessoas. Ainda assim, o tal Dr. Benton parece ter um aprendiz, visto que ele morreu na década de 80. (more…)

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Por Vinícius Silva

Esqueça aquele episódio ridículo que foi exibido semana passada. Agora a série voltou de verdade. Tá certo que eles continuam pecando em não tratar da história da Lillith, mas acredito que eles estão aguardando mais para o final. Enquanto isso, voltamos à velha fórmula, melhor do que fazer episódios baseados em reality shows ou coisas do gênero.

Nesse episódio, os irmãos Winchester precisam desvendar o que está acontecendo com as linhas telefônicas da cidade de Ohio, em que pessoas recebem ligações de entes queridos e que já morreram e depois se matam, por algum motivo. Não exatamente isso, mas acabam obedecendo tudo aquilo que é falado no telefone. Os casos começam a se agravar e Sam descobre que se trata de um Crocotta, espécie de demônio que sugam as almas dos humanos para se alimentar. (more…)

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Por Vinícius Silva

Supernatural está de volta! Sim sim, estava até com saudades e confesso que eu já tinha me esquecido boa parte dos acontecimentos dessa temporada. Essa greve dos roteiristas e também os próprios hiatus entre um capítulo e outro quebram muito o ritmo. Tá certo que a greve não estava no calendário que iria acontecer. Mas, enfim. Vamos falar do episódio.

“Ghostfacers” segue a mesma linha de filmagem que vimos em A Bruxa de Blair e também em Cloverfield. Tendo o formato de um reality show, a série procurou montar a história construindo uma metalingüagem de um programa dentro de um outro programa, que nesse caso seria os “Encara-Fantasmas”. Acho extremamente interessante e diferente a maneira como ele é retratado, mas perde completamente o foco que a temporada estava tendo. E isso não é exatamente uma crítica ruim ao que foi exibido essa semana, mas sim pela própria quebra de ritmo que acabou acontecendo e os roteiristas ainda deram um jeito de aprofundar bastante em algo que já é extremamente ruim para a série e ainda estou me referindo ao ritmo. (more…)

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Por Vinícius Silva

O agente Henriksen está de volta, assim como aquele estilo que marcou os primeiros episódios dessa temporada. Depois que a série parou, presenciamos uma leve decadência nas histórias que ela estava contando. Porém, isso não aconteceu com Jus in Bello, que retomou uma antiga história para construir um roteiro muito mais interessante do que aquele que estava sendo feito.

O roubo da colt volta a ser a ênfase da série, pelo menos era pra ser. Os irmãos Winchester invadem o quarto de Bela Lugosi, mas são surpreendidos por policiais da região e pelo agente da FBI, Henriksen, que já havia aparecido no episódio em que os irmãos invadem um banco. Procurados desde então, Henriksen consegue o seu grande objetivo que era prendê-los. Porém, isso só ajuda para que o próprio agente possa acreditar no fato de que eles são caçadores de demônios. (more…)

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Por Vinícius Silva

Depois de verem a Colt sendo roubada por Bella, os irmãos Winchester dão um tempo nessa perseguição e, agora, se encontram em uma cidade muito estranha, onde tudo parece estar fora de ordem, algo que fica muito claro quando eles estão conversando na calçada e uma sucessão de fatos acontecem. As pessoas parecem estar com medo de alguma coisa, mas sem saber o que.

Porém, o atrativo principal do episódio foi a forma como ele fora montado, quando a série se utilizou das relações de tempo/espaço para criar e evidenciar certas relações. Primeiro, a série nos faz crer que estamos vivenciando a realidade e, depois que Dean é morto com um tiro no peito, percebemos que ela havia nos colocado no campo imaginário, por meio de alguma visão do Sam. Agora, de volta à realidade, Sam terá que lutar para que o seu irmão não seja morto. Um estilo de montagem muito parecida com uma outra série, Day Break, que a ABC tinha colocado no horário de Lost quando esta estava em recesso. Porém, a série não vingou e foi logo cancelada.

Sabendo que está vivendo o mesmo dia novamente, Sam começa a observar melhor as coisas e nota que tudo está perfeitamente igual com o que ele tinha visto no seu sonho, ou na sua visão (seja lá o que for). No entanto, não importa o que o Sam tente fazer, o seu irmão Dean sempre acaba morrendo de alguma forma, e ele continua vivendo o mesmo dia várias vezes. E a história vai ficando cada vez mais parecida com Day Break.

Ainda assim, Sam tenta de tudo, junto ao demônio ilusionista, trazer Dean de volta, mas isso só serve para mostrar que Sam continuará vivendo para salvar o seu irmão da morte, sem perceber o grande potencial que ele tem. Mystery Spot pode até ter um desenrolar interessante no final (só conheceremos o desfecho no próximo episódio), porém as coisas acontecem de forma previsível e altamente cansativa, com uma narração boba, apesar das boas metáforas e referências que vão surgindo ao longo do episódio.

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Por Vinícius Silva

Depois do fiasco do episódio passado, Supernatural retoma novamente a boa narrativa que marcou o início dessa temporada, bem diferente dos eventos que aconteceram na convenção das bruxas, que não serviu para absolutamente nada, com exceção ao fato de que os demônios já foram humanos um dia.

Nesse capítulo nos deparamos com os sonhos. O que você deve fazer quando se pára de sonhar, por algum motivo? Qual a força motivadora para sonharmos coisas inacreditáveis e, querendo ou não, se tornando como uma fuga da realidade? São alguns dos questionamentos que se observa quando Bobby, apurando a morte de um médico, dorme uma noite e nunca mais acorda, entrando em coma profundo.As investigações que Bobby fizera acabam sendo passadas para Dean e Sam, que resolvem investigar o que realmente aconteceu, bebendo de um líquido para entrar na “mente sonhadora” de Bobby e trazê-lo de volta à vida. A história do contrase da realidade com o imaginário ajuda a construir o que é o personagem de Bobby, algo que a série nunca tinha focado antes. Se todos entram na caça por algum motivo, isso não faltou a Bobby, que precisou sacrificar a sua esposa por conta de um demônio. Por isso, podemos compreender a forte relação que Bobby tinha com o pai dos irmãos Winchester, porque ambos perderam a esposa para um demônio e isso só serviu para haver uma ligação ainda maior entre eles.

E, pela primeira vez, vimos que Dean não está mesmo afim de ir para o inferno. A cena em preto-e-branco deixou isso bem claro. Deixando de lado o cara durão que é, Dean tem medo do que realmente pode acontecer, incerteza de como pode acontecer, coisas que, até o momento, não estavam claras porque ele continuava a esconder o seu real sentimento sobre a sua vida, sobre os ensinamentos do seu pai, sobre tudo. É um desabafo, mesmo em um sonho, que expressa tudo o que ele sente. Mas, pra complicar ainda mais a vida dos garotos Winchester, Bella Lugosi roubou a Colt e agora eles partem para caçá-la. 

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Por Vinícius Silva

Foi mais de um mês parada. A greve de roteiristas fez com que muitos estúdios tomassem medidas extraordinárias. Mas normalmente temos a famosa parada, chamada de hiatus. Às vezes ele pode ser bom, muito bom. Em outros casos, ele pode ser extremamente ruim. No caso de Supernatural, fique com a segunda opção.

A história das bruxas não foi convicente o suficiente, principalmente pela forma com que essa temporada começou, se tornando uma série equilibrada e com um ótimo roteiro a desenvolver. Tá certo que Malleus Malleficarum não coloca tudo isso a perder, mas fez com que os fãs passem a questionar a qualidade da série. E podem ter certeza, isso já anda acontecendo nos Estados Unidos, principalmente pelos números baixíssimos que foi apresentado nessa noite de quinta-feira.

No entanto, a série tentou mostrar o lado humanizado que os demônios podem adquirir. O título do episódio significa o estudo que foi feito sobre bruxas do século XV, sendo usado para sustentar a discórdia da natureza, resultando em uma “caça às bruxas”, que se caracterizou por perseguição e assassinatos de mulheres. (more…)

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Por Vinícius Silva

Natal é sempre época de lembranças, de ter a família por perto para celebrar. Com toda essa fachada, Supernatural não poderia deixar de usá-la e, por isso, criou flashbacks para mostrar em determinadas parte desse episódio, como era o Natal dos irmãos Winchester, mais especificamente no ano de 1991, quando estavam em Nebraska. Nessa época, Dean tinha 12 anos e mostrava ser a criança que tinha o dever de proteger o seu irmão. Sam, com 8 anos nesse ano, era o garoto que vivia perguntando o porquê das coisas.

Esses flashbacks são interessantes porque podemos perceber que, mesmo se passando 16 anos daquele Natal em Nebraska, os irmãos cresceram mas não mudaram a sua personalidade. Dean continua a ser o irmão protetor e Sam o irmão preocupado e questionador, sendo ele o cérebro para se entender as várias manifestações deses demônios.

O episódio de Supernatural, portanto, construiu a sua narrativa entre o Natal dos irmãos Winchester quando crianças, contrapondo com as doutrinas pagãs que cercam essa época natalina do ano. Papai Noel pode não existir, mas toda essa festa cristã não passa de uma apropriação da Igreja Católica. Assim, dados mostrados no episódio nos fazem questionar se Jesus nasceu mesmo em Dezembro ou se isso é puro jogo da Igreja.

Então, obviamente, aqueles que se rebelavam contra a doutrina imposta pelo Cristianismo eram julgados e condenados. Prática esta muito comum na época da Idade Média. Supernatural traz um casal de demônios, simpáticos aliás, para atormentar e desconstruir aqueles que acham que Papai Noel existe. Essas pessoas são raptadas pelas chaminés e logo depois comidas pelo casal. Dean e Sam quase sofreram o mesmo ataque, mas o ritual preparatório acabou não funcionando e eles conseguiram matar os demônios.

Mas, a verdade é que esse episódio só foi bom por conta dos flashbacks e do momento final, em que Sam e Dean comemoram o Natal e trocam presentes comprados em uma loja de conveniência.

Agora, a série entrará em mais um hiatus, retornando apenas no dia 31 de Janeiro. Desejo para todos um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo. E, por favor, quem tem chaminé em casa, tenham cuidado. Até o dia 31.

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Por Vinícius Silva

Depois de um episódio sonolento na semana passada, Supernatural retoma a intensidade do começo da 3ª Temporada e nos brinda com um ótimo episódio, regido a muito sangue. Gordon Walker está de volta à série. Ele havia aparecido em um episódio já dessa nova temporada, mostrando ele preso e pedindo desesperadamente ajuda para sair e poder cumprir o seu maior desejo: matar Sam Winchester. Gordon consegue e conta com a “ajuda” de Bela Talbot para localizar os irmãos.

Enquanto isso, Sam e Dean perseguem um rastro de um vampiro que está transformando mulheres de um bar nessa espécie, ajudando a propagá-la. E a história principal do episódio não é nem esse bendito rastro, até porque os irmãos solucionam o caso o mais breve possível. Gordon é o centro das atenções. A sua trajetória como caçador de vampiros é vasta e já causou tristeza e agonia em muitos desses seres. E, sim, eles possuem sentimentos. Gordon está se preparando para matar Sam, quando se depara com um antigo vampiro que, sabendo da sua fuga, decide encontrá-lo e vingar a morte da sua filha.

O tal Vampiro que decide voltar em busca de vingança, transforma Gordon naquilo que ele mais odeia: um vampiro. Mais forte, mais ágil, ele acredita que dessa forma pode matar facilmente Sam, eliminando a criatura que ele considera como a mais perigosa da face da Terra. O único desejo de Gordon agora, a única coisa que o motiva, é matar Sam e depois, obviamente, se matar.

As coisas, claro, não saem muito certo para Gordon, que morre de forma agonizante, como tem que ser. Até o próprio Sam fica impressionado com a força que teve para decepar a cabeça de Gordon. No final do episódio, vemos os dois irmãos sendo irmãos. O mais velho ensinando algumas coisas de mecânica para o mais novo. E é sempre bom quando essas cenas vem à tona porque, acima deles serem caçadores, eles são irmãos e todo esse sentimento nunca pode ser deixado de lado.

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Por Vinícius Silva

Depois de um ótimo episódio na semana passada, Supernatural não voltou tão forte assim essa semana. O sinal disso foi que a audiência também teve uma leve queda, mas mesmo assim, a história dessa semana foi interessante. O que faltou foi um pouco mais de ação e mistério. O capítulo lembrou muito a 1ª Temporada, onde a série caía sempre no “senso comum”, apresentando a cada episódio um novo demônio.

Mesmo assim, não foi um episódio tido como ruim. Foi apenas algo sem uma história interessante e que pudesse prender o telespectador. Os irmãos Winchester precisam desvendar uma série de mortes que acontecem a cada 37 anos. As pessoas vêem um navio na costa e logo depois são mortas por afogamento. Mas, os irmãos sabem que não são por causa disso. Claro que existe um demônio por trás de tudo isso, que morreu com exatos 37 anos, sendo morto pelo seu próprio irmão. Ele fazia parte da tripulação e fora acusado por traição sendo enforcado e tendo a sua mão decepada, como uma forma de justificar uma lenda antiga; Mão da Glória. A mão direita de um homem enforcado é um grave objeto oculto e muito poderoso, mas isso não explica como o fantasma escolhe as suas vitímas e, a partir disso, os irmãos seguem para conseguir a tal mão decepada. Sam e Dean ainda contam com a ajuda de Bela Talbot – aquela mesma do episódio do pé-de-coelho.

E com a volta de Bela que esse episódio de Supernatural consegue ter os seus melhores momentos. A monotonia só era ofuscada quando acontecia os diálogos entre os irmãos Winchester e ela, sempre com uma pintada a mais de humor, se tornando assim, o grande destaque de “Red Sky at Morning”.

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Por Vinicius Silva

Nesse episódio, os irmãos Winchester investigam uma série de assassinatos baseados em contos de fadas. Usando pseudônimos para pousar de detetives, Jimmy Page (Sam) e Robert Plant (Dean), ambos integrantes da famosa banda de Rock dos anos 70 Led Zeppelin, os irmãos estão prontos para a investigar e descobrir o que realmente está acontecendo. Wile Coiote - aquele mesmo que ficava perseguindo o papa-léguas no desenho da Warner - também é lembrado na série, como sempre, cheia de referências O personagem é a melhor pista para encontrar o assassino por ele possuir o desenho tatuado no braço. Os contos de fadas estão bem evidentes durante o episódio, mas ainda bem que o Sam nos lembrou porque eu realmente não consegui ligar a nada. No primeiro assassinato, os três irmãos discutindo a forma de como iriam construir a casa são atacados por um lobo mau: “Os Três Porquinhos”. Um casal perdido na floresta, sem conseguir achar a trilha e uma velhinha tentando comê-los: “João e Maria”.
E a abóbora que vira carruagem e os ratos que viram cavalo te lembram alguma coisa? Claro que sim, estamos falando da “Cinderella”. São contos de fadas bagunçados e os irmãos precisam montar o quebra-cabeça pra descobrir quem está por trás disso tudo e porquê de estar acontecendo.
Essas histórias nem sempre terminam com finais felizes, pelo menos as originais. Nos contos dos Irmãos Grimm – basta lembrar do filme que foi produzido - as lendas sempre envolviam canibalismo, sexo e violência. A Disney tratou de recriar todas elas fazendo com que tivesse finais felizes para agradar e impressionar o público infantil, se transformando em estórias de ninar. (more…)

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