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Arquivo da Categoria “Desperate Housewives”


Junte todos os personagens de Desperate Housewives em uma sala, coloque um jogo de charadas como desculpa esfarrapada e muitos assuntos pendentes entre todos. Não tinha como dar errado e não deu. Essa temporada tem explorado bastante as relações entre os personagens principais, os produtores não inventam um personagem novo a cada episódio e isso é muito bom. Todas as Housewives tiveram destaque nesse episódio e todas as histórias foram ótimas, inclusive a da Lynette que ultimamente estava bem apagada.

O mistério que parecia óbvio demais tornou-se um pouco mais misterioso quando Katherine confirmou que a filha não foi estuprada (afinal de contas, acho que isso é a pior coisa que um pai pode fazer a um filho) e aquela marca no chão do quarto trouxe novas evidências de que o primeiro marido dela foi assassinado, talvez pela filha, quem sabe? Espero que os Mayfair continuem na série mesmo depois que sua história seja explicada, adorei essas personagens!
Finalmente a Lynette deixou de ser o ponto fraco da série e as partes dela, por mais apelativas que fossem, divertiram muito. A família Scavo inteira apareceu finalmente e o… eu nunca lembro quem é qual… o filho mais velho fazendo cara de cachorro sem dono e dando os brownies batizados foram ótimos, a mímica dela sobre enforcamento foi o cumulo da falta de noção, muito bom também, enfim, me diverti muito com ela.
Bree ficou com os momentos dramáticos do episódio e umas duas cenas cômicas muito boas, é bom ver como eles conseguem desenvolver os personagens mesmo em um episódio como esse, não teve como não ficar com pena da Bree quando eles receberam a ligação do médico de Danielle. Gaby provando pro Carlos que ela consegue o que quer novamente foi bem legal, mas sei lá, parece que a personagem é só isso, ela fica com o Carlos, ai ela briga com o Carlos, ai ela faz ciúmes no Carlos, ai ela volta pro Carlos… seria bom variar as vezes. E a Susan… a Susan continua sendo pata como sempre, só ela mesmo pra ficar mais de cinco minutos naquele consultório ou acreditar que uma festa de charadas poderia ser divertido… no fim de tudo fiquei feliz principalmente com uma cena que na verdade eu não entendi direito, mas me mostrou que o Carlos não é um monstro e não planeja matar a Edie. Episódio bom, resenha grande, desculpa e até semana que vem!

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Zapeando ontem de noite, dei de cara com Magnolia na Warner. Já tinha visto o filme duas vezes, mas resolvi assistir novamente. A foto da Felicity Huffman aqui é só um pretexto para falar do filme. É MARAVILHOSO. Assistam! Ela faz um papel pequeno, mas ainda assim é ótima. 

Mas falando do filme: ele dura três horas e não é chato em momento algum. Tem cenas tão bizarras quanto uma chuva de sapos e mesmo assim se mantém verdadeiro, pungente, humano. Tem o Tom Cruise Credo no elenco e não é bobo, não é óbvio. Aliás, o elenco é um show a parte: Philip Seymour Hoffman, Juliane Moore, William H. Macy, John C. Reiley. E isso é só o começo.  

Sério, ASSISTAM! E depois me contem o que acharam! Pronto, falei.

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Por Michael Oliveira 

    Gosto bastante da forma como Katherine foi inserida no núcleo principal da série, ela não é um objeto estranho inserido a força, parece natural e por isso rende momentos tão legais como os desse segundo episódio. De longe e sem sombra de dúvidas o arco mais interessante foi o da Bree e a torta de limão (tudo bem, eu sou mega fã da Bree, mas é a verdade, ela foi a melhor do episódio), depois de ter a sua perfeição desafiada ela faz de tudo para conseguir o posto de volta e acaba descobrindo que o buraco é mais embaixo. É engraçado ver a evolução da Bree e o estranhamento que surge com a chegada de alguém que é muito parecido com o que ela era anos atrás, creio que isso ainda seja explorado mais a fundo e quem sabe uma amizade nova aconteça?
    Seguindo temos a Susan sendo neurótica. Os arcos dela nunca me agradaram, mas a Teri tem um jeito de interpretação que realmente salva a personagem, não tem como não rir com ela ‘usando os ombros’ ou sendo confundida com uma stripper. Ela é o alívio cômico da série e funciona muito bem como tal, espero que ela demore muito para entrar no arco “estou grávida e por isso tenho cenas mais comportadas”. Estou amando odiar a Edie e me assustei com a decisão do Carlos no fim do episódio, como assim?!?! Eu sei que ela está exagerando e tudo mais, porém ela é uma boa pessoa. O filho dela deveria voltar, acho que isso resolveria muito bem os problemas dos dois.
    O arco da Lynette e o câncer ainda é o que mais me incomoda e essa semana eles envolveram a Gaby nisso também, por um lado foi bom, já que pudemos ver o quanto a Eva é boa atriz e o quanto ela é linda. Mas está chato, o ritmo do episódio caia em todas as cenas de quimioterapia e a relação da Lynette com a família está quase esquecida. Os filhos dela são simplesmente ignorados, como se nada disso afetasse suas vidas. Por falar em filhos, cadê o Andrew? Ele é um ótimo personagem, espero que tenha mais destaque nessa temporada, assim como a Danielle, afinal de contas não tem porque criar centenas de personagens interessantes se eles não são aproveitados. Nem comentarei o mistério, estou esperando surgir algo surpreendente sobre ele para poder chamá-lo de mistério já que até agora tudo aponta para a mesma direção e a resolução parece que virá bem antes do fim da temporada. Espero estar errado.

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Eu sempre avalio os episódio de DH tendo como base o episódio BANG, que na minha singela opinião foi o melhor de todos. Sendo assim, este season premiere recebe nota sete, já que não foi ruim, entretanto não foi excelente como esperava.

Ele serviu como um prelúdio do que acontecerá no resto da temporada e devo dizer que fiquei bem empolgado. Os novos personagens são ótimos, apesar desse ser o mistério menos misterioso já criado. Nathan Fillion está ótimo como sempre e a cena dele com a Susan foi impagável, a dinâmica entre a Katherine e a Bree é muito boa e creio que renderá muitas risadas ao longo da temporada. A filha é a menos interessante de todas, porém, quando os seus segredos começarem a ser desvendados a personagem crescerá bastante. Os novos plots dos antigos moradores também são muito bons, Bree querendo uma segunda chance como mãe, Gaby querendo uma segunda chance com Carlos ou seria terceira? Susan grávida, Edie viva e mais psicótica do que nunca. Eu só não gostei muito dessa luta contra o câncer da Lynette. Essa é uma história importante, que fala com muitas pessoas ao redor do mundo e que vai mostrar mais uma vez que a Felicity é uma atriz fenomenal, mas não é uma história engraçada. Eu não consigo rir com uma mulher procurando a peruca pro seu filho não saber que ela está doente, ou com ela vomitando dentro da bolsa de alguém porque não está se agüentando em pé, não acho isso engraçado, ainda assim é muito legal dos autores tratarem esse assunto. Desperate Housewives criou, ao longo dos últimos três anos, uma galeria de personagens como nenhuma outra e é incrível como em um episódio tão curto eles conseguiram dar espaço à muitos deles. Conseguimos matar a saudade da McCluskey, que mesmo depois daquela crise com o marido, continua bem e indiscreta como sempre. A Ida, acreditando em tudo como sempre (a cena do Orson e o garfo foi a melhor cena dele com certeza), a Julie sempre com a pulga atrás da orelha, duvidando de tudo, até o Andrew apareceu e aparentemente aquele clima familiar e aquela bondade toda que ele demonstrou na temporada passada estão com os dias contados. Enfim, um ótimo episódio de Desperate Housewives, com tudo, ou melhor, com quase tudo que aprendemos a amar e odiar na vidinha suburbana de cada dia. O próximo domingo já chegou?

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O nosso novo colaborador Michael Oliveira conferiu o episódio especial de Desperate Housewives, que antecede a season premiere da próxima semana, e nos mandou suas impressões:

 "Desperate Housewives teve uma excelente primeira temporada, seguida por uma segunda temporada medíocre, mas conseguiu se recuperar na terceira temporada com episódios excelentes e um final excepcional. Esse episódio serve como uma preparação para a quarta temporada, atualizando o espectador com tudo o que aconteceu nos últimos três anos e deixando o terreno pronto para a season premiere no próximo domingo. E já era hora, mal posso esperar para saber o que aconteceu com a Edie ou conhecer a nova vizinha. De uma coisa tenho certeza: ainda tem muita coisa boa vindo de Wisteria Lane"

E a campanha "We want you for Blog Na TV" está sendo um sucesso. Recebemos um monte de e-mails e logo teremos novas caras se unindo à família Na TV. Aguardem grandes novidades!

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É, a vida não anda fácil para ninguém. Depois de ter filhos gêmeos, Marcia Cross precisa garantir o leitinho das crianças. E para isso, nada melhor do que estrelar o comercial de um super limpador austríaco! Reparem na dublagem, hilária. 

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E eis que estreou a tão falada versão nacional de Desperate Housewives. Eu esperava um programa ruim, mas a Rede TV conseguiu superar as minhas expectativas: é péssimo. Apesar de ser obrigada por contrato a seguir fielmente o roteiro de Marc Cherry, a emissora conseguiu transformar uma série excelente em um produto televisivo de uma tosqueira sem precedentes. Se você viu o piloto de DH sabe exatamente o que acontece: não muda nada, nada, nem uma linha. Mas as atuações são tão limitadas que toda a genialidade dos primeiros episódios da série vão por água abaixo. Para vocês terem uma idéia, vou escrever aqui uma frase que jamais pensei que diria na minha vida: Isadora Ribeiro tem a melhor performance do elenco. Juro. (more…)

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