Prison Break - Se o pessoal já estava comparando essa nova fase de Prison Break a “Onze homens e um segredo”, agora que parte da trupe foi dar pinta em Las Vegas é impossível não lembrar do George Clooney, Brad Pitt e seus comparsas. Neste “Five the hard way” tivemos mais um episódio impecável desta surpreendentemente boa quarta temporada da série. Tivemos T-Bag e Gretchen formando uma dupla de psicopatas, Mahone mostrando porque é um valioso membro da equipe, Sucre fazendo um baita sacrifício para ajudar a equipe a conseguir o quinto cartão, o agente bobão chantageando o General, e a descoberta do local onde os nossos meninos vão converter os dados do cartão. Mas o melhor de tudo foi o T-Bag passando a língua ao redor da boca, com aquela cara de doido que eu estava com tanta saudade. A série está simplesmente imperdível.
How I Met Your Mother - Uma das coisas que me incomodava em How I Met Your Mother foi aquele humor meio politicamente incorreto quando se tratava de New Jersey. Desde a primeira temporada foram algumas piadas meio fortes sobre o local e seus moradores, e eu sempre me coloquei no lugar deles. Sei lá, eu não ia gostar que falassem mal da minha cidade. Por isso, colocar a amada de Ted como moradora do local neste “I heart NJ” foi simplesmente genial. Ele teve que engolir o preconceito e abrir mão de Nova York por amor (nada de novidade, deve ser a 17ª série a ter uma trama assim). Quem não engoliu mais o péssimo emprego foi Robin, que pediu demissão e depois pediu para voltar, só para se demitir outra vez - ao vivo. Não façam isso em casa, crianças. Mas legal mesmo foi ver o Barney com a mão estendida durante todo o episódio, que dó.
The Big Bang Theory - Acho que nunca ri tanto em um episódio de The Big Bang Theory quanto neste último. Quando Penny se vicia no mundinho nerd dos meninos, quem acaba pagando o pato é Sheldon - que está cada vez mais engraçado, e cada vez mais rouba a cena do colega Leonard. Este parece estar sendo definitivamente relegado a segundo plano. E o Sheldon com seu twitter, facebook e etc? Demais, não? A única coisa que enche o saco é a briguinha com a peguéti do Leonard, cujo nome me escapou agora. Será tudo aquilo tensão sexual? Espero que sim, e que se resolva logo! E depois desse episódio fiz uma promessa: de pijama na frente do computador, nunca mais!
Merlin - Nem tenho muito a falar de Merlin: a série é fofa, bem feita e bem roteirizada. Dá vontade de assistir um episódio atrás do outro. Só quero avisar aos navegantes que a grande vilã, Nimue, é interpretada por Michelle Ryan, que até pouco tempo atrás era nossa conhecida como a protagonista de Bionic Woman. Se alguém estava com saudade de ver a morena na telinha, taí a chance.
Private Practice - Ok, caro leitor, pode abrir uma nova aba aí no teu navegador e procurar a premiére da segunda temporada de Private Practice. A série voltou com tudo. Os personagens continuam uns apaixonados pelos outros, todo mundo se querendo, aquela história toda. Mas a clínica está falida, e muitas questões éticas invadem a prática da medicina. Os casos do menino com AIDS e da família que tem um filho para salvar a vida de outro foram simplesmente emocionantes. Private Practice me fez rir, me fez chorar… enfim, fez tudo que Grey’s Anatomuy queria mas não conseguiu. E Adison nem está tão trapalhona. E o pai da Rory está de volta. Tá bom, ou quer mais?
Pushing Daisies - Finalmente a turma do Pie Hole voltou para emprestar cores mais vivas para as nossas vidas! Bzzzz contou a história de um assassinato executado por abelhas, mas como sempre o caso é o que menos importa. O que importa é a fofura do amor entre Chuck e Ned, o que importa é a Olive arrasada, o que importa são os segredos e as emoções contidas. O episódio está longe de ser o melhor de Pushing Daisies, mas o importante é saber que a nossa dose semanal de fofura está garantida.
Lipstick Jungle - Me grudei na telinha e já vi os dois primeiros episódios da segunda temporada de Lipstick Jungle. Um acontecimento trágico no primeiro episódio vai virar a cabeça da Nico de cabeça pra baixo, e vem acompanhado de notícias desagradáveis. No mais, a série apresenta mais do mesmo: as meninas lindas e maravilhosas desfilando seus modelitos chiquetérrimos em reuniões, bla bla bla. Mas, atenção, não estou dizendo que isso é ruim. A série está deliciosa, e mais mulherzinha do que nunca. Ah, e o construtor… que construtor!
Também assistindo Privileged (depois do piloto caiu um pouquinho de qualidade), The Mentalist (tão bacana que mal estreiou e já garantiu seu lugar na grade), 90210 (no último episódio tocou CSS!)… tá faltando tempo para tanta série!