Arquivo da Categoria “Boston Legal”
Estava checando algumas informações no site da ABC quando dei de cara com essa publicidade aí ao lado. William Shatner, o eterno capitão Kirk, não tá nem aí e paga mico em um site de descontos em hotéis, passagens aéreas e aluguel de carros. Tão engraçado quanto Denny Crane. Veja mais no site.
Aliás, dia desses vi uma entrevista do cara na Oprah onde, além de confessar adorar o programa, ele contou que retirou uma pedra do rim há uns tempos atrás e resolveu LEILOAR o artefato! E pior, alguém arrematou por US$ 25 mil! A boa notícia é que o dinheiro foi doado para uma entidade que constrói casas para famílias pobres.
Enfim, como uma amiga disse certa vez, o legal de Shatner é que ele sabe rir de si mesmo. Nós também, querido, nos divertimos muito contigo.
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Ficar alguns dias sem internet é terrível para uma criatura quase-nerd como eu, mas tem seu lado bom. Episódios esquecidos no HD há meses e boxes lacrados estão fazendo a minha festa nessa última semana e tenho visto muita coisa boa que, obviamente, não poderia deixar de compartilhar com vocês:
Gilmore Girls - Assisti os primeiros episódios da série no SBT há anos atrás, depois via um episódio ou outro perdido na Warner, mas nunca achei muita graça. No final do ano passado, em uma daquelas promoções do Submarino, acabei comprando a terceira temporada, meio por impulso. O box estava lá na minha estante, esquecido, até que resolvi dar uma olhada. Bom, passei horas a fio dando uma olhada, já que a série - além de muuuito fofa - é viciante. É tipo BIS: impossível ver um só. A terceira temporada tem a participação do Milo Ventimiglia franzino (parece ter crescido uns 20cm para encarnar o Peter Petrelli de Heroes) e com a boca completamente torta. Será que ele teve algum problema, tipo um derrame na infância? Tanto faz. Enfim, estou agora desesperada para completar a minha coleção de Gilmore Girls!
Skins - Vi o primeiro episódio há muuuito tempo atrás, achei bacaninha, mas sei lá porque não continuei assistindo. Mas com o tempinho de sobra resolvi ver o resto e, puxa, totalmente viciante. Vi até o sexto episódio da segunda temporada. Todo mundo fala que é uma série pesada, com sexo, drogas & rock n' roll, mas eu acho que é mais, muito mais que isso. É simplesmente a série adolescente mais realista que eu já vi e não interessa se os adolescentes moram na Inglaterra, nos Estados Unidos ou no Brasil. Os dramas são globalizados, e atire a primeira pedra quem nunca se apaixonou pelo professor, quem nunca cobiçou a namorada do melhor amigo, quem nunca teve problemas com os pais… Sem falar na trilha sonora perfeita, a começar pela maravilhosa "Standing in the way of control" de The Gossip no início de todos os episódios da primeira temporada. Prometo um top 10 para breve, assim que a normalidade volte a imperar no meu dia-a-dia.
Boston Legal - Aproveitei também para tentar alcançar a transmissão americana e devorei a terceira temporada de Boston Legal. Que delícia! Um episódio melhor que o outro, com casos que, por trás das reivindicações por vezes estapafúrdias dos clientes da Crane, Poole & Schmidt, sempre - eu disse SEMPRE - trazem reflexões pertinentes sobre a sociedade americana (e toda a sociedade ocidental em geral). Política, religião, valores: tudo vem à tona no genial roteiro de Boston Legal. Além disso, novos personagens trouxeram novo fôlego à série, que continua com suas auto-referências e piadas politicamente incorretas. Genial, simplesmente genial.
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Por Alan Tambelli
Tenho que concordar com o que li sobre o episódio, não foi nada demais. Passou longe de ser um excelente episódio, e foi muito morno. Mas também sinto a necessidade de ver episódios assim, não dá para querer julgamentos grandiosos toda semana, e nem sempre a série precisa ser o picadeiro de Denny. Katie virou minha queridinha mesmo: ela é doce, inteligente, e justa. Adorei ver como ela se entregou a um caso que não era obrigação dela, e como ela foi sincera e eficiente na mensagem que passou.
O que Joseph sofreu é algo mais comum do que pensamos, infelizmente. Ele foi preso por um crime que não cometeu, pagoupor ele, e mesmo assim tinha seus direitos atacados. A série deixa claro o estrago que o preconceito pode fazer. Outra coisa que gostei do episódio foi a participação de Carl, mesmo sendo pequena. Esse é o personagem que jurava que detestaria, mas ele está melhor semana a semana. Hoje digo com certeza que ele já é fundamental para a série, e que sua participação só eleva o nível da trama.
O grande furo deste episódio foi o papel secundário reservado para Shirley e Denny. Eles fazem falta, sempre. Como citei antes, esse episódio foi lento, mas ficou claro que teremos um grande julgamento no próximo episódio. Alan ter pego esse caso me incomodou, mas no fundo esse é o Shore de sempre. Gostei da dupla, espero uma grande atuação de Whitney neste julgamento. Bem, foi isso. Vamos esperar o 4.06 e ver como Alan vencerá esse julgamento.
Obs: Queria pedir desculpas para a equipe do blog, e para qualquer pessoa que leia esses comentários, pelo atraso. Tive alguns problemas com meu PC e uma volta meio bagunçada de viagem, por isso atrasei tanto. Queria dizer que se a Editora do Blog concordar estarei mandando os comentários todo Domingo, pois minhas viagens não ajudam muito.
Nota da Editora: Concordo sim! Manda bala nos domingos!
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O episódio 4×04 “Do Tell” de Boston Legal começa com a chegada de uma novata, mais uma associada para a firma. Whitney, uma bonita (não muito) negra, esnobe, voz meio chata, muitos gestos, muitas “caras e bocas”, é o perfil perfeito de quem veio pra ficar (intenção dos produtores), mas não fica na série (destoa do resto dos personagens). Em uma cena hilária ela acaba recebendo de Carl um caso divertido para quem assiste, e bobo para a firma. Para trabalhar com ela no caso Katie foi à escolhida. Miguel, aquele mesmo do caso de briga de galo do episódio anterior, tem um filho (Domingo) com uma americana, e seja por perigo ou pelas diferenças culturais dos dois, a mãe tenta tirar a o pequeno toureiro do pai por achar o esporte perigoso demais. Esse caso foi engraçado, e ver a freira como tradutora de Miguel foi engraçado novamente, que Deus a perdoe. Os autores de BL adoram pegar no pé da igreja, acho que é por isso que amo a série. (Nossa, agora acho que serei xingado.) Mais uma vitória do escritório, pra variar.
Em outro caso Shirley defende um militar que foi afastado das forças armadas por assumir que é gay, ele poderia ser gay e continuar em seu posto, só não poderia assumir que era (mais uma pouco da hipocrisia americana). A parte mais engraçada deste caso foi quando Fitz (cliente, e amigo de Denny) falou que era gay, e Denny se afastou dele, dei boas risadas com isso. Neste caso temos o prazer de ver Shirley manipulando o juiz, que é ninguém menos que o maluco Clark Brown. Ela manda bem no julgamento, como sempre, e consegue mais uma vitória. Clark Brown é uma figura, o velho e espalhafatoso juiz virgem é um personagem legal da série, merecia uma citação antes. Sua atuação é perfeita, e eu não ter comentando isso antes é “chocante”, “como me atrevi”?
No escritório tivemos algumas coisas interessantes para a sequência da série. Denny pega Carl beijando sua amada (Shirley) na sala dela. Ele fica arrasado, chora no ombro do Alan (literalmente), mas quando ele conversa com Shirley fica claro que Denny é mais maduro do que os fãs pensam e do que os autores tentam fazer dele na maior parte do tempo. Infelizmente minha vontade parece que não será feita, parece que Denny e Carl não brigam mais por ela, eu acho (querendo estar errado, claro). (more…)
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Por Alan Tambelli
No terceiro episódio desta temporada de Boston Legal, The Chicken and the Leg, Alan se mete em um julgamento que é a sua “cara”. Uma menina de 15 anos, soropositiva (HIV), quer processar sua escola que ensina que abstinência é a única maneira de se proteger contra DSTs, e combate o uso da camisinha. Shore como um grande liberal (leia, democrata) dá o seu melhor nesse caso. O atual governo americano é ridicularizado, merecidamente, por ele.
Esse julgamento é o que transforma Boston Legal em drama, é também aquele momento da série em que todos param para questionar as políticas americanas, e o poder mal utilizado de algumas religiões. Shore se supera quando pode falar mal do governo de George W. Bush, e quem assiste vê uma atuação perfeita. Antes que esqueça, a parte sem graça do julgamento foi mais uma vez Alan transando com Lorraine no elevador do tribunal, é repetitivo e bobo. (more…)
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Por Alan Tambelli
O episódio "An inocent man" não entrará para lista dos meus favoritos, com certeza. Mas passa longe do piores também. Tivemos bons momentos e o mesmo veredicto de sempre. Denny bobo como sempre e dispensável como nunca, e Lorraine virando a musa da temporada (de onde eles tiram essas idéias!) mesmo sendo sem sal e totalmente "sem nada".
Foi legal ver Alan dando uma aula sobre os tribunais, e preparando "Hands" e Katie para o julgamento de Joseph. Ele se importa com Jerry, e aparentemente acredita que a novata será uma excelente advogada. Isso poderia ter indicado um Shore mais maduro, pronto para ser pai, e assim ele aceitaria a proposta de Gloria, mas não foi o que vimos, ele finalmente responde a proposta de Gloria com um não. E ela não aceitou muito bem isso. O julgamento foi o mesmo de sempre, caso complicado, todos com a certeza de que dessa vez não vão conseguir, e no fim mais uma vitória de Crane, Poole & Schmidt. Acho que isso está ficando chato!
Lorraine é apresentada como nova associada da firma, e Denny apresenta à mesma seus interesses, foi engraçado e repetitivo. Alan e Lorraine transam no escritório, repetitivo. Denny e Alan debatem sobre seus desejos pela mesma mulher (Lorraine), mais uma vez, repetitivo. Resumindo, a série tá caminhando para um eterno "mais do mesmo", espero que nos próximos episódios Carl e Clarence apareçam (esquecidos nesse episódio) e assim a série se afaste das mesmas questões de sempre. Shore finalmente é respeitado por todos, e ficou claro que a série é dele, até para seus amigos de firma. Depois de termos Denise, Lori, Sally, Claire, e Tara desfilando por cada episódio, somos obrigados a ver Lorraine, e todos babando por ela. Por fim, Denny agora sabe o que Carl foi fazer em Boston. Será que fará algo por Shirley?
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Por Alan Tambelli
Boston Legal voltou, mas infelizmente os legenders não! Mas vamos falar do episódio “Beauty and the Beast”. Já comentei a saída de alguns personagens no post anterior, mas com o primeiro episódio da quarta temporada tivemos algumas explicações. Brad Chase deixou “Crane, Poole & Schmidt” para virar um promotor publico, Paul saiu da série (foi uma grande perda na opinião de muitos, mas ficou claro que voltará) e Denise está curtindo uma licença maternidade. Quanto à linda Claire Simms, não tivemos nenhuma resposta ou sinal de resposta. Simplesmente se foi.
Já que começamos falando de quem saiu, hora de falar de quem chegou. Vejo nos novos personagens uma tentativa clara de colocar personagens semelhantes aos que saíram. Carl Sack (John Larroquette - com certeza um grande ator e o seu personagem fará bem a série) veio para fazer o papel de chato do ano, encher todos dando uma de “delegado”, mas todo enredo precisa de um “bom” chato e esse será o de BL. Katie Loyd (Tara Summers), advogada recém-formada (com ligeiro sotaque britânico, “achismo” meu) chega ao escritório para ocupar o espaço que Denise deixou. Ficou claro que ela terá uma ligação especial com Jerry “Hands”. No resto a série continua com o clima do final da terceira temporada. Fica aqui um protesto. Autores americanos, por favor, pensem em mais nomes para personagens dentro das séries, chega de Carl, Claire, e Katie. (more…)
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Por Alan Tambelli
Acredito que falo tanto desta série, insisto para tantos amigos acompanharem, e sinto tanto prazer em falar sobre ela, que a Gisele acabou ouvindo esses gritos e pensou: “vou chamar o Alan para ser um colaborador do blog escrevendo sobre BL”. Então, aqui estou. Não sou tão bom na escrita quanto queria, mas farei meu melhor para comentar essa série que tanto me alegra. Espero que os leitores do blog gostem e comentem. Agradeço a confiança da Gisele, e o apoio de alguns amigos.
Boston Legal teve três temporadas, depois de uma longa pausa a ABC resolveu trazer de volta essa engraçada e dramática (sim, a série é um drama, mesmo que alguns fãs não achem isso - como notei nos comentários sobre as indicações para o Emmy 2007) “saga” de Denny Crane, Alan Shore, e outros personagens interessantes (não tão interessantes quanto os dois primeiros). A maior novidade da série é a saída de três personagens importantes: Denise Bauer (Julie Bowen), Brad Chase (Mark Valley), Paul Lewiston (Rene Auberjonois). Vou sentir falta do Brad como alvo de algumas piadas do Shore, estou alegre com a saída do freio do Denny (o Paul), e me sinto indiferente com a saída de Denise. Sei que alguns fãs da série gostam destes personagens, mas sejamos sinceros, Boston Legal é Alan Shore e Denny Crane, “o resto é resto” (tinha que soltar algo desse tipo). Crane, Poole & Schmidt sobreviverá! (more…)
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Como é bom ver um assunto meio esquecido pela grande mídia sendo tratado sem preconceitos em uma série de tv! Ontem assisti ao episódio “Witches of Mass Destruction”, da segunda temporada de Boston Legal, que fala principalmente sobre diferenças religiosas. E uma das partes que movia um processo contra a bruxa verde aí do lado era um casal de adeptos da Wicca! Para quem não sabe o que é Wicca, uma breve explicação.
Acontece que a religião tem MILHARES de adeptos, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Sabe aquela sua vizinha que usa sempre um pingente de pentagrama e vive na lojinha esotérica? Ela pode ser uma wiccan! E que delicadeza os roteiristas tiveram ao retratar os wiccanos como pessoas equilibradas e perfeitamente normais, diferentemente de Charmed, que retratava esse mundo com fantasia. O outro casal que movia o processo contra a festa de Halloween na escola era cristão fervoroso e alegava que as bruxas eram adoradoras do demônio- e o episódio deixou bem claro que isso NÃO é verdade. Ponto para Boston Legal!
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A tv americana vive uma fase de ouro. São muitas séries geniais no ar, e o nível das produções está cada vez mais elevado. Semana passada ficamos sabendo que Anjelica Houston, talentosíssima e vencedora de um Oscar por “A Honra do Poderoso Prizzi” vai participar da nova temporada de Medium. Isso só prova o que os fãs das séries já estão sabendo há tempos: os seriados de tv se tornaram um espaço nobre para os atores brilharem, e muitos astros que andavam meio esquecidos por Hollywood estão optando pela tv para dar aquele “up” nas carreiras. Veja alguns atores e atrizes que brilharam na tela grande e hoje fazem sucesso na televisão:
Kiefer Sutherland – Promissor astro adolescente nos anos 80, apareceu nos filmes “Conta Comigo” e “Os garotos perdidos”, grandes sucessos da época e clássicos da Sessão da Tarde até hoje. Nos anos 90, sua carreira caiu no ostracismo e só voltou aos holofotes quando encarnou o agente da CTU Jack Bauer na aclamada 24 Horas.
Charlie Sheen – É da mesma geração de Sutherland e esteve em filmes ainda mais cultuados, como “Wall Street” e “Platoon”. Ao longo dos anos descobriu que tinha talento para comédias e apareceu em pastelões como “Top Gang” e “Todo mundo em pânico II”. Mas se consagrou na tv em papéis em Spin City e Two and a Half Man, onde tem um dos maiores salários da televisão. (more…)
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Boston Legal é uma série pródiga em bons personagens: Alan Shore é demais, Shirley Schmidt também. Mas quem sempre rouba a cena com a maior cara deslavada é Denny Crane. Depois de vários episódios em que eu ficava torcendo para que o personagem aparecesse, preciso confessar: se eu fosse 30 anos mais velha, pegava o Denny Crane. É impressionante, basta ele dizer o nome e eu caio na gargalhada. Quando ele vai aos julgamentos e é cercado pela imprensa, então, dá show. Diz as coisas mais absurdas possíveis, sem medo de ser feliz. Sempre tem uma boa resposta para tudo. Mesmo quando é piegas e sentimental, Crane é genial. Não à toa, mesmo ligeiramente senil é o advogado mais prestigiado da Crane, Poole e Schmidt. Com mal da vaca louca ou não, Denny Crane é um daqueles raros personagens que são tão bem construídos, que me fazem feliz com a sua mera aparição na telinha. Vida longa a Denny Crane e a William Shatner, que o interpreta de forma primorosa.
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Porque diabos eu nunca vi essa série antes? Depois de ver o piloto da série ontem, essa é a pergunta que não quer calar. Engraçada, inteligente, madura. A série de Denny Crane e Alan Shore tem fãs fiéis que há tempos tentavam me convencer a assisti-la, mas sabe-se lá porque eu tinha uma certa resistência. Talvez eu não tenha muita simpatia por advogados, mas o fato é que não deu pra segurar as gargalhadas ao ver as trapaças deste grupo. Além do mais, o episódio piloto faz uma homenagem a Annie (aka o primeiro filme que eu vi no cinema na minha vida) simplesmente hilária.
Além de um roteiro brilhante, a série tem atuações magníficas de William Shatner, James Spader (com um sorriso sempre meio preso… botox talvez?) e Monica Potter (uma atriz talentosa e injustiçada na minha opinião, além de sósia loira da Julia Roberts). Mais adiante teremos ainda a maravilhosa Candice Bergen e participação da genial Elizabeth Mitchell. Muito em breve (breve mesmo, a primeira temporada vou terminar rapidinho) alcanço a exibição nos Estados Unidos e estarei postando comentários semanais por aqui. Fica a dica.
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