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Arquivo da Categoria “Lipstick Jungle”


Depois dos cancelamentos de Pushing Daisies, Dirty Sexy Money e Eli Stone, o próximo cancelamento a ser confirmado deve ser de Lipstick Jungle. Já havia sido noticiado que a série tinha ido pro saco, mas alguns membros do elenco foram categóricos ao afirmar que não. Aliás, os atores da série são os mais empenhados em mantê-la no ar. Essa semana surgiu no You Tube um vídeo onde Robert Buckley, o Kirby da trama, aparece discutindo com uma figurinista e aparece só de cueca. Muita gente acha que é um viral, com a clara intenção de chamar a atenção do público para a série e evitar a interrupção da produção. Confira:

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Prison Break - Se o pessoal já estava comparando essa nova fase de Prison Break a “Onze homens e um segredo”, agora que parte da trupe foi dar pinta em Las Vegas é impossível não lembrar do George Clooney, Brad Pitt e seus comparsas. Neste “Five the hard way” tivemos mais um episódio impecável desta surpreendentemente boa quarta temporada da série. Tivemos T-Bag e Gretchen formando uma dupla de psicopatas, Mahone mostrando porque é um valioso membro da equipe, Sucre fazendo um baita sacrifício para ajudar a equipe a conseguir o quinto cartão, o agente bobão chantageando o General, e a descoberta do local onde os nossos meninos vão converter os dados do cartão. Mas o melhor de tudo foi o T-Bag passando a língua ao redor da boca, com aquela cara de doido que eu estava com tanta saudade. A série está simplesmente imperdível.

How I Met Your Mother - Uma das coisas que me incomodava em How I Met Your Mother foi aquele humor meio politicamente incorreto quando se tratava de New Jersey. Desde a primeira temporada foram algumas piadas meio fortes sobre o local e seus moradores, e eu sempre me coloquei no lugar deles. Sei lá, eu não ia gostar que falassem mal da minha cidade. Por isso, colocar a amada de Ted como moradora do local neste “I heart NJ” foi simplesmente genial. Ele teve que engolir o preconceito e abrir mão de Nova York por amor (nada de novidade, deve ser a 17ª série a ter uma trama assim). Quem não engoliu mais o péssimo emprego foi Robin, que pediu demissão e depois pediu para voltar, só para se demitir outra vez - ao vivo. Não façam isso em casa, crianças. Mas legal mesmo foi ver o Barney com a mão estendida durante todo o episódio, que dó.

The Big Bang Theory - Acho que nunca ri tanto em um episódio de The Big Bang Theory quanto neste último. Quando Penny se vicia no mundinho nerd dos meninos, quem acaba pagando o pato é Sheldon - que está cada vez mais engraçado, e cada vez mais rouba a cena do colega Leonard. Este parece estar sendo definitivamente relegado a segundo plano. E o Sheldon com seu twitter, facebook e etc? Demais, não? A única coisa que enche o saco é a briguinha com a peguéti do Leonard, cujo nome me escapou agora. Será tudo aquilo tensão sexual? Espero que sim, e que se resolva logo! E depois desse episódio fiz uma promessa: de pijama na frente do computador, nunca mais!

Merlin - Nem tenho muito a falar de Merlin: a série é fofa, bem feita e bem roteirizada. Dá vontade de assistir um episódio atrás do outro. Só quero avisar aos navegantes que a grande vilã, Nimue, é interpretada por Michelle Ryan, que até pouco tempo atrás era nossa conhecida como a protagonista de Bionic Woman. Se alguém estava com saudade de ver a morena na telinha, taí a chance.

Private Practice - Ok, caro leitor, pode abrir uma nova aba aí no teu navegador e procurar a premiére da segunda temporada de Private Practice. A série voltou com tudo. Os personagens continuam uns apaixonados pelos outros, todo mundo se querendo, aquela história toda. Mas a clínica está falida, e muitas questões éticas invadem a prática da medicina. Os casos do menino com AIDS e da família que tem um filho para salvar a vida de outro foram simplesmente emocionantes. Private Practice me fez rir, me fez chorar… enfim, fez tudo que Grey’s Anatomuy queria mas não conseguiu. E Adison nem está tão trapalhona. E o pai da Rory está de volta. Tá bom, ou quer mais?

Pushing Daisies - Finalmente a turma do Pie Hole voltou para emprestar cores mais vivas para as nossas vidas! Bzzzz contou a história de um assassinato executado por abelhas, mas como sempre o caso é o que menos importa. O que importa é a fofura do amor entre Chuck e Ned, o que importa é a Olive arrasada, o que importa são os segredos e as emoções contidas. O episódio está longe de ser o melhor de Pushing Daisies, mas o importante é saber que a nossa dose semanal de fofura está garantida.

Lipstick Jungle - Me grudei na telinha e já vi os dois primeiros episódios da segunda temporada de Lipstick Jungle. Um acontecimento trágico no primeiro episódio vai virar a cabeça da Nico de cabeça pra baixo, e vem acompanhado de notícias desagradáveis. No mais, a série apresenta mais do mesmo: as meninas lindas e maravilhosas desfilando seus modelitos chiquetérrimos em reuniões, bla bla bla. Mas, atenção, não estou dizendo que isso é ruim. A série está deliciosa, e mais mulherzinha do que nunca. Ah, e o construtor… que construtor!

Também assistindo Privileged (depois do piloto caiu um pouquinho de qualidade), The Mentalist (tão bacana que mal estreiou e já garantiu seu lugar na grade), 90210 (no último episódio tocou CSS!)… tá faltando tempo para tanta série!

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Primeiro um esclarecimento: Lipstick Jungle é aquela da Brooke Shields, ok? Você, assim como eu, provavelmente não consegue diferenciá-la de Cashmere Mafia - aquela da Lucy Liu. Pois bem, a NBC renovou Lipstick Jungle. Já Cashmere Mafia não teve a mesma sorte e foi para o limbo. Talvez agora eu me confunda menos.

Dito isto, hoje a Kristin revelou que duas novas caras devem se juntar ao elenco da série na vindoura segunda temporada. A mais conhecida é a Rosie Perez, atriz de voz estridente que foi indicada uma vez ao Oscar, pelo filme “Sem Medo de Viver”, do qual eu não me lembro mas tenho certeza de ter visto. Outro que se junta ao time é o cantor latino Carlos Ponce. Deste eu tenho certeza que nunca nem ouvi falar.

A dupla vai participar do núcleo da estilista Victory Ford, interpretada por Lindsay Price. O guapo, obviamente, será um interesse amoroso de Victory, enquanto Rosie será sua assessora. Questionado se a entrada do novo personagem significava o fim da linha para o ex-ídolo adolescente Andrew McCarthy, o produtor da série Oliver Goldstick disse que não. Triângulo amoroso à vista!

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Ai, que saudades de ver uma série genuinamente mulherzinha! Ver dramas com os quais a gente pode se identificar é bom de vez em quando, e eu estava sentindo falta de um pouco de estrogênio na telinha da tv. Baseada em um livro de Candace Bushnell, a mesma de Sex and the City, a nova Lipstick Jungle conta a história de três mulheres poderosas em Nova York. Elas são amigas e no final do dia tomam um drink e compartilham seus dilemas. Porém, quem espera uma série parecida com a de Carrie Bradshaw vai se decepcionar. As três protagonistas não são nem um pouco bem-resolvidas, e ainda não consegui decidir se isso é bom ou ruim. Me incomodou a personagem de Brooke Shields: carismática, ela é uma executiva de um estúdio de cinema (sim, em Nova York) e fica chorando por causa do marido loser! Outra é uma estilista de sucesso que tem 200 e tantas lojas pelo mundo, e entrou em crise por causa de críticas negativas ao seu trabalho. Ok, eu falei que queria estrogênio na telinha? Tá, mas não precisavam exagerar! A maioria das mulheres que eu conheço não são assim tão bobas. Os homens retratados na série são uns babacas (com exceção do milionário excêntrico). E a maioria dos homens que eu conheço não são assim tão idiotas.
Tem clichês na série? Sim, aos montes. Mas é boa mesmo assim. A trama é bacana e parece que a série vai ser bem interessante. A trilha sonora do pre-air que vazou na internet é um desfile de músicas maravilhosas. Tem Amy Winehouse, Corinne Bailey Rae e mais um monte de coisa boa (portanto, aguardem um top ten para breve). As atuações são bacanas. Acredito que este exagero na construção dos personagens que eu citei antes podem ser resolvidos com o tempo. Só espero que não demorem muito. A cena final revela que a série tem muito pano pra manga e que as poderosas de NY vão render boas histórias.

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