Arquivo da Categoria “Prison Break”
Incrível a minha relação de amor e ódio com Prison Break. Depois de dois episódios absolutamente chatos, este "Hell or High Water" nos brinda com uma abertura absolutamente surpreendente. Michael Scofield se tornou um homem amargo depois da morte de Sara e não hesitou em sacrificar Lechero, T-Bag e Bellick em prol da sua fuga, com um golpe de esperteza que me fez lembrar porquê viciei na série, lá na primeira temporada.
Aliás, o episódio inteiro foi uma sucessão de golpes. Todos os envolvidos na fuga colocaram os neurônios para funcionar neste - espero que seja - desfecho da série. Scofield foi esperto mandando as iscas na frente, foi esperto saindo na frente de todo mundo, foi esperto levando o molequinho junto. Lincoln foi esperto enterrando os respiradores, gravando os tiros, alugando a casa. O pai do menino (cujo nome eu jamais lembrarei) foi esperto ao ver que o barco não havia partido. Whistler foi esperto ao fingir que havia torcido o tornozelo para poder correr tranqüilo depois. Gretchen foi esperta ao colocar um rastreador no cronômetro. T-Bag foi esperto ao dar respostas espirituosas para os guardas e apontar Sucre. Mahone foi espero ao fugir para salvar sua vida.
Os únicos que não foram espertos foram Lechero, Bellick (será que estarão vivos no próximo episódio?) e Sucre (que ficou para pegar a papelada do barco e deve se ferrar na continuação). Os diretores de Sona também não foram espertos ao não saber com o quê estavam lidando.
Enfim, na próxima semana deveremos saber como essa história termina. Será que o menino vai ser recapturado? Será que Lincoln e Scofield alcançam Whistler? Será que nunca mais veremos Mahone? Será que LJ e Sofia saem dessa com vida? Será que recuperarão o livro? E Sucre, que fim terá? Será que a série terá o final digno que merece? Eu já nem me importo com os lances absolutamente absurdos de Prison Break, quero é ver ação e resolução!
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House - "Frozen", o episódio que sucedeu o Super Bowl e teve uma audiência monstruosa de cerca de 29 milhões de americanos, mostrou porque a fórmula de House pode durar por muito tempo. A série vive se reinventando, sem nunca abandonar o seu conceito original. Desta vez, o médico teve que descobrir qual era o mal que acometia uma psiquiatra (interpretada por Mira Sorvino). Detalhe: a mulher estava em uma estação de pesquisas em algum lugar inóspito e gelado, cujo nome eu não prestei atenção. Mas era no Polo Norte ou no Polo Sul, disso eu tenho certeza! Enfim, o tratamento foi feito via videoconferências, e o mais legal foi ver a capacidade de improviso de House e seus companheiros de diagnósticos. Tivemos neste episódio tudo aquilo que aprendemos a amar na série: humor, mistérios (quem é a namorada de Wilson? Fiquei um pouco passada com a resposta) e a turma de pupilos já começa a se rebelar contra o mestre. Gosto de ver quando todo mundo tenta aprontar com House. Como diz a minha mãe: quando o pessoal tá indo com a farinha, ele já está voltando com o pão. Episódio nota 10!
Eli Stone - Alguém deu bola para essa série que estreou logo após a volta de Lost? Bom, quem não viu ainda não sabe o que está perdendo. A série é boa demais! Despretensiosa, é engraçada, absurda e tocante ao mesmo tempo. O bem-sucedido advogado Eli começa a ouvir Faith o dia inteiro, vê o George Michael na sua sala, depois vê o George Michael cantando no meio do prédio onde trabalha, descobre que tem um aneurisma e que o pai também teve um aneurisma. Resolve fazer o bem, e ganha 5 milhões em uma causa contra um cliente de sua própria firma. Escrevendo assim, sei que parece meio confuso, e a série é meio confusa mesmo. Mas é impossível não se apaixonar. Nada mais falo, confira e depois passa aqui para agradecer pela indicação!
Prison Break - Será que dessa vez vai? No episódio "Under & Out", a fuga de Sona é iminente. Pela 14ª vez nessa temporada. E tal qual aconteceu em Fox River, o cordão dos fugitivos cada vez aumenta mais. Dessa vez, é o amiguinho do Scofield que vai fazer o papel de jovenzinho inocente, que foi de Tweener na primeira temporada. Enfim, tudo parece igual o tempo inteiro. Nem T.Bag e Bellick voltando a ser T.Bag e Bellick salvam a série agora. Nem a Conga-la-conga Gretchen torturando a Sofia salva. Não adianta forçarem um romance entre Sofia e Lincoln (até porque, cá entre nós, qual mulher em sã consciência trocaria Whistler por Lincoln?). Não adianta colocarem Sucre a perigo. A série acabou. A única saída digna agora é tirar esse povaréu de Sona e subir os créditos.
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Sou eu que estou de mal humor ou esses últimos episódios de Prison Break foram extremamente chatos mesmo? Semana passada foi uma decepção, essa semana então nem se fala! "Dirt Nap" foi cheio de reviravoltas, mas faltou ritmo, direção.
Tivemos Lechero na mira de Sammy, tivemos Lincoln comprando uma bomba para mandar Susan/Gretchen para o espaço, tivemos a morena belzebu chantageando Sucre e ameaçando Maricruz, tivemos o túnel quase pronto, tivemos Mahone praticamente desintoxicado fazendo uma bela dupla com Scofield, tivemos Bellick correndo sério risco de vida, tivemos a descoberta do plano por Sammy, tivemos o próprio colocando a cabeça de Scofield a prêmio, tivemos a morte do haitiano (Sammy, não o haitiano de Heroes, atenção), tivemos um momento romântico entre Lincoln e Sofia e tivemos a latina descobrindo (ou não) o segredo de Whistler.
Mesmo com tanta coisa rolando, a impressão é que não aconteceu nada. Tá na hora da série acabar.
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Efeitos do aquecimento global: bastou colocar Scofield em uma caixa sob o sol porto-alegrense panamenho para o rapaz falar tudo. Tudinho. Em "Boxed In", o episódio de retorno de Prison Break, o engenheiro foi parar em uma solitária para lá de eficaz, e contou todo o plano maléfico da Companhia para o diretor de Sona. Sobrou para todo mundo: Whistler e Gretchen também experimentaram a tortura do cara.
Depois dos dois episódios eletrizantes que encerraram a exibição da série em 2007, eu esperava mais. Mas - atenção para a ressalva - parece que toda essa chatice é preparação para algo maior pela frente: Sucre talvez se infiltre na organização do mal, Bellick mostrou que é capaz de tudo para sobreviver (e de quebra deve ser mais respeitado na prisão), Mahone voltou para Sona e T-Bag parece aquele cara maldoso de antigamente.
Enquanto isso, a morena belzebu matou um guarda e o diretor com três chutes (te cuida, Chuck Norris) e Whistler é cada vez mais suspeito. Outra história que deve render é a disputa entre Lechero e seu ex-pupilo, que agora tem a missão de matá-lo. Aguardemos os próximos episódios. Enquanto isso, vamos cantar todos juntos: "Take a look inside, Scofield in a box…"
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Deve ser difícil ser Michael Scofield. O cara vive em um eterno quase. Quase viveu tranquilamente após escapar de Fox River, quase botou a mão em milhares de dólares, quase salvou a vida de Sara e desde que chegou a Sona, quase escapou duas vezes.
Em "Bang and Burn", Prison Break nos prepara para um hiato de dois meses. E que cliffhanger! Agora só saberemos o que acontece no dia 14 de janeiro, e depois de um começo irregular, vai ser duro segurar a curiosidade até lá.
Mais uma vez, tivemos um episódio tenso. Whistler tinha uma fuga marcada e tinha que se livrar de Scofield. A ajuda de Lechero se revelou valiosa, mas totalmente inútil diante do quadro que se pintava diante dos nossos olhos. A companhia quer Whistler, e só ele. O resto dos personagens se tornou dispensável, e mais do que isso, um empecilho para o plano deles. Sofia, Burrows, Sucre, Michael: todos estão com os dias contados.
Lincoln mostrou que pode ser frio e meteu uma bala no meio da cabeça do capanga da conga, la conga. Ele também mostrou um pouco mais de inteligência ao perceber a cilada que está se armando em torno deles. E para quê aquela casa no meio do mato? Qual é o lance?
Também me pergunto qual é a utilidade de personagens como Mahone (back to Sona, graças a seu depoimento desconexo), Bellick (entrou mudo e saiu calado) e T-Bag (de psicopata adorável a garoto de recados).Qual a moral dos três em Sona, já que nenhum deles faz parte dos planos de Michael? Eu só queria que ele tirasse de lá o garoto apaixonado por basquete, que é gente boa e merece uma vida melhor.
Enfim, Michael frustou a fuga de Whistler. Aliás, se a companhia é tão poderosa, por que não mandaram uns dez helicópteros de uma vez, mataram todos os guardas e não tiraram Whistler pela porta da frente? E agora, para onde será que levaram Scofield? Vamos nos segurar na cadeira, que a resposta só vem daqui a 60 dias. Mas se a série mantiver o nível dos últimos episódios, vem coisa boa pela frente.
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Semana atípica no mundo das séries: além de um bom episódio de Heroes, tivemos dois episódios PRIMOROSOS de Prison Break. Tipo primeira temporada, sabe? Com direito a frio na barriga e alguns momentos de boca aberta. Coisa que eu pensava não ser mais possível. O pessoal do TV Squad escreveu assim: "Dois episódios seguidos de Prison Break? O que fizemos para merecer isso?". Agora eu posso dizer: fomos premiados pela nossa persistência! Valeu a pena!
Na primeira parte, "Photo Finish", depois de Michael dizer a Lincoln que não sairia de Sona sem ter uma foto de Sara, o cara tem que dar um jeito de não deixar Scofield desistir da fuga. Descobrimos a função do carinha que apareceu no último episódio: morrer e trazer tensão à prisão. Os antigos colegas de Mahoney aparecem e o tiram da prisão, logo após Michael descobrir que foi ele que matou o cara. Enfim, a hora da fuga se aproxima e a morena belzabu até que consegue aquela velha foto da médica com o jornal, mas na hora do vamos ver, Burrows acaba contando que Sara morreu. Momento dramático, Scofield sofre, a gente fica com o coração na mão e então ele entrega um pé de galinha para Whistler! Isso mesmo: ele culpa o cara pela morte de Sara e o desafia. Momento tensão. Acaba o episódio e eu fico desesperada, doida para ver a segunda parte.
Então começa "Vamonos". De cara, ficamos sabendo que o pé de galinha foi uma armação de Michael, uma distração para os outros presos enquanto ele e Whistler fogem. No hotel, Sucre coloca milhares de dólares em um envelope e dá uma lambida para fechá-lo, antes de enviar para Maricruz. Momento cômico. Em Sona, a fuga começa: o guarda bebe o café com anestesia para cachorro e apaga, o sol bate no telhado no momento certo (porque a natureza é imutável) ás 15h13 e o outro guarda se vira para não pegar sol no rosto. Mas Scofield não contava com a astúcia de São Pedro, que mandou uma nuvem para atrapalhar os seus planos. Aborta a fuga, ele e Whistler sobem a escada de corda de volta. Faz sentido. Que graça teria se eles conseguissem fugir agora? O que seria do resto da temporada? Enquanto isso, na rua Lincoln tenta salvar LJ, mais uma vez sem sucesso. Enfim, os guardas descobrem o plano de fuga, invadem a prisão, e retiram o poder de Lechero. E aí temos mais um momento OOOOOOHHHHHH do episódio: o cara, ao invés de punir Michael, diz que quer fugir com ele. Alguém mais lembrou de Fox River? Mas esse não foi o grande lance de Vamonos: no final vemos Gretchen (a morena belzebu… conga, la conga) tramando com Whistler! Ela estava com ele todo esse tempo! Agora, vamos lá, todo mundo junto: OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
E o Bellick, hein? Tão meiguinho…
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Depois de uma semana de intervalo, foi ao ar nesta segunda o quinto episódio da terceira temporada de Prison Break, "Interference". Falta pouco mais de 24 horas para a fuga de Scofield e ele ainda não sabe o que aconteceu com Sara. Sem as suas tatuagens, o engenheiro é obrigado a improvisar. E bota improviso nisso! Com um microondas velho, ele faz um aparelho capaz de bloquear todos os sinais de rádio e tv de Sona. Scofield é o novo McGyver.
Porém, mesmo com a iminência da fuga, Prison Break se tornou uma série maçante. Um novo preso cheio de mistérios chegou, ficou espionando os americanos e não disse a que veio. A cena da invasão dos policiais me lembrou muito os presos no pátio do filme Carandiru. Desta vez, a influência ficou clara.
Enfim, não tenho muito a dizer sobre o episódio. Apesar de toda aquela preparação para a fuga, dos traficantes coagindo Sucre e do Lincoln tentando descobrir como resgatar o irmão após a fuga, a impressão que tenho é de que nada aconteceu. A série teve uma queda impressionante de qualidade nesta temporada, e só insisto em assistir por respeito ao bom trabalho que foi feito na primeira temporada. Vai que os caras conseguem repetir uma fração daquela tensão que tínhamos em Fox River? Neste caso, valeria a pena.
E vocês ficaram sabendo da história do tal spin-off sobre uma prisão feminina? Espero sinceramente que seja boato!
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