Arquivo da Categoria “Desperate Housewives”
Episódio 4×05 – Art isn’t easy
Desperate Housewives altera episódios cheios de mistério com episódios bem leves sobre a convivência com os vizinhos. Esse foi um desses episódios. Quando Bob e Lee resolvem colocar um fonte de metal horrorosa no jardim, as donas de casa decidem que é hora de reunir o conselho de moradores para acabar com o mau gosto e a anarquia nos jardins da rua. É uma história boba, mas que funcionou muito bem, o Lee comparando a Katherine com Hitler foi ótimo, a Ida se mostrando homofóbica foi bem engraçado também, a Susan como sempre completamente pata e sem noção de nada e a guerra entre Katherine e Lynette renderam ótimos momentos, sem falar nos retornos, como o do John Rowland (espero que ele apareça mais) e o da Danielle (parece que agora ela voltou para ficar). E a Edie conseguiu provas do caso da Gaby com o Carlos e com certeza não vai deixar isso barato. Sobre o mistério só descobrimos que Bob e Lee sabem o que aconteceu em Chicago e eu pensando que eles não iriam explorar isso… só espero que os dois saiam logo da série, não me agradaram nem um pouco.
Episódio 4×06 – Now I know, don’t be scared
Episódio de Halloween! Eu adoro episódios temáticos e esse foi muito bom e seguindo o modelo da temporada passada, vários arcos acabaram neste episódio. Carlos largou Edie e Gaby largou Victor (se bem que essas histórias estão longe de acabar…); Lynette se curou do câncer (será mesmo???); o baby da Danielle/Bree finalmente nasceu! A cena do parto inclusive foi ótima, a menina que interpreta a Danielle mandou muito bem e ter o Frankstein como médico é hilário. Toda a cena da festa a fantasia foi muito boa pra dizer a verdade, mas ninguém chamou mais a atenção do que a Danielle (ok, o episódio foi dela). Quem poderia imaginar que ela seria inteligente a ponto de ir na festa fantasiada de Bree??? E ela mandou muito bem na caracterização da personagem. “Eu estava pensando em: Você-não-é-bom-o-suficiente se for um menino e Você-está-sempre-me-decepcionando se for uma menina” Foi a melhor frase do episódio, genial!Eu já disse isso e repito, nada melhor do que jogar todas as personagens em um mesmo ambiente e ver como elas se viram. Será que dessa vez o Victor faz alguma coisa?
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Cof Cof, começo esta resenha tentando organizar minhas idéias depois de três dias de cama e remédios de todas as cores. Assisti ao episódio dessa semana na segunda-feira pela manhã e lembro que a primeira coisa que percebi é o tom casual com o qual a Mary Alice fala dos assuntos mais polêmicos e bizarros. Lembro também que não achei esse um dos episódios mais engraçados da série, mas nem só de gargalhadas sobrevive Desperate Housewives.
Nesse episódio três novos personagens foram introduzidos e eu adorei todos. O casal gay é impagável e a cena deles com a Susan foi de longe a melhor do episódio, eles conseguiram jogar vários pré-conceitos em uma cena só e ficou muito bom. É legal também ver que um dos gays não é muito sociável e que não poupa ninguém. Afinal de contas, quem disse que gays precisam ser sempre felizes e que precisam falar pelos cotovelos?
O outro personagem que apareceu e que já teve seu fim, foi a tão falada Tia Lilly e não é que a velhinha sabe mais do que eu imaginava? Aparentemente ela teve uma participação muito grande no mistério da temporada, não vou arriscar, porque eu realmente não faço idéia do que seja. Só não gostei da atitude da Katherine com ela, isso faz com que ela pareça uma vilã e como todos sabemos vilões não costumam se dar bem no final.
Uma coisa que é curiosa sobre esse episódio é que mesmo não sendo centrado nos homens, eles se sobressaíram mais do que as mulheres. Foi bom ver o lado do Tom, o marido da mulher com câncer, isso não é o normal e funcionou, apesar de ter sido meio pesada aquela primeira cena. Adorei ver o Orson com a scooter, nunca imaginei ele fazendo aquelas acrobacias e o mais legal é ver que ele passou de vilão do fim da segunda temporada para um personagem muito carismático. O Andrew voltou a ser um fdp sem motivo nenhum e se arrependeu logo depois, sério, por mais que ele seja um ótimo personagem, ele precisa ter um motivo na história.
Sobre as Housewives? A Lynette percebeu que ela estava sendo uma vaca insensível, a Susan tentou provar que não é homofóbica só idiota, a Gaby fez milagre pro marido não descobrir seu caso, a Bree teve que se livrar mais uma vez da Phyllis (lembram da Phyllis, a mãe do Rex?) e a Edie finalmente descobriu sobre a Gaby e o Carlos, da maneira mais hilária e sem noção de todas. E aquele gancho do final realmente surpreendeu, não vejo a hora de saber o que vai acontecer e arrisco dizer que o baby Van de Kamp nasce no próximo episódio.
PS.: não, não leio spoilers e sim, pra mim eles sempre serão Van de Kamp!
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Junte todos os personagens de Desperate Housewives em uma sala, coloque um jogo de charadas como desculpa esfarrapada e muitos assuntos pendentes entre todos. Não tinha como dar errado e não deu. Essa temporada tem explorado bastante as relações entre os personagens principais, os produtores não inventam um personagem novo a cada episódio e isso é muito bom. Todas as Housewives tiveram destaque nesse episódio e todas as histórias foram ótimas, inclusive a da Lynette que ultimamente estava bem apagada.
O mistério que parecia óbvio demais tornou-se um pouco mais misterioso quando Katherine confirmou que a filha não foi estuprada (afinal de contas, acho que isso é a pior coisa que um pai pode fazer a um filho) e aquela marca no chão do quarto trouxe novas evidências de que o primeiro marido dela foi assassinado, talvez pela filha, quem sabe? Espero que os Mayfair continuem na série mesmo depois que sua história seja explicada, adorei essas personagens!
Finalmente a Lynette deixou de ser o ponto fraco da série e as partes dela, por mais apelativas que fossem, divertiram muito. A família Scavo inteira apareceu finalmente e o… eu nunca lembro quem é qual… o filho mais velho fazendo cara de cachorro sem dono e dando os brownies batizados foram ótimos, a mímica dela sobre enforcamento foi o cumulo da falta de noção, muito bom também, enfim, me diverti muito com ela.
Bree ficou com os momentos dramáticos do episódio e umas duas cenas cômicas muito boas, é bom ver como eles conseguem desenvolver os personagens mesmo em um episódio como esse, não teve como não ficar com pena da Bree quando eles receberam a ligação do médico de Danielle. Gaby provando pro Carlos que ela consegue o que quer novamente foi bem legal, mas sei lá, parece que a personagem é só isso, ela fica com o Carlos, ai ela briga com o Carlos, ai ela faz ciúmes no Carlos, ai ela volta pro Carlos… seria bom variar as vezes. E a Susan… a Susan continua sendo pata como sempre, só ela mesmo pra ficar mais de cinco minutos naquele consultório ou acreditar que uma festa de charadas poderia ser divertido… no fim de tudo fiquei feliz principalmente com uma cena que na verdade eu não entendi direito, mas me mostrou que o Carlos não é um monstro e não planeja matar a Edie. Episódio bom, resenha grande, desculpa e até semana que vem!
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Zapeando ontem de noite, dei de cara com Magnolia na Warner. Já tinha visto o filme duas vezes, mas resolvi assistir novamente. A foto da Felicity Huffman aqui é só um pretexto para falar do filme. É MARAVILHOSO. Assistam! Ela faz um papel pequeno, mas ainda assim é ótima.
Mas falando do filme: ele dura três horas e não é chato em momento algum. Tem cenas tão bizarras quanto uma chuva de sapos e mesmo assim se mantém verdadeiro, pungente, humano. Tem o Tom Cruise Credo no elenco e não é bobo, não é óbvio. Aliás, o elenco é um show a parte: Philip Seymour Hoffman, Juliane Moore, William H. Macy, John C. Reiley. E isso é só o começo.
Sério, ASSISTAM! E depois me contem o que acharam! Pronto, falei.
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Por Michael Oliveira
Gosto bastante da forma como Katherine foi inserida no núcleo principal da série, ela não é um objeto estranho inserido a força, parece natural e por isso rende momentos tão legais como os desse segundo episódio. De longe e sem sombra de dúvidas o arco mais interessante foi o da Bree e a torta de limão (tudo bem, eu sou mega fã da Bree, mas é a verdade, ela foi a melhor do episódio), depois de ter a sua perfeição desafiada ela faz de tudo para conseguir o posto de volta e acaba descobrindo que o buraco é mais embaixo. É engraçado ver a evolução da Bree e o estranhamento que surge com a chegada de alguém que é muito parecido com o que ela era anos atrás, creio que isso ainda seja explorado mais a fundo e quem sabe uma amizade nova aconteça? Seguindo temos a Susan sendo neurótica. Os arcos dela nunca me agradaram, mas a Teri tem um jeito de interpretação que realmente salva a personagem, não tem como não rir com ela ‘usando os ombros’ ou sendo confundida com uma stripper. Ela é o alívio cômico da série e funciona muito bem como tal, espero que ela demore muito para entrar no arco “estou grávida e por isso tenho cenas mais comportadas”. Estou amando odiar a Edie e me assustei com a decisão do Carlos no fim do episódio, como assim?!?! Eu sei que ela está exagerando e tudo mais, porém ela é uma boa pessoa. O filho dela deveria voltar, acho que isso resolveria muito bem os problemas dos dois. O arco da Lynette e o câncer ainda é o que mais me incomoda e essa semana eles envolveram a Gaby nisso também, por um lado foi bom, já que pudemos ver o quanto a Eva é boa atriz e o quanto ela é linda. Mas está chato, o ritmo do episódio caia em todas as cenas de quimioterapia e a relação da Lynette com a família está quase esquecida. Os filhos dela são simplesmente ignorados, como se nada disso afetasse suas vidas. Por falar em filhos, cadê o Andrew? Ele é um ótimo personagem, espero que tenha mais destaque nessa temporada, assim como a Danielle, afinal de contas não tem porque criar centenas de personagens interessantes se eles não são aproveitados. Nem comentarei o mistério, estou esperando surgir algo surpreendente sobre ele para poder chamá-lo de mistério já que até agora tudo aponta para a mesma direção e a resolução parece que virá bem antes do fim da temporada. Espero estar errado.
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Eu sempre avalio os episódio de DH tendo como base o episódio BANG, que na minha singela opinião foi o melhor de todos. Sendo assim, este season premiere recebe nota sete, já que não foi ruim, entretanto não foi excelente como esperava.
Ele serviu como um prelúdio do que acontecerá no resto da temporada e devo dizer que fiquei bem empolgado. Os novos personagens são ótimos, apesar desse ser o mistério menos misterioso já criado. Nathan Fillion está ótimo como sempre e a cena dele com a Susan foi impagável, a dinâmica entre a Katherine e a Bree é muito boa e creio que renderá muitas risadas ao longo da temporada. A filha é a menos interessante de todas, porém, quando os seus segredos começarem a ser desvendados a personagem crescerá bastante. Os novos plots dos antigos moradores também são muito bons, Bree querendo uma segunda chance como mãe, Gaby querendo uma segunda chance com Carlos ou seria terceira? Susan grávida, Edie viva e mais psicótica do que nunca. Eu só não gostei muito dessa luta contra o câncer da Lynette. Essa é uma história importante, que fala com muitas pessoas ao redor do mundo e que vai mostrar mais uma vez que a Felicity é uma atriz fenomenal, mas não é uma história engraçada. Eu não consigo rir com uma mulher procurando a peruca pro seu filho não saber que ela está doente, ou com ela vomitando dentro da bolsa de alguém porque não está se agüentando em pé, não acho isso engraçado, ainda assim é muito legal dos autores tratarem esse assunto. Desperate Housewives criou, ao longo dos últimos três anos, uma galeria de personagens como nenhuma outra e é incrível como em um episódio tão curto eles conseguiram dar espaço à muitos deles. Conseguimos matar a saudade da McCluskey, que mesmo depois daquela crise com o marido, continua bem e indiscreta como sempre. A Ida, acreditando em tudo como sempre (a cena do Orson e o garfo foi a melhor cena dele com certeza), a Julie sempre com a pulga atrás da orelha, duvidando de tudo, até o Andrew apareceu e aparentemente aquele clima familiar e aquela bondade toda que ele demonstrou na temporada passada estão com os dias contados. Enfim, um ótimo episódio de Desperate Housewives, com tudo, ou melhor, com quase tudo que aprendemos a amar e odiar na vidinha suburbana de cada dia. O próximo domingo já chegou?
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O nosso novo colaborador Michael Oliveira conferiu o episódio especial de Desperate Housewives, que antecede a season premiere da próxima semana, e nos mandou suas impressões:
"Desperate Housewives teve uma excelente primeira temporada, seguida por uma segunda temporada medíocre, mas conseguiu se recuperar na terceira temporada com episódios excelentes e um final excepcional. Esse episódio serve como uma preparação para a quarta temporada, atualizando o espectador com tudo o que aconteceu nos últimos três anos e deixando o terreno pronto para a season premiere no próximo domingo. E já era hora, mal posso esperar para saber o que aconteceu com a Edie ou conhecer a nova vizinha. De uma coisa tenho certeza: ainda tem muita coisa boa vindo de Wisteria Lane"
E a campanha "We want you for Blog Na TV" está sendo um sucesso. Recebemos um monte de e-mails e logo teremos novas caras se unindo à família Na TV. Aguardem grandes novidades!
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É, a vida não anda fácil para ninguém. Depois de ter filhos gêmeos, Marcia Cross precisa garantir o leitinho das crianças. E para isso, nada melhor do que estrelar o comercial de um super limpador austríaco! Reparem na dublagem, hilária.
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E eis que estreou a tão falada versão nacional de Desperate Housewives. Eu esperava um programa ruim, mas a Rede TV conseguiu superar as minhas expectativas: é péssimo. Apesar de ser obrigada por contrato a seguir fielmente o roteiro de Marc Cherry, a emissora conseguiu transformar uma série excelente em um produto televisivo de uma tosqueira sem precedentes. Se você viu o piloto de DH sabe exatamente o que acontece: não muda nada, nada, nem uma linha. Mas as atuações são tão limitadas que toda a genialidade dos primeiros episódios da série vão por água abaixo. Para vocês terem uma idéia, vou escrever aqui uma frase que jamais pensei que diria na minha vida: Isadora Ribeiro tem a melhor performance do elenco. Juro. (more…)
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I’ll be there for you… Hoje, 20 de julho, é o dia internacional do amigo. A data provavelmente foi inventada por alguma fábrica de cartões, mas o lado comercial não pegou. É dia de mandar um torpedo, um scrap, um e-mail, qualquer coisa para lembrar aos nossos amigos do coração o quanto eles são especiais para nós. E é dia também de mais um top 10 mais do que especial, lembrando as amizades mais bonitas da telinha! (more…)
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Gisele Ramos
Ouça a música e leia o post
O amor é tema constante nas séries. Mesmo nas situações mais adversas, como as enfrentadas em tramas como Lost e 24 Horas, sempre sobra um espaço para o romance. Este blog não poderia deixar uma data como o nosso capitalista dia dos namorados passar em branco. Então, eis os melhores casais que já passaram pela nossa telinha!
1) Carrie Bradshaw e Mr. Big - Ela, uma alma livre e glamourosa. Ele, um solteirão inveterado e conquistador. Juntos, o casal mais bacana que o mundo das séries já nos ofereceu. Entre idas e vindas, nos mostraram que um relacionamento amoroso não precisa ser perfeito para ser perfeito. Seis temporadas, vários namoros e muitas risadas depois, viveram felizes para sempre.
2) Kate Austen e Sawyer - Ela, uma fugitiva. Ele, um trambiqueiro. Feitos um para o outro! As Jaters que me perdoem, mas Kate nasceu para ficar com Sawyer. Com ela, ele se tornou um cara melhor: mais maduro e capaz de lidar com seus sentimentos. Claro que ninguém assiste Lost para ver romances, e suas cenas juntos foram bem contestadas nessa terceira temporada, mas eles não formam um casal absolutamente lindo? Merecem um final feliz, dentro ou fora da ilha. E Jack que vá incomodar com suas neuroses em outra freguesia!
3) Keith e David Fischer- Ele, um sisudo agente funerário. Ele, um policial boa praça. Juntos, são um daqueles casais pelos quais a gente torce muito. Keith sofreu muito com a dificuldade de David para sair do armário, e David sofreu muito com a intransigência de Keith. Mas nasceram um para o outro!
4) Gabrielle e Carlos Solis - Ela, uma ex modelo fútil. Ele, um empresário latino de sucesso. Juntos, o casal mais divertido de Desperate Housewives. Infiéis, enfrentaram vários obstáculos na relação. Ela teve um caso com o jardineiro. Ele foi preso. Brigam como cão e gato, mas no fundo se amam demais. E nem o divórcio corta os laços que os une. Talvez os futuros relacionamentos que ambos terão na série façam isso, mas eu duvido.

5) Jack Bauer e Audrey Raines - Ele, o mais durão agente anti-terrorismo. Ela, a delicada filha do secretário de segurança. Juntos, eles provam que os brutos também amam. Ela já foi até a China para resgatá-lo e ele já traiu a nação para salvá-la. Serão felizes para sempre, até que algum terrorista os separe.
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by Maurício
Um dos episódios mais engraçados que eu já assisti em DH.
O nome já sugere o rumo que o episódio seguirá: fofocas.
A festa de noivado de Gabrielle ia bem até Eddie dizer que Carlos e ela estão namorando; Gaby quebra a taça que segurava e machuca a mão por causa da notícia.
As vizinhas todas fofocam sobre todos, mas a mais comentada é a Mrs. McCluskey por causa do marido que ela mantinha no freezer do porão de sua casa. Como sempre, é mais fácil falar mal do que perguntar a alguém o porquê de algumas atitudes.
Na manhã seguinte, Gaby diz a Eddie para encontrar seus próprios homens e parar de pegar os restos das outras. Eddie retruca dizendo “e se eu não quiser?”. Gaby ameaça Eddie que se sai com a melhor frase de DH até hoje: “você é tão alta quanto minhas pernas”.
Guerra declarada, Gaby cobra lealdade de Lynette e Susan, lembrando de alguns favores antigos.
Nesse meio tempo, Ian e Mike discutem na frente da casa de Susan e quase partem para as vias de fato.
Lynette continua no perigoso terreno de olhar seu Chef com outros olhos, dando desculpas cada vez mais esfarradas a Tom.
Mrs. McCluskey sofre as conseqüências de ter feito o que fez; sua casa é alvo de ovos, pichações e palavras más, vindas de adultos e crianças. Isso só acontece lá (ironia pura!).
Kayla, filha de Tom, cobra mais participação de Lynette na condução do lar. Lynette faz que não é com ela.
Quando Kayla diz que Lynette mente, essa usa de seu poder de “gente grande” para silenciá-la. Todo adulto já fez isto com criança pelo menos uma vez na vida!
A cena que envolve Susan no estacionamento é ótima. Quem já não quis fazer o que ela fez com o cara folgado?
Eddie percebe que a estão isolando e usa de “golpes baixos” com Lynette e Susan. E dá certo. O dinheiro sempre é muito atraente.
Parker, o único que está do lado de Mrs. McCluskey, pede que ela volte a ser a babá dele e de seus irmãos.
Na festa de Travers, outra frase ótima de Gabby: “é isso que nossa amizade vale para você, 20 pizzas?”. Dinheiro, sempre ele. Gaby descobre que ainda tem o amor de Carlos.
Mrs. McCluskey conta exatamente o que aconteceu para que ela agisse da maneira que agiu. E deu dó dela (fico pensando - quantas pessoas devem fazer isto de verdade neste mundo maluco…).
Susan finalmente escolhe entre os dois briguentos - e acaba ficando com nenhum.
E do mesmo modo que o episódio começou, termina: fofocas.
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