Arquivo da Categoria “Nip/Tuck”


Por Samuell Aquino

Nip/tuck não nos mostrou nada que já não tivéssemos visto antes nesse último episódio e ainda se utilizou de clichês para preencher a trama, porém não chegou a ser ruim.

A mãe da Emme veio tentar resolver a situação, só que no fundo a razão dela era só tentar dormir mais uma vez com o Christian e ele não deixou por menos, enquanto Matt e Emme eram obrigados a negar os sentimentos tão rápidos adquiridos. Insanidade só pode ser genética, quando o Matt finalmente começa a tomar uma atitude sensata a Emme fica jogando contra e se atirando pra cima dele, coisa feia. Confesso que torci para que os dois fugissem e vivessem felizes para sempre longe de Los Angeles.

Não acreditei quando vi a Julia acordando com amnésia. Fala sério, pareceu novela da Globo, sempre a solução mais fácil. Quero acreditar que a culpa seja mais da greve do que do próprio roteiro, uma vez que a situação ficaria plausível se houvesse a continuidade dos episódios, com a Eden ganhando mais tempo e a Olívia, supostamente, sabendo a verdade sobre acontecido.

O Sean deu de cara com o lado ruim da fama personificado na Collen e nos paparazzi. A perseguição dos paparazzi aumentou exponencialmente depois do acidente da Julia e o acontecimento envolvendo a Collen, e quem pagou o pato foi o Christian e a Annie. Fica sem graça os produtores usarem esses acidentes quando existe a possibilidade de nenhum dos personagens principais morrer, baseando-se no episódio Connor Macnamara 2017. A Collen, todo mundo sabia, não sairia dos holofotes assim tão fácil. Depois de tentativas de reconciliação, resolveu esfaquear o Sean, numa cena que me lembrou a season finale da segunda temporada, só que bem menos impactante.

Dessa maneira Darlene Lowell fechou de forma irregular uma ótima quinta temporada que havia conseguido nos devolver o bom de Nip/Tuck. Resta torcer para que o bom nível apresentado anteriormente seja mantido e esse episódio justificado.

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Por Samuell Aquino

Incesto. Já vimos um caso parecido na segunda temporada entre Ava e Adrian. Só que eles não possuíam laços sanguíneos, e agora nos vem à possibilidade de Christian ter uma filha e logo com ela Matt vai afogar as mágoas que ficou com o fora da Rachel. Esse relacionamento dos dois (Matt e Rachel) foi completamente desnecessário, todas as discussões levantadas poderiam ter sido abordadas de uma outra maneira. Uma pena, porque Rachel era uma personagem muita rica e bem que podia ter levado o Matt pra Tel Aviv. E ele babaca como sempre ainda joga tudo na cara da coitada da Rachel e já está morrendo de amores pela Amy. Povo que se apega fácil.

O incesto não me chocou muito, não foi criado um clima maior entre os personagens (talvez culpa da greve), mas vai ser interessante acompanhar essa história, entretanto acho que a culpa maior foi de um tópico maldito do orkut que eu li. Damn it.

O Sean começou a enfrentar o lado ruim da fama: as críticas destrutivas. O crítico tinha razão em muitas coisas, Hearts n’ Scalpels deve estar um porre sem Aidam Stone e seu ‘talento nato’. O Sean não é engraçado (acredito fielmente que a série é uma comédia). E o August Walden tanto xingou que levou café quente no rosto recém operado. Bem feito?

E Júlia, com ajuda de Olívia, finalmente descobriu que Eden tava matando ela na unha. Envenenamento por mercúrio, a ninfeta sabe maltratar. E como baixou nela o espírito do cão arrependido, ela também se arrependeu de tentar matar Julia lentamente e partiu com o revólver na mão pra cima da galega. Essa cena final da conversa das duas foi muito boa. E finalmente uma questão que esperei ser respondida. Cadê a Collen? Morreu? Se escafedeu? Foi pra terra dos ursinhos carinhosos? Abduzida pelos ets do Dr. Joshua Lee? Nenhuma menção a Bear Killer. Aguardando a season finale que promete.

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Por Samuell Aquino

Kimber e Eden juntas são de tirar o sono de qualquer um, coisa boa não pode sair desse encontro exceto, talvez, o filme, mas deixa isso pra lá. O fato é que Eden entrou no mundo do pornô e depois se arrependeu e querem que a gente acredite nisso. Uma pessoa com um currículo dela (aliciadora de menores e envenenamento, pra citar alguns de seus pecados) não se deixa enganar fácil e quando se livra do contrato que a prendia se joga na cama com o Ram. Ela está com o rabo preso. Fala sério, essa não colou e ela seria a escolha pra assumir o posto de musa do pornô que uma vez foi da Kimber. E o Sean além de se preocupar com a Eden, descobriu que fazer ursos não é o hobby da Collen ,é o emprego dela. E mentir é o seu passatempo favorito.

Desmascarada e humilhada a aprendiz de psicopata resolve cortar os pulsos e brincar de filme de suspense no apartamento do Sean. Coitado. Mais essa pra cabeça dele.

Todo mundo gosta de ter seu trabalho reconhecido e elogiado, já o Christian ele quer ser reverenciado, idolatrado. E graças a seu currículo conseguiu ser cirurgião de um clube de socialites, porém a sede por veneração acabou com tudo, ao aceitar dar ao rosto de uma delas traços felinos. Tem coisas que só Nip/Tick mostra a você. Como era de se esperar não deu certo, a paciente sofria de distúrbio bipolar e o Christian se lascou.

Senti falta da Julia, que já devia ter encontrado uma solução para os problemas de saúde. Episódio morno se tratando de reta final da temporada, aguardemos os próximos.

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Por Samuell Aquino

Episódio perfeito? Ao assistir Kyle Angie me senti vendo algum episódio não exibido da primeira temporada. Foi sensacional.

Alguns tiveram que aceitar a morte, Christian ainda abalado com a morte de Gina só conseguiu se abrir com Wilber, que ainda bem tinha um T-Rex ao alcance da mão e nem se deu conta do acidente com a mãe. E o funeral de Gina foi um ponto alto, não me lembro de algo ao mesmo tempo cômico e emociante em seriados como foi aquele momento. Conseguiu passar a personalidade da personagem fielmente. Outros venceram a morte, o canibalismo tão cruel conseguiu mostrar toda a sua poesia ali, o marido salva a vida da mulher à custa do antebraço. Poético, porém não menos traumático, ela quis retribuir a boa ação do marido e quase o matou. O que vale é a intenção, mas nem tanto.

ECollen? A paranóica sócia da morte. Foi, no mínimo, original o assassinato do agente mala, entupido de bolinhas isopor (?). Se não fosse a obsessão pelo Sean e o fato dele ainda estar vivo, diria que cada urso daquele representa uma vítima dela, medo! Ela tem que comer muito isopor pra chegar perto do THE CARVER, mas minha simpatia ela já tem.

PS: Quem quer um Sean Bear? 

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Por Samuell Aquino

"Jeff and Magda", o episódio de Nip/tuck exibido em 22/01, mostrou algumas situações que andavam me cansando. O jogo de ciúmes entre Christian e Sean já ficou repetitivo, já saíram até no tapa, mas parece que pouco adiantou. A Julia fragilizada que dominou a quarta temporada voltou e não me agrada, muito menos depois que vi a mulher forte e decidida que ela se mostrou ao lado da Olívia. Sean com aquele jeitão pateta sempre disponível com seu ombro amigo, nunca acerta. E, principalmente, Gina que é pior que o Voldemort, você a julga derrotada enquanto ela junta forças pra voltar ainda pior…

Porém o episódio foi se ajustando ao poucos: Sean conseguindo destaque em Hearts and Scalpels (graças a Eden Hilton e a sua nova Agente de Talentos Carente), deixou a arrogância aflorar e foi para um happy hour com uma figurante. Se deu mal Aidam!!! E a Kate apareceu, saudades dela. O caso clínico com a Idosa-Ninfomaníaca-Highlander também surpreendeu, o coitado do Jeff ficou em estado vegetativo e a Magda vivinha distribuindo simpatia e carros em LA. E a surpresa maior… Já tinha lido rumores sobre uma possível morte, só não pensei que fosse a Gina e agora pensando bem ela era a escolha mais óbvia. Morreu como passou boa parte da vida, fazendo sexo. Juro que não esperava nada daquela cena e de repente a mulher despenca do alto prédio e fica o Christian com uma cara de perplexo.  RIP Gina, sua morte fez bem ao episódio.

PS: Um destaque para a cena do “exorcismo” em Hearts and Scalpels que foi tosca ao limite, com direito até a vômito verde. A série merece uma indicação ao Emmy de melhor série comédia. 

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Por Samuell Aquino

Até quando uma pessoa consegue ser passiva aos acontecimentos vividos? O que a faz desperta dessa letargia? A realidade pode funcionar, aquela que está intrínseca mais ainda assim invisível.
Foi assim com Fredie que sempre ignorou sua homossexualidade até que o choque da felicidade momentânea o fez despertar pra resignação, não sem deixar vítimas, Dawn a melhor produtora de Heart’s and Scalpels, que ia descontar toda a frustração numa “inocente”, com medo da verdade.
Semelhante aconteceu com Rachel que sempre passou pela vida vitoriosa e confiante, mas caiu diante das más lembranças que pedaços, literalmente, do homem bomba que a feriu foram encontrados dentro do seu corpo. Perdoar o imperdoável é o primeiro passo para se vier em paz e tentar mudar. A cena da primeira cirurgia com o terrorista ao fundo narrando a explosão foi muito boa, mostrando o ato e a sua conseqüência. Agora não precisava desse interesse amoroso da Rachel pelo Matt, será que esse povo não pode ser só amigo?

E restou Sean tentar tirar os pedaços de Julia que havia dentro dele e perdoar os amigos por tentarem ser felizes. Rachel sempre viveu com os fragmentos do terrorista e só enlouqueceu quando soube que eles existiam, assim é Sean que sempre soube do “amor” entre Christian e Julia e agora pirou ao ver os dois juntos. Sean que sempre foi passivo na vida, ao ponto de se imaginar um homem bomba e explodir junto com Julia e Christian, não conseguiu exprimir seus sentimentos sem ser cutucado por Christian e destruírem um bom pedaço da clínica.

Gina voltou pra infernizar a vida Christian só mais um pouquinho. Achei engraçado o personagem voltar com uma licença de corretora,  ao mesmo tempo que o papel que a atriz acabou de fazer em Friday Night Lights também tirava a licença e saia pra buscar oportunidades. Coincidências… 

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Por Samuell Aquino

Que presente tem sido essa temporada de Nip/Tuck. Cada episódio que passou veio provar que a série não perdeu forma e encerrou o ano em grande estilo. O negócio está tão bom que EU gostei do capítulo de Natal, algo raro.

O triângulo amoroso, desgastado sim, antipático nunca, continua na ativa mesmo no recesso de fim de ano. Julia se escondendo no guarda-roupa, enquanto Sean conversava com Christian foi muito engraçado, clichê, mas ótimo. E que amigo oculto mais chifrim, só três pessoas… Valeu pela camiseta e pela prova de inteligência do Sean, que vem se portando muito bem diante a situação (será que é ele mesmo?).
O Matt teve que se queimar todo pra aprender a andar sozinho. Não bastou atropelar uma adolescente, levar uma surra de travestis, ser torturado por um neonazista? E encontrou apoio nas palavras e ordens da Rachel (será ela a vítima de um homem bomba?).

Por falar em bomba, a Eden tá se saindo a terrorista. Meteu veneno no bolo e empurrou pra Julia. E ela gosta dos venenos mais lentos. Só não gostei do desfecho do caso clínico, mas a cena do boneco de neve sangrando foi massa. Comecei o episódio encantado com o caso do menino que atirou no Papai Noel por não ganhar presentes. Meu, que coisa mais surreal foi isso, adorei mesmo (humor negro no limite), aí eles cortam meu barato com aquele final. Terminando com uma ceia de natal memorável dada a presença do esquecido Connor e Wilber e um elefante daqueles na sala, que deixou o natal mais parecido com guerra fria. Até o dia 15 de janeiro com episódios inéditos de Nip/tuck. Feliz Natal para todos. 

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Por Samuell Aquino

Esse último episódio de Nip/tuck foi uma salada de acontecimentos tão bem dosados que não podia ser menos que delicioso. Excelente!!!

Sean e Éden, só love? Só sexo, Sean levou a relação muito a sério e grilou com a idade. Relacionamentos assim já são tão comuns, que não sei qual foi o problema. Mas ele foi dar uma de Tim Riggins na hell’s party do Aidam com muita bebida, sexo e drogas, que o coração dele quase foi pro inferno. Mudando de assunto, não suporto o moralismo excessivo do Sean, cheio de discriminação, críticas, mas ainda tolero por que sempre depois do sermão da montanha ele quebra a cara. Julia disse boas pra ele.

Lembrando da Julia, e seu momento tensão a la ruas cariocas durante o seqüestro. Eu sabia que ela era forte, dura na queda, mas nem tanto. Manteve a calma durante a ação do crime, um ‘homem’. Só que ela ainda precisa de um porto seguro e diante o desespero do Olívia, e nos moralismos do Sean foi se ancorar (mais uma vez) nos braços do Cristian. E que cena aquela do treino de tiro, jogo de sedução, resistência, enfim ótima.

Winona Kimber e Matt arrependidos e limpos? Corta essa, a Kimber nunca foi flor que se cheire sempre usa o corpo pra conseguir o quer, foi atrás do Cristian pra fazer outra cirurgia (quantas mil cirurgias ela vai fazer) pegou a filha, se mandou, e deixou o Matt cantando ‘Amor Febril’. E o Cristian finalmente mandou Matt cuidar de seus problemas e não correr pro papaizinho sempre que as coisas apertarem. Terminando o episódio ao som de Total Eclipse Of The Heart enquanto Matt preparava o bagulho e em seguida colocava fogo no apartamento. MASSA DEMAIS.

E ainda teve o melhor caso clínico da temporada. Eu, Dr. Joshua Lee abduzido e esquizofrênico. Com direito a reviravolta, quem será que levou o pobre idoso da clínica? E para onde? Foi tanta coisa boa que o post ficou imenso, mas fluiu tudo tão redondinho que tinha que comentar. SALVE NIP/TUCK…

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