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Arquivo da Categoria “Heroes”


Você faz parte da turma que ás vezes se irrita com os diálogos de Heroes? Pois seus problemas acabaram! Para marcar o início da segunda temporada no canal, a Universal Channel colocou no ar uma brincadeira bem legal: você seleciona a cena desejada, e faz a legenda mais absurda que conseguir. O absurdo é por minha conta, na verdade dá para escrever o que quiser e depois mandar como um cartão para quem bem entender! Eu criei um desabafo da Claire, contando como é bom estar namorando o Peter Petrelli… 

Clique aqui para fazer o seu! 

Eis um bom exemplo, criado por William (achei no Orkut) 

A segunda temporada de Heroes vai ao ar no Universal às sextas, 21 horas. Não deixem de passar aqui para conferir os comentários dos episódios.  

(Mandem cartão pra mim! Mandem cartão pra mim!)

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Dica da sempre antenadíssima amiga Cler: o blog SuperDicas disponibilizou para download o jogo de Heroes para celular. Confesso que nem tinha ouvido falar do joguinho, mas é uma boa pedida para os seriemaníacos passarem o tempo no metrô, na fila do banco ou enquanto aguardam um novo episódio. Eu que o diga, o joguinho de Lost foi meu bom companheiro por um tempo…

Enfim, no jogo você pode ser Hiro ou Peter Petrelli e enfrentar o todo-poderoso Sylar. Segundo o pessoal que já experimentou, o game é bem simplezinho, mas exige uma certa esperteza para ser completado. Divirtam-se, crianças!

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Por Gisele e Pedro

Depois de uma season finale decepcionante e uma mini-temporada com mais baixos do que altos, não esperávamos grande coisa desse "Powerless", episódio que fechou o segundo capítulo da saga dos heróis. E puxa, como foi bom nos surpreender! As lições da última temporada foram captadas e tivemos um episódio redondinho, que só não foi perfeito pela mania que os roteiristas têm de tratar os espectadores como dummies e escreverem diálogos tão simplórios quanto um quadro do Zorra Total. 

Tivemos o Sylar se revelando para a pateta da Maya e correndo atrás do sangue para recuperar os seus poderes. Sylar nesse episódio esteve mais Sylar do que nunca, mesmo sem suas habilidades. Tivemos a esperada luta entre Hiro e Peter, que não foi um espetáculo mas também não decepcionou. Vimos todo mundo na companhia tentando impedir Claire de revelar o seu segredo. Descobrimos que Elle nada mais é do que uma garotinha em busca da aprovação de seu pai. Vimos Peter e Adam caminhando por um corredor e abatendo todos os guardas, como naqueles velhos jogos de videogame, onde o herói andava em linha reta lutando para passar de fase. Vimos Nathan carregar o Parkman nas costas, e isso meu caro leitor, não deve ser nada fácil, mas a cena foi bem engraçada. Também tivemos a prima do Micah quase sendo queimada viva por causa de uma mochila e umas revistas em quadrinhos (e ainda falam que o Brasil é violento…). Tá, ok, o episódio não foi tão bom assim. Mas foi surpreendente. (more…)

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"Truth & Consequences", pra um episódio que antecede o último episódio antes da pausa (ou mesmo da temporada), foi uma tremenda porcaria! A sensação que tive foi que o episódio foi escrito momentos antes da greve estourar. Parece que os roteiristas já tinham ali a nítida intenção de sacanear os produtores escrevendo um episódio fraquíssimo e com cada furo estapafúrdio que consegui montar uma lista!

Pouquíssimas coisas boas podem ser ditas sobre o que vimos. Victoria Pratt, a tal moça que Angela queria tanto proteger, foi quem manipulou o vírus sob ordens da companhia. Ora, se ela era uma das fundadoras, porque ela tinha que seguir ordens dos demais que detinham tanto poder? Poder aqui, eu digo administrativo na Companhia, porque super-poder mesmo, ela morreu sem conseguir nos contar.

Pode não ter ficado claro pra alguns, mas o Mohinder bananão não foi o autor da brilhante idéia de atirar em Noah e fazer a família Bennet acreditar que ele estaria morto. O plano foi de Bob, tanto que ele entrega umas cinzas que obviamente não são de Mr. Bennet. Bob precisa de Mr. Bennet, mas precisa dele no anonimato. Pra quê? Isso ainda não temos como saber.

E Sylar quase de volta a ser Sylar. Até que enfim, assistir ao núcleo latino-americano não foi uma sessão de tortura. A cena dele fazendo carinho no cabelo de Maya, pra depois darem um close no sorriso sacana dele e no final do take ele estica o dedo e simula que está cortando o crânio dela foi bem legal.

Agora, tem coisa que não dá pra engolir:

  1. PQP! A Victoria praticamente diz que os pais de Peter tinham poderes também e ao invés de perguntar qual os poderes dos pais ele finge que nada aconteceu e pergunta como fazer pra Salvar a irlandesa sem graça!
  2. Alejandro não entende uma palavra sequer de inglês, mas aí foi ali no cantinho, acessou a internet, leu páginas e páginas de jornais em inglês e leu que Sylar era um assassino que matou a própria mãe! E o pior, ele FALOU EM INGLÊS com Sylar antes de morrer! Pelo menos morreu!
  3. Adam deixou claro que o poder está no cérebro. Então como diachos o sangue dele e de Claire curam outras pessoas que não dominam o poder? Eeee contradição…
  4. Como assim uma babá deixa um estranho entrar na casa de seu patrão e vai embora??!?!

Foi pífio! Esse episódio é uma mancha na história de Heroes. Os produtores deveriam se envergonhar dele. Pelo menos o final foi bom. Muito bom. Mas completamente destoado com o resto do episódio.

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A primeira metade de "Cautionary Tales" foi bem chatinha, estava parecendo que seria um episódio daqueles bem ruizinhos como tantos outros dessa segunda temporada. Mas do meio do episódio em diante, o que vimos foi uma sucessão de eventos de arrepiar! Sempre comento com os amigos; uns acham Peter o personagem mais legal, outros preferem Sylar, mas pra mim, o melhor da série sempre foi Mr. Bennet. Tanto que a série sabe que é dependente dele e por isso ele não morre, mesmo quando os quadros de Isaac mostravam que isso iria acontecer. Aliás, chegou ao fim a sequência criada pelo artista, todos os oito eventos aconteceram.

Desde o início da primeira temporada esse personagem é fascinante. Tudo levava a crer que Noah era o vilão que lutava contra os heróis bonzinhos, sequestrando-os e fazendo experimentos com seus poderes. Mas depois surgiu um cara mais mau ainda, e mais à frente passamos a não ter mais tanta certeza se Mr. Bennet era mocinho ou bandido. Somente no final da primeira temporada vemos que ele é mesmo do time dos mocinhos. Tudo que ele queria era proteger a menina que passou a amar como filha. Proteger de quem eu ainda acho que é o grande vilão da série: Bob. Mr. Bennet não queria que fizessem com Claire, o que ele mesmo teve de fazer com outras pessoas com poderes, e que Bob fez com a própria filha. O cara além de fazer testes na própria filha durante toda a infância de Elle, ainda apagou da memória dela toda e qualquer lembrança desses testes. Agora que a ex-Veronica Mars sabe disso, ela tá fula e fez uma cara de quem quer vingança contra o pai. (more…)

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Ah, eu amo a Blogosfera! Ah, eu amo ter tempo para catar coisas inúteis e divertidas para vocês no feriado!

Então, lá estava eu lendo as futilidades deliciosas do Papel Pop, quando me reparo com um post sobre Heroes. O autor do blog achou este blog (em inglês) do Greg Beeman, diretor e um dos produtores de Heroes, que além de alguns spoilers, nos brinda com fotos exclusivas do set de filmagens da série. Mostra como alguns efeitos são feitos, e toda aquela descontração que a gente já conhece. 

E parece que durante as filmagens de "Four Months Ago" um monte de gente legal esteve por lá para conferir as gravações e dar aquele apoio para a equipe. 

Aqui ao lado vemos a delicinha do Zachary Levy, o Chuck da série de mesmo nome, dando aquela tietada para cima da Kristen Bell. E ela nem está com cara de louca! Falando em Chuck, estou devendo um post sobre a série. Mas fica para outra hora…  

Outro que apareceu por lá foi o Michael Rosembaum, o Lex de Smallville. Não se assustem, não teremos um crossover entre as duas séries (o que seria extremamente bizarro). Ao que parece o cara foi só tirar uma casquinha da Kristen Bell (ou será do haitiano?) e dar um oi para os amigos. Falando nisso, dia desses vi a participação dele em It's always sunny in Philadelphia, outra série da qual também preciso falar sobre… mas que igualmente vai ficar para outra hora!

Bom restinho de feriado aos nossos queridos leitores! 

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Tenho que admitir uma coisa: Tim Kring é um cara sábio. Depois de reconhecer que os primeiros episódios da segunda temporada de Heroes foram uma porcaria, que só agradaram aos fãs mais xiitas, o produtor deu um novo rumo para a série, e pela segunda semana consecutiva nos brindou com um episódio eletrizante. Literalmente.

"Four Months Ago" nos levou direto para os acontecimentos imediatos após a explosão de Peter e Nathan. Vimos que Nathan salvou Peter e que Peter salvou Nathan, em uma cena MUITO boa. Vimos que Elle trabalha com Bob (hmmm…será ele o papai?), e que ambos levaram Peter para a "clínica", onde ele poderia se tratar e acabou conhecendo Adam, ou melhor, Takezo Kensei. Vimos que DL se salvou e se tornou bombeiro para dar vazão ao seu lado herói. Uma terceira personalidade de Nikki apareceu, e sinceramente? Parecia estar se divertindo muito mais do que brincando de casinha com Micah e o marido. Este, que sobreviveu a todas às investidas de Lindermann e Jessica na primeira temporada, acabou morrendo nas mãos de um cara qualquer em um bar. Vimos também as primeiras manifestações do poder de Maya. E eu, que não gostava da venezuelana, de repente me vi gritando aqui "Mata! Mata!". Aquela noiva do irmão realmente estava merecendo.

A esposa do Nathan voltou a aparecer, dessa vez de pé. Mamãe Petrelli, como sempre, muito dúbia e misteriosa. Mas o destaque dessa semana foi mesmo para Elle, que se mostrou, no mínimo, doida de pedra. A personagem contou um pouco de sua história para Peter, e se mostrou uma sádica de marca maior. Enquanto fala com uma vozinha infantil irritante, gosta de dar choques por aí. Mas, como qualquer mulher que se preze, não resistiu aos encantos de Peter. Até a mais insana das personagens precisa de um toque de normalidade, não?

Descobrimos como Peter e Adam fugiram, com uma dose de "O Conde de Montecristo" naqueles diálogos entre celas, e como o haitiano foi responsável pelo Peter que vimos no início da temporada, desmemoriado e abandonado naquele contâiner. Mas e a irlandesa? Onde foi parar? Ficou presa lá na Nova York devastada pelo vírus? E o Bob, é do mal mesmo ou apenas um cara que sacrifica o que for em nome de um bem maior?

Claro que o episódio teve alguns momentos bestas, como o diálogo entre os irmãos na igreja, mas geralmente gosto desses episódios de Heroes que voltam ao passado e explicam as pontas que ficam soltas e os caras não são capazes de amarrar no presente. O clima contagem regressiva foi legal, mas ficaram faltando alguns personagens: onde estavam Parkman e Mohinder? Se bem que não senti falta deles, mas… E onde estava Claire e a família? Porém, alguns pequenos furos a parte, foi um episódio bem bacana. Estou quase ficando preocupada com a possibilidade de termos um final antecipado da série em dezembro. 

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