Arquivo da Categoria “Friday Night Lights”
Por Daniel Defilippo
Pergunte-me por onde andei nas ultimas semanas e nem mesmo eu saberei responder da melhor forma possível. Não sei se uma desculpa vem ao caso nessas horas, mas tenho que admitir que estive com alguns problemas que apesar de não me impossibilitar de escrever, certamente prejudicou o processo.
Escrever sobre Friday Night Lights não é uma das tarefas mais difíceis hoje em dia, pois apesar de seus números serem irrisórios, a qualidade do programa continua esplendorosa. Adjetivos tão diferentes para caracterizar a mesma série.
Durante esse hiato de quase três semanas pudemos comprovar que, se a NBC realmente confiava no taco de FNL, não tem porque deixar de fazê-lo. Com apenas sete episódios exibidos até agora, Coach Taylor e “seus comandados” evoluíram ainda mais a cada episódio e chegaram a um nível que eu não teria coragem de criticar.
Acompanhamos nos últimos episódios a difícil crise em que passaram Coach Taylor e sua família e o difícil retorno do técnico, que permaneceu como ponto forte dos episódios. O esporte de que tanto sentia falta parece que enfim retornou para ficar, para alegria de todos que lêem esse post, espero. Landry sofreu de forma inquietante com o fato de matar uma pessoa, e como conseqüência, vemos um pai desesperado para proteger o filho, a ponto de queimar o próprio carro.
Julie, como a muito já devia ter feito, arrependeu-se do jeito “bitch” de ser e agora busca reconquistar Matt. O QB, aliás, parece seguir em frente mais rápido que imaginamos, agora é saber se ele realmente conseguiu esquecer seu primeiro amor.
O México pode ter tido um papel importantíssimo para a seqüência do personagem de Jason, agora conformado com o fato de não andar mais, mesmo que sua vontade seja incrivelmente forte. Vemos, através da viagem, além de Jason e Rggins, uma Lyla Garrity cada vez mais preocupada e solidária com os amigos. Apesar dos percalços, como se diz, o que acontece no México, fica no México.
Após os findados quinto e sexto episódios, fomos apresentados a um sétimo episodio cujas perspectivas nos deixam bem “acordados” para a seqüência da série.
PS: Após o inicio da segunda temporada, o sétimo episodio foi o único ate agora a bater os números em 6 milhões de espectadores. Cheers!
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Por Daniel Defilippo
He's back, o episódio desta semana manteve a média excepcional da série, mas não sei explicar com clareza, não foi um dos meus favoritos.FNL nunca foi uma série de se arrastar e esperamos seriamente que isso não aconteça. A audiência já não é das mais satisfatórias e esperar mais reviravoltas seria pedir demais da minha parte. Porém como todo fã de FNL, não consigo aceitar que ela seja cancelada. Nenhum pronunciamento foi feito ate o momento, mas não custa dizer que sites especializados já não vêem mais saída. NÃO concordo! A trama desta temporada tem tudo para subir ainda mais de produção e pretendemos continuar com as glorias de Dillon. Em uma das primeiras vezes na série, nós vemos Coach Taylor com grande numero de duvidas e inquietações quanto a si mesmo e à sua postura em relação aos fatos. Acompanhamos a saída do ex-novo treinador e a volta de Taylor, mesmo que não tenha sido fácil voltar. Senti falta do futebol nesse episódio e do jeito que terminou o episódio espero ansiosamente que isso volte a ser importante para a série continuar.
Pudemos, além disso, ver o drama de Landry e Tyra, lidando com o fato do corpo ter sido encontrado às margens do rio e com o fato de serem “o” novo casal. Julie mudou completamente e não gosto nem um pouco do jeito que ela age. Claro, é uma adolescente em certa fase de duvidas e inseguranças, mas não deve todos a seu redor como tal. Talvez ela tenha aprendido a lição neste episódio. Torçamos!
Riggins e Jason continuam suas viagens para o México e chega a ser um pouco angustiante a esperança mostrada por Jason de poder voltar andar.O que mais senti falta além do esporte, foi da presença de Matt. Seu papel ainda não ganhou o destaque que merece nessa temporada. Quanto a Smash posso dizer o mesmo. Tenho certeza que com a chegada dos próximos episódios poderemos vê-los em ação novamente
Que venha o próximo; e os próximos!
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Por Daniel Defilippo
Para o simples escritor deste post, esse foi com certeza o melhor episódio da tão esperada 2ª temporada. “Are You Ready For Friday Night?” traz de volta o melhor da série, que mesmo contando com excelente abertura e seqüência, foi realmente mostrado agora. Estou falando dos Dillon Panthers em ação!
O motivo do meu entusiasmo pode ser explicado pelo simples fato de agora eu gostar realmente do esporte, o futebol americano. Falo isso porque, como grande maioria, via o esporte com olhos receosos e sem entendimento. Com a vinda de Friday Night Lights, posso dizer que minha visão mudou completamente e hoje acompanho os lances de forma tranqüila e sem dúvidas quanto ao seu propósito.
Deixando o novo apreço pelo esporte de lado, é indiscutível que “Are You Ready For Friday Night?” necessitava de um pouco mais de ação para quem sabe alavancar a audiência do seriado (se estabilizou na casa de 5,50 milhões de espectadores e provavelmente essa semana deve haver algum pronunciamento se a série irá ou não continuar). O drama será o foco principal desta temporada, mas não podemos nos esquecer das emocionantes partidas que ocorreram e que definiram o sucesso da série.
Novamente o episódio gira em torno da família Taylor e isso é feito de forma brilhante, não deixando dúvidas quanto à capacidade dos atores e seus novos desafios. Julie já não é a mesma há tempos, mas parece que “privar” sua família do que anda acontecendo com ela é normal. Não existe mais relacionamento com Matt, o clima que existe com o “sueco” se aguça, e seu envolvimento com a mãe parece ter chegado a um nível não mais suportado. Coach Taylor, mesmo que sendo implorado a voltar, percebe o caos em que vive sua família e diz sim a sua volta a Dillon e aos Panthers.
Além da trama central é um episódio recheado em que tudo que você chegou a sentir falta levou um tratamento especial. Riggins – Jason, Riggins – Lyla, Smash – Matt, Tyra – Landry, todos conseguem desenvolver seus personagens e a espera pelo próximo episódio torna-se ainda pior.
Friday Night Lights teve apenas sete episódios encomendados e para saber se poderemos continuar a acompanhar, o que resta a fazer é esperar. Eu não conseguiria ter meu fim de semana sem FNL, e vocês?
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Por Daniel Defilippo
Não deve soar como nenhuma novidade para aqueles que acompanham a série o que vou dizer sobre o episódio desta semana, mas é fato: mais um episódio perfeito foi exibido. Apesar de, para mim, ter superado o excelente episodio de abertura da temporada, não foi suficiente para levantar a audiência de Friday Night Lights. Com uma queda de um milhão de espectadores, seus números começam a se tornar alarmantes. Não consigo entender!
Deixando de lado as lamentações vamos falar sobre o episódio. Landry e Tyra caminham juntos quase na maioria do tempo, depois “do que fizeram”, e Landry, enfim, parece ter conseguido ter chamado a atenção da loira. Alguém ainda tinha dúvida de que isso ia acontecer? Julie mostra a que veio nesta 2ª temporada e de nada lembra a garota frágil, “família”, que namorava Matt Saracen e sofria por sua presença ou a falta dela. Resultado disso, fim de namoro, mais espaço para os dois e novas tramas. Saracen ainda cuida de sua avó, mas dessa vez vai ter a companhia de uma profissional, que promete mudar o jeito como se vivem naquela casa. Riggins e Lyla parecem se reaproximar e Jason luta contra a paralisia e ainda sonha em poder andar. Apesar de todas as tramas identificadas acima terem sido excelentes, o que mais se destacou, mais uma vez foram os momentos com o novo bebê dos Taylor. Não imaginava que Tami fosse sofrer tanto com a ausência do marido, mas é isso que fica ainda mais claro nesse episódio, intitulado “Bad Ideas”!
Para aqueles que se interessavam mais pela parte esportiva da série, os primeiros dois episódios não parecem ser “um prato cheio”, pois ainda faltam os treinos, os jogos em si. Aqueles que acompanharam as notícias da série para este novo ano já sabiam. O que prevaleceria seriam as tramas jovens e os dramas enfrentados por eles mesmos, buscando assim uma maior atenção do público americano. Mesmo que a atenção não tenha sido ganhada de fato, temos a certeza de que foram produzidos excelentes episódios até agora e que muito ainda está por vir. Continuem a acompanhar!
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Por Daniel Defilippo
Antes de qualquer coisa tenho que admitir: que saudade de Friday Night Lights. Como é bom poder ver e ouvir a abertura (nova por sinal) dessa série, que mesmo não alcançando a audiência necessária pra o sucesso de publico, não deixa de ganhar prêmios e elogios da imprensa especializada. O motivo pra esse certo “abandono” não se sabe ao certo, mas é claro que a série não é para todos. Tratar de futebol americano não é das tarefas mais fáceis e Friday Night Lights soube mesclar de forma brilhante o drama dos cidadãos de Dillon, Texas (o que explica o sotaque da série) com as partidas cada vez mais emocionantes. Após 22 episódios feitos ficou a dúvida, teríamos uma nova temporada? Sim, e ela já começou! O título do episódio “Last days of Summer” deixa claro o que está por vir e não decepciona. A série continua excelente e muita coisa mudou. O que não quer dizer que seja para pior. Os Panthers foram campeões e com eles vieram os problemas. Matt e Julie já não são o mesmo casal, Tara ainda sofre as conseqüências do ataque sofrido e Landry tenta de tudo para se aproximar de seu “amor”. Embora sejam essas as tramas principais apresentadas nesse episódio, o que realmente se tornou o foco foi o nascimento do bebê dos Chandler. O jeito mais viável encontrado pelos roteiristas para juntar novamente essa família, que ainda parece sofrer bastante.
As interpretações continuam excelentes e os atores do elenco jovem demonstram cada vez mais seus potenciais. Cada personagem tem seus própios trejeitos, modo de falar e personalidade e, mesmo que muitos sofram com isso durante esse primeiro episódio, foram caracterizados de forma competente pelo núcleo de atores.O estilo de filmagem (o meu favorito) com câmeras em movimento continua o mesmo e os diálogos não deixam a desejar ou soam forçados. No mais, sou suspeito a falar sobre Friday Night Lights, pois é com certeza a minha série favorita. Espero que todos acompanhem e, se já não o faziam passem a fazê-lo. Dêem uma chance para a série!
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No episódio “Who’s your daddy?”, o quarto desta primeira temporada, vemos a preparação para mais um jogo e o quanto a competitividade mexe com os jogadores dos Panthers. O vestiário do time é depredado e por mais que Taylor insiste que a atitude não seja retaliada, ele obviamente não é ouvido. Saracen extravasa toda a sua raiva no carro de um jogador do time rival. Raiva por estar prestes a perder a vaga no time, raiva por ter que cuidar da sua avó sozinho, raiva por seu pai que está longe. O único sentimento bom é aquele que ele nutre por Julie, e algo me diz que será correspondido em breve. Aliás, a cena em que a avó dele é trazida pela polícia para casa foi de cortar o coração. (more…)
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E então o jogo que encerrou o segundo episódio de Friday Night Lights terminou em derrota. Recurso necessário para trazer tensão à trama e para que a comunidade desconfie ainda mais do trabalho do Coach Taylor. O terceiro episódio foi de moral baixa, desesperança e desespero. Saracen é cada vez mais contestado, e um novo quarterback vem para Dyllon.
Enquanto isso, no hospital, Street é bombardeado pelo otimismo e bom-mocismo de Lyla Garrity e o mais engraçado é que ele explodiu na tela no mesmo momento em que eu explodia no sofá. Pro inferno com “tudo vai dar certo”! O cara está paralítico! E como nem a miss perfeição é perfeita, ela acaba beijando Tim Riggins enquanto chora. Alguém me explica porque choro sempre acaba em beijo nas séries, eu simplesmente não entendo. (more…)
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A série estreou semana passada na Sony, mas já tem fãs aqui no Brasil há alguns meses. Boas intrepretações e uma história emocionante são parte importante deste sucesso, mas a trilha sonora também tem os seus méritos. Afinal, o que seria de uma boa cena sem uma grande música para dar aquele clima? E Friday Night Lights usa esse recurso como poucas. Então, vamos às melhores músicas que tocaram nesta primeira temporada. Cliquem no título e deleitem-se! 1) Your Hand In Mine (Explosions in the sky) - Música tema da série 2) Read my Mind (The Killers) - Mais um motivo para amar FNL… The Killers ROCKS! 3) Gold Lion (The Yeah Yeah Yeahs) - Uhu Uhu 4) Collide (Howie Day) - muito fofa! 5) Slow dance in a burning room (John Mayer) - great song, é a cara da série… 6) Search and Destroy (Iggy and The Stooges) - Rock n' roll! 7) Cochise (Audioslave) - um pouquinho de peso by Audioslave! 8 ) Saving Grace (Tom Petty) 9) Sexyback (Justin Timberlake) - Musiquinha legal do Justin… don't let me go! 10) Black Betty (Ram Jam) - climão de antes do jogo… [ratings]
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