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Bem que dizem que é a primeira impressão é a que fica: com um começo irregular, Journeyman não conquistou os exigentes (e cheios de boas opções) telespectadores americanos. A série de bons episódios que vieram em seguida não adiantaram de nada. O estrago já estava feito. 

Há algumas semanas foi divulgado que os atores estavam liberados para procurar novos trabalhos, pois a produção da série estava cancelada. Aqueles que acompanhavam a saga de Dan Vasser ficaram preocupados, afinal, ficaríamos sem as devidas explicações para as viagens temporais do protagonista? Porém, o produtor Kevin Falls tranquilizou a todos: o 13º episódio, que encerra a série, é sim repleto de respostas e serviu perfeitamente como um series finale.

Essa semana, a NBC exibiu os dois últimos episódios de Journeyman, "The Hanged Man" e "Perfidia". E olha, nunca pensei que diria isso, mas a série vai deixar saudade. O primeiro deles foi mais emocionante: ao perder uma câmera digital no passado, Dan Vasser mudou o futuro de muita gente, inclusive o seu. Ao voltar para casa, ele descobre que ao invés do filho Zack, teve uma filha, já que a criança acabou não sendo concebida na hora certa. Depois de o irmão Jack descobrir a verdade sobre Vasser, foi introduzida uma nova personagem para fazer um contraponto: a irmã de Katie, uma chata de galochas. Algumas respostas surgiram ao longo do episódio. Dan conhecia o cientista Langley desde a infância, e tanto ele quanto Livia nasceram durante um raro fenômeno astrológico. A corrida de Dan para recuperar o presente e seu filho é emocionante, e só lamentei não poder ouvir tudo o que a vidente tinha a dizer. 

Em "Perfidia", Dan viaja para… 2007! Ele acorda em um hospital psiquiátrico, onde um homem alega também poder fazer viagens no tempo. O problema é que a mulher que ele diz ser sua esposa simplesmente não lembra dele. Claro, o cara mudou o passado para que a mulher não o conhecesse e não corresse risco de vida por sua causa. Depois do que Dan e Katie passaram na mão do pedófilo de alguns episódios atrás, é totalmente compreensível. Enfim, esse cara foi parar na vida de Dan por um motivo: ele serviu para mostrar ao nosso herói o valor da missão dele. E é no dia da morte do viajante anterior que Dan faz a sua primeira viagem. Langley conta a Dan que sabe das viagens no tempo, mas não explica o que os táquions têm a ver com isso. Katie sugere que Dan tome sedativos para parar com a viagem, mas Dan aceita a sua missão… ficar na nossa imaginação tentando adivinhar até onde essa história iria.

O final foi bom. As respostas foram satisfatórias. Journeyman cumpriu sua missão. Não foi a mais brilhante das séries, mas entre tantos lançamentos medíocres nesta temporada, nos garantia 42 minutos semanais de bom entretenimento. Vai deixar saudade.

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Puxa, assim não tem graça. Quando eu começo a gostar da brincadeira, acaba assim? Sem mais nem menos?

Segundo o TV Squad, Kevin Falls, criador da série, afirmou que Journeyman provavelmente vai acabar no 12º episódio, ou seja, restam apenas três! Com a greve dos roteiristas, e a recepção pouco calorosa do público americano, a saga de Dan Vasser deve se encerrar agora em dezembro, ou no começo de janeiro.

A boa notícia é que o cara disse que esse episódio responde muitas questões que estão em aberto e que serve tanto como um series finale, quanto para um final de temporada. A má é que muita gente, como eu, aprendeu devagarinho a gostar da série. Tem seus defeitos, tem seus furos, algumas atuações pífias, mas eis que semana após semana, cá estou aqui na frente do pc conferindo os episódios. É meio viciante, sabe? E vocês, tem alguma série ruim da qual não perdem um episódio?

UPDATE: Abaixo assinado - Salvem Journeyman! - por Pedro

Dica da minha amiga Tata, para os demais leitores. Estão rolando abaixos-assinados para tentar salvar a série, assim como fizeram com Jericho (que até agora na metade temporada, não se mostrou merecedora).

http://www.petitiononline.com/jmf/petition.html - Basta clicar em Click Here to Sign Petition, dar o nome e email.

http://savejourneyman.net/ - blog que está planejando uma ação inusitada que nem as "nuts" de Jericho.

http://savejourneyman.funurl.com/ - também quer fazer algo igual Jericho, mas tem links para diversos outros sites onde você pode mandar sua mensagem de apoio para a continuação da série.

Sinceramente, fazer algo igual Jericho? As castanhas deram certo porque foi criativo! Trocar castanhas por arroz não tem criatividade nenhuma. Se você tem uma idéia melhor e quer salvar Journeyman não deixe de mandar suas mensagens nos sites acima. É a chance que vocês têm! 

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… sobre Pushing Daisies: Eba, finalmente estreou lá fora e agora teremos episódios inéditos dessa obra-prima toda semana! A narrativa continua maravilhosa, o visual deslumbrante. Resumindo: tudo de bom. Só senti falta das tias neste "Dummy".

… sobre Journeyman: Só consegui assistir hoje o episódio que foi transmitido na segunda-feira. Freud explica porque não tenho tanta pressa. A série tem muito a melhorar, mas estranhamente tenho vontade de ver os episódios. Talvez seja uma mórbida curiosidade de ver se o barco vai afundar de vez, ou se as viagens do protagonista terão uma explicação decente

... sobre Life: Nem sei se o episódio que assisti é o dessa semana, mas enfim, foi bacana. Uma mulher foi assassinada momentos depois do seu casamento, e o marido foi automaticamente acusado. O detetive desconfiou e matou a charada facinho, facinho. O roteiro é daqueles que te levam a pensar uma coisa, e no final a solução se revela completamente diferente. Mas vale a pena mesmo assim.

… sobre Dirty Sexy Money: Ando aguardando ansiosamente os episódios. O desta semana foi muito legal, com direito a uma fita de sexo, chantagem e até uma briga de mulheres na calçada. Nem quero saber quem matou o pai de Nick, só ver o cotidiano dos Darlings já é uma delícia. E o papai Sutherland está muito bem. Se eu não tivesse uma queda enorme pelo Kiefer, diria que queria que ele fosse o meu vô!  

… sobre Gossip Girl: Depois do piloto, esse foi o melhor episódio da série até agora. Serena e Blair voltaram às boas, e podemos perceber claramente que Serena não é tão boazinha quanto aparentava, e nem Blair é tão má quanto pensávamos. E teve moda, fotografias e BFF! Só não entendo qual é o problema do Dan: ele não tem nenhum compromisso com Serena, e está sempre com cobranças para cima da menina. Se fosse eu, já teria mandado o menino pastar há tempos. 

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Me dei conta que não comentei algumas coisas da semana. E sinto uma necessidade quase mórbida de registrar por aqui as coisas que eu assisto, então, aí vai um resuminho do que mais eu andei assistindo, mas não tive tempo de postar.

… sobre Private Practice: Sabem que eu até que estou gostando da série? Claro que ainda está há anos-luz do nível de Grey's Anatomy, mas até que tem umas cenas divertidas. Estranhamente, acho Violet a melhor personagem. Talvez seja minha fascinação por séries de psiquiatras (sou a única pessoa no mundo que gosta de State of Mind, por exemplo) ou a identificação com um coração quebrado. A trama foi bem novela das oito, com bebês trocados na maternidade. Mas e quem não chora com uma coisa dessas? Eu chorei. Mas ué, a série não era uma comédia? Ah, e que história é essa dos títulos "In Which…"? Imitação de Friends, que sempre começava com "The one.."?

… sobre Gossip Girl: Gostei bastante do episódio dessa , "Poison Ivy". Foi o melhor até agora. Os riquinhos estão naquela fase de se inscrever na faculdade, e nem assim esquecem de ferrar uns com os outros. Blair aprontou uma feia com a Serena, mas a loira se saiu bem e ainda defendeu o irmão. No final as duas ficaram amiguinhas novamente. Mas como bem disse a narradora Gossip Girl: até quando o castelo vai ficar de pé com duas rainhas?

… sobre Ugly Betty: Tá chato. Por mais que a série seja claramente inspirada nos novelões latinos, é drama demais para a minha cabeça! Betty, eu quero te ver dando com a cara na parede e pagando mico! Não aguento mais choradeira por causa do pai sem visto, por causa do Santos que morreu, da chantagem da Whilemina, por causa do Henry que vai casar com outra. CHEGA! Ainda por cima o Mark foi bonzinho com o Justin, e a Amanda quis ficar com o cachorro da Fey para ter um pouquinho da sua mãe. Ah, tenha dó! Eu quero vilões caricatos, malvados até o último fio de cabelo, tipo a Willie! Quero dar risada!

… sobre I Hate My 30's: Ok, eu sei que estreou faz tempo, mas só hoje consegui ver o piloto. O segundo episódio eu devo ver daqui há uns três anos, quando estiver absolutamente sem NADA para fazer. A comédia é péssima. A única coisa que salva é o finalzinho, que tem uma raposa dando uns conselhos politicamente incorretos, mas não vale a pena perder 20 minutos do meu dia para ver esse trechinho. E olha que meu aniversário está próximo, eu deveria me identificar com essa bagaça! Mas nem isso.

… sobre Journeyman: Não gostei do piloto, mas o segundo , "Friendly Skies", foi bem melhor. A trilha sonora é legal e as coisas passaram a fazer um pouquinho (mas bem pouquinho mesmo) de sentido. Adorei o fato dele ter feito a viagem no tempo dentro de um avião, e as consequências que isso teve.

… sobre K-Ville: Gostei também. A série tem MUITO o que melhorar, mas é bem intencionada. Só não sei se eles vão ter criatividade suficiente para segurar uma trama que se sustenta nas consequências do Katrina. Também estou acostumada a ver o protagonista Anthony Anderson em comédias, não sei se vou aceitá-lo como protagonista de um drama por muito tempo. Mas ele está bem no papel. E ainda tem o Ethan e o Bernard de Lost fazendo pontas no piloto.  

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Para fazer dobradinha com Heroes nas segundas, a NBC lança na próxima segunda-feira a série Journeyman. O piloto está disponível faz tempo, mas só hoje resolvi assistir. E não posso dizer se é bom ou se é ruim. É estranho, no mínimo.

O protagonista Dan Vasser é um jornalista, que ao pegar um táxi para se encontrar com a mulher, viaja no tempo. Isso, sem mais nem menos. Depois de um clarão, ele volta sete anos no tempo e não sabe como e nem porquê. Se o cara fica perdido, imagina o espectador. Fica claro que o moço tem uma missão, mas só sabemos disso depois. Enquanto isso, a esposa, o irmão, o chefe e os amigos ficam preocupados com o sumiço de Vasser. E como explicar isso? As pessoas próximas começam a achar que ele usa drogas, mas eu acho que quem abusou de substâncias psicotrópicas foram os roteiristas.

Depois se descobre que Dan tinha a missão de salvar um garoto, e as coisas começam a fazer sentido: ele salvou o pai do suicídio, convenceu a mãe a ter o bebê e por fim impediu que o pai o assassinasse. No meio do caminho, ele descobre que sua antiga paixão não está morta como ele pensava nos últimos anos, tem que salvar o atual casamento e tentar ter um relacionamento amigável com o irmão (que era namorado de Katie, atual esposa de Dan, com quem ficou depois que Livia "morreu). Entendeu? Pois é, nem eu. O roteiro é meio enrolado, mas faz certo sentido dentro da realidade fantástica da série. Me lembrou um pouco "The Dead Zone" (aka O Vidente), e até os protagonistas tem certa semelhança física. A trilha sonora é boa, e tem aquele toque Cold Case de tocar músicas da época. O que me incomodou um pouco foi o figurino: o cara vive em 2007, viajou para 1999 e 1987 e as roupas continuavam as mesmas! Teve apenas UMA mulher com taileur azul escuro e com ombreiras, típico dos anos 80! 

Enfim, vamos ver como se sai Journeyman. Depois de assistir o piloto, sei não…

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