Arquivo da Categoria “Merlin”
Postado por: Gisele Ramos em Brothers and Sisters, Californication, Dirty Sexy Money, Gossip Girl, Greys Anatomy, How I Met Your Mother, Merlin, Prison Break, Pushing Daisies, The Big Bang Theory, Ugly Betty

Estou em débito com vocês, mas são tantos comentários pendentes que dá até um certo desânimo de escrever. Vou tentar postar com mais frequência, para ter menos trabalho e o post se tornar mais agradável aos olhos dos nossos queridos leitores. Na última semana, tivemos as eleições na terça-feira, mas nem assim diminuiu o número de séries para ver. E eu, que gosto de arranjar sarna para me coçar, quando consegui vencer tudo, resolvi abrir o box da primeira temporada de Wihout a Trace que estava aqui me esperando. Eita série boa! Aliás, adoro séries policiais, mas acabo não as acompanhando religiosamente. Bom, vamos aos comentários dos episódios das últimas semanas. Divirtam-se!
The Big Bang Theory “The Panty Pinata Polarization” - A série de Sheldon e companhia fica melhor a cada semana. Nesta semana, dois plots sensacionais garantiram muitas risadas para os espectadores: a briga entre Penny e Sheldon, quando ele a baniu do convívio e ela retribuiu atrapalhando todas as suas manias. Sheldon bate fácil o Roberto Carlos quando o assunto é TOC, mas será que ninguém nunca pensou em tratamento? Enfim, o outro plot foi Howard, Leonard e Raj se tornam viciados em America’s Next Top Model e tentam encontrar a casa onde o programa é gravado. Adoro esses encontros dos intelectuais com o mundinho dos nem-tão-intelectuais. Diversão na certa. (more…)
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Prison Break - Se o pessoal já estava comparando essa nova fase de Prison Break a “Onze homens e um segredo”, agora que parte da trupe foi dar pinta em Las Vegas é impossível não lembrar do George Clooney, Brad Pitt e seus comparsas. Neste “Five the hard way” tivemos mais um episódio impecável desta surpreendentemente boa quarta temporada da série. Tivemos T-Bag e Gretchen formando uma dupla de psicopatas, Mahone mostrando porque é um valioso membro da equipe, Sucre fazendo um baita sacrifício para ajudar a equipe a conseguir o quinto cartão, o agente bobão chantageando o General, e a descoberta do local onde os nossos meninos vão converter os dados do cartão. Mas o melhor de tudo foi o T-Bag passando a língua ao redor da boca, com aquela cara de doido que eu estava com tanta saudade. A série está simplesmente imperdível.
How I Met Your Mother - Uma das coisas que me incomodava em How I Met Your Mother foi aquele humor meio politicamente incorreto quando se tratava de New Jersey. Desde a primeira temporada foram algumas piadas meio fortes sobre o local e seus moradores, e eu sempre me coloquei no lugar deles. Sei lá, eu não ia gostar que falassem mal da minha cidade. Por isso, colocar a amada de Ted como moradora do local neste “I heart NJ” foi simplesmente genial. Ele teve que engolir o preconceito e abrir mão de Nova York por amor (nada de novidade, deve ser a 17ª série a ter uma trama assim). Quem não engoliu mais o péssimo emprego foi Robin, que pediu demissão e depois pediu para voltar, só para se demitir outra vez - ao vivo. Não façam isso em casa, crianças. Mas legal mesmo foi ver o Barney com a mão estendida durante todo o episódio, que dó.
The Big Bang Theory - Acho que nunca ri tanto em um episódio de The Big Bang Theory quanto neste último. Quando Penny se vicia no mundinho nerd dos meninos, quem acaba pagando o pato é Sheldon - que está cada vez mais engraçado, e cada vez mais rouba a cena do colega Leonard. Este parece estar sendo definitivamente relegado a segundo plano. E o Sheldon com seu twitter, facebook e etc? Demais, não? A única coisa que enche o saco é a briguinha com a peguéti do Leonard, cujo nome me escapou agora. Será tudo aquilo tensão sexual? Espero que sim, e que se resolva logo! E depois desse episódio fiz uma promessa: de pijama na frente do computador, nunca mais!
Merlin - Nem tenho muito a falar de Merlin: a série é fofa, bem feita e bem roteirizada. Dá vontade de assistir um episódio atrás do outro. Só quero avisar aos navegantes que a grande vilã, Nimue, é interpretada por Michelle Ryan, que até pouco tempo atrás era nossa conhecida como a protagonista de Bionic Woman. Se alguém estava com saudade de ver a morena na telinha, taí a chance.
Private Practice - Ok, caro leitor, pode abrir uma nova aba aí no teu navegador e procurar a premiére da segunda temporada de Private Practice. A série voltou com tudo. Os personagens continuam uns apaixonados pelos outros, todo mundo se querendo, aquela história toda. Mas a clínica está falida, e muitas questões éticas invadem a prática da medicina. Os casos do menino com AIDS e da família que tem um filho para salvar a vida de outro foram simplesmente emocionantes. Private Practice me fez rir, me fez chorar… enfim, fez tudo que Grey’s Anatomuy queria mas não conseguiu. E Adison nem está tão trapalhona. E o pai da Rory está de volta. Tá bom, ou quer mais?
Pushing Daisies - Finalmente a turma do Pie Hole voltou para emprestar cores mais vivas para as nossas vidas! Bzzzz contou a história de um assassinato executado por abelhas, mas como sempre o caso é o que menos importa. O que importa é a fofura do amor entre Chuck e Ned, o que importa é a Olive arrasada, o que importa são os segredos e as emoções contidas. O episódio está longe de ser o melhor de Pushing Daisies, mas o importante é saber que a nossa dose semanal de fofura está garantida.
Lipstick Jungle - Me grudei na telinha e já vi os dois primeiros episódios da segunda temporada de Lipstick Jungle. Um acontecimento trágico no primeiro episódio vai virar a cabeça da Nico de cabeça pra baixo, e vem acompanhado de notícias desagradáveis. No mais, a série apresenta mais do mesmo: as meninas lindas e maravilhosas desfilando seus modelitos chiquetérrimos em reuniões, bla bla bla. Mas, atenção, não estou dizendo que isso é ruim. A série está deliciosa, e mais mulherzinha do que nunca. Ah, e o construtor… que construtor!
Também assistindo Privileged (depois do piloto caiu um pouquinho de qualidade), The Mentalist (tão bacana que mal estreiou e já garantiu seu lugar na grade), 90210 (no último episódio tocou CSS!)… tá faltando tempo para tanta série!
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Que loucura essa nova temporada, hein? Muita série retornando, e muita coisa estreando. Ontem tomei um puxão de orelha da minha amiga Mariana, que sente falta dos meus comentários azedos por aqui, mas o quê que eu posso fazer se em geral tenho gostado das coisas que eu tenho assistido? Buenas, aqui vão as minhas impressões sobre três séries novas, que estrearam recentemente e consegui assistir em meio a esse turbilhão de coisas para acompanhar. Amanhã faço um “postzão” com os comentários das séries velhas, ok?
Sons of Anarchy - Já faz quase um mês que estreou no FX, mas só consegui conferir agora. A série fala sobre uma gangue de motoqueiros que vive de negócios ilícitos. Na realidade, é a máfia sobre rodas. No começo, não entendi se o protagonista (que é a cara do Heath Ledger) era filho ou enteado do Ron Perlman (Hellboy sem máscara), me perdi no meio de tantas gangues (são os brancos, os negros, os mexicanos) e já estava dando a série como cancelada na minha programação. Mas aí a personagem da Katey Segall cresce tanto, acontecem várias coisas ao mesmo tempo, a edição é tão boa, a resolução é meio chocante… quando o episódio acabou, fiquei estatelada olhando para a tela. Parecia que tinha tomado um soco no estômago. Resumindo: a série é I-M-P-E-R-D-Í-V-E-L. Me fez sentir.
Samurai Girl - Mudando de saco para mala, outra estréia que eu conferi esses dias foi Samurai Girl, da ABC Family. A série é meio tosquinha, os efeitos especiais são baratinhos, a trama é tão batidinha… é tão ruinzinha que chega a ser boa, entendem? Tipo novela, onde a gente consegue imaginar cada coisa que vai acontecer, mas isso te dá uma sensação de conforto tão grande que a experiência de assistir se torna agradável. A série conta a história de Heaven, garota japonesa que vai para os Estados Unidos se casar com um noivo arranjado pelo pai. No dia do casório, um bando de ninjas invade a cerimônia. Depois da bomba de fumaça, eles atiram no pai dela e matam o irmão. A partir daí, ela não confia em ninguém, a não ser no seu mestre de karatê (ou seja lá o que eles lutam). No caminho, ela faz amigos, se envolve em muitas confusões e busca vingança. Ao final dos dois primeiros episódios refleti sobre o que tinha gostado na história: é uma mistura de Karate Kid com os filmes do Van Damme, que eu adorava na infância. E o meu filho de oito anos adorou Samurai Girl, que vai ser agora o nosso programa em família. Mas, atenção, não é imperdível. Não venham reclamar depois.
Merlin - Deixem-me situá-los antes dos comentários: sou fascinada pela lenda do Rei Arthur. Li “As Brumas de Avalon”, a trilogia do Bernard Cronwell e todo e qualquer livro sobre o assunto que caiu na minha mão. Então não pensei duas vezes antes de encomendar ao Paul essa versão da BBC da história. E acreditem, existem muitas. Então nem me incomodei com o fato de Merlin ser mais novo do que Arthur ou de Guinevere ser uma criada de Morgana. Nada me incomodou, achei tudo muito fofo. E, principalmente, bem feito: roteiro envolvente, direção bacana, efeitos visuais caprichados. Vou partir para o segundo episódio JÁ! Imperdível para quem gosta de histórias de fantasia.
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