Arquivo da Categoria “Brothers and Sisters”

Com spoilers
Semana boa essa que passou, né? Voltou Lost, voltou Grey's, voltou Gossip Girl e também voltou a fofíssima Brothers & Sisters. Episódio inédito, mas por alguns momentos parecia até uma reprise. Os Walker repassando fofocas por telefone, esse drama de "quem é o pai da Rebecca?", discussão sem sentido nas reuniões, isso tudo me parece roteiro requentado. Enquanto isso, as outras séries citadas parecem ter voltado revigoradas depois da greve.
Dia desses um amigo me perguntou como a trama da candidatura de Robert ia ficar no ar em ano eleitoral, e logo no começo temos a resposta: o cara não vai concorrer à presidência, apesar de ainda termos uma pequena possibilidade do personagem integrar a chapa republicana como vice. Depois da derrota nas prévias, a trama deu um salto de três meses à frente, apesar de parecer ter dado um triplo twist carpado para trás.
Toda a família está muito feliz, até que surge a possibilidade de Nora ir morar em Washington com o namorado. Aí começam as tramas dos irmãos para impedir, dando um show de egoísmo e imaturidade. Não tivemos cenas engraçadas, nem diálogos inspirados. E a luta dos Walker para manter a mãe em LA não conquista a simpatia do espectador nem por um segundo. A personagem de Sally Field, que eu geralmente acho chata demais, foi a única que me despertou emoções, na tocante cena final.
Sei que é uma série simples, sobre pessoas, mas os roteiristas terão que fazer melhor que isso para Brothers & Sisters se mantenha boa nestes próximos episódios e na próxima temporada (que já está garantida, com 27 episódios). Eu não imagino mais nenhuma reviravolta possível para a trama, além daquela que já está bastante óbvia e que deve ocorrer no próximo episódio, que vai ao ar hoje nos EUA.
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E amei ainda mais o último episódio exibido nos EUA, "Compromises", porque:
- Calista Flockhart finalmente aparentou os seus 44 anos
- O casal gay mais fofo do mundo das séries está junto e mais unido do que nunca
- Rob Lowe vai ser o presidente dos EUA (muito melhor que Barack Obama, Martin Sheen ou Geena Davis, não acham?)
- Rachel Grifiths (Sarah Walker) cantou "Believe" da Cher no karaokê e arrasou
- Kevin Walker cantou "What's New Pussycat" e foi P-É-S-S-I-M-O
- Sexo casual é a coisa mais natural do mundo. Mesmo para uma matriarca de mais de 60 anos de idade
- Sally Field (Nora Walker) cada dia mais se parece com a Regina Duarte. Só falta aquela quebradinha no pescoço. Epa, não falta.
- É Brothers & Sisters, ora bolas. Precisa de motivos para amar?
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Putz, tomei um susto no episódio dessa semana de Brothers and Sisters (lá dos EUA, que já ultrapassei a Universal faz tempo). Sabem quem é o tiozinho aí da foto, o primeiro amor da Nora? Sim, ele próprio, o rei da Sessão da Tarde! Chevy Chase!
E ele está assim, velhinho, de cabelos brancos. Puxa, eu cresci vendo Férias Frustradas, e ele sempre foi o paizão. Agora é o vovozão. É isso meu povo, o tempo passa, até para as lendas. Agora só falta me dizerem que o Chuck Norris e o Cardoso também envelhecem. Aí o meu mundo vai cair por completo. Sou capaz até de acreditar naqueles que dizem que Papai Noel não existe.
Ainda sobre o episódio: o casal gay mais fofo do mundo está de volta! AMEI!
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Não é segredo para ninguém que estou apaixonada por Brothers and Sisters. A história, simples porém bem contada, é embalada por ótima música. Esse talvez seja um dos fatores que me fez adorar essa série. Curtam as músicas e depois me digam se concordam, ok? Não vou descrever as cenas onde elas aparecem, pois a maioria do pessoal está acompanhando a série pela Universal e este post se tornaria um imenso spoiler, e não é essa a intenção. Para ouvir online, basta clicar no título da canção:
1) Like a Star (Corinne Bailey Rae) - Já esteve aqui em outro top ten, mas é tão boa que vale a pena repetir! Tocou no quinto episódio da primeira temporada, "Date Night"
2) Ice Age (Pete Yorn) - As músicas de Yorn são sempre ótimas. Não por acaso emplacou várias faixas nas trilhas das nossas séries favoritas. Esta tocou no quarto episódio da primeira temporada, "Family Portrait"
3) Shelter (Ray LaMontagne) - Outro cara que é rei das trilhas sonoras de séries. Esta tocou no episódio sete "Northers Exposed"
4) You shook me all night long (AC/DC) - Quem disse que série mulherzinha não tem rock na veia? Esse clássico tocou no nono episódio "Mistakes were made - part 2". A Sarah dançando e cantando essa música é impagável!
5) Orange Sky (Alexi Murdoch) - Essa música é tipo aquela do assobio: está em todas as trilhas! Mas é ótima, e merece seu lugar aqui. Tocou no episódio "Family Day", o décimo primeiro da primeira temporada
6) Always on your side (Sheryl Crow) - Na verdade, ela canta essa música com o Sting, mas cortaram a parte dele e na série ficou só a voz dela. É uma linda música! Tocou no 16º episódio, "The Other Walker"
7) Snow (Hey Oh) (Red Hot Chili Peppers) - A banda de Anthony Kiedis (aquela que está processando a série Californication) marcou presença no último episódio da primeira temporada "Matriarchy". Nesse episódio também tocou Macarena, mas essa não merece espaço por aqui…
8 ) Wake me up before you Go Go (Wham!) - Muito antes do George Michael dar assistência em banheiro público, ele fazia parte de uma dupla chamada Wham, que lançou esse clássico dos anos 80. Música muito divertida, tocou no episódio "History Repeating", o terceiro da segunda temporada da série.
9) Humble Me (Norah Jones) - Toda e qualquer faixa cantada por Norah Jones é maravilhosa. Desconfio que se ela quisesse interpretar Fuscão Preto, o faria com maestria. Enfim, mais uma excelente música da excelente cantora, tocou no quarto episódio da segunda temporada, "States of the Union"
10) Fidelity (Regina Spektor) - Ok, eu sei que quase todos top ten tem essa música, mas o que eu posso fazer? É boa demais! Tocou na primeira temporada, não lembro bem qual episódio. Se alguém lembrar, por favor use os comentários.
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Ano passado, quando Brothers and Sisters estreou na ABC, assisti aos dois primeiros episódios. Amei o primeiro, odiei o segundo e resolvi nunca mais ver. Mas então a série estreou na Universal, e uma leitora nos mandou um e-mail reclamando que não estávamos dando a devida atenção a Brothers and Sisters. Prometi que ia dar uma chance e tentar acompanhar pela Universal. Mas, como horário marcado não é o meu forte, acabei pedindo ao nosso grande amigo Paul.
Resultado: vi um episódio atrás do outro. A série é boa demais! Sim, é mulherzinha. Sim, é sentimental. E quem não gosta de ver sentimentos como amor, amizade, companheirismo, frustração na telinha? Através da família Walker enxergamos a nossa própria família, com todos os defeitos e qualidades que qualquer núcleo familiar possui.
A mãe Nora, apesar de totalmente sem noção, tem um coração de ouro e me lembra demais da minha própria mãe. Que só não é tão namoradeira, que fique bem claro aqui. Os cinco filhos têm problemas, mas contam sempre uns com os outros, nas horas boas e ruins. O pontapé inicial é quando o patriarca dos Walker morre, e deixa uma herança de mentiras e traições, que mexe com todos. Cada episódio tem uma revelação, uma reviravolta. Não no sentido 24 horas, mas no sentido das reviravoltas que acontecem com todos nós. Em um minuto, podemos terminar um relacionamento, receber uma proposta de emprego ou perder alguém que amamos. Acontece, é a vida. E ela está bem representada na série.
Além disso, temos atuações magistrais de Sally Field (devidamente coroada com o Emmy), Rachel Grifiths e Calista Flockhardt. Os personagens são muito carismáticos. É impossível não torcer horrores por Kevin e Justin, por exemplo. E até o canastrão Rob Lowe está muito bem como o senador McCalister, uma versão política do McDreamy. A série é para rir, mas principalmente, para chorar. E meu amigo, se você não se emocionar assistindo aos episódios da série, lamento lhe informar, mas você não tem coração.
Se você quiser comentar a série com outros fãs, recomendo esta comunidade do Orkut!
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Para quem perdeu, hoje a Universal faz maratona com os cinco primeiros episódios de Brothers and Sisters, a partir das 13 horas (com reprise a partir das duas da manhã). Vou aproveitar e assistir, já que só vi os dois primeiros episódios. O primeiro é muito bom, o segundo é muito ruim. E foi aí que eu desisti. Mas levando em conta o Emmy de Sally Field, a indicação da Rachel Griffiths e o sucesso da série, vou dar mais uma chance! Comentários aqui, depois. Confiram!
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