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Arquivo da Categoria “Gilmore Girls”


Sentimentos à flor da pele! Dia desses eu larguei no twitter uma frase que, meio sem querer, resumiu a minha existência: “Série é que nem homem: quando me faz chorar, eu gamo”. Claro que eu gosto das tramas sofisticadas e com produção impecável que nos obrigam a refletir. Mas quando uma cena me faz derramar um rio de lágrimas, eu sei que a arte atingiu seu maior objetivo: fazer seu espectador sentir. São cenas dignas de um novelão mexicano, eu sei, mas tenho que tirar o chapéu para as tramas que conseguem me envolver com os personagens a ponto de externar dessa maneira minhas emoções. E tenho que confessar a vocês: não sou uma pessoa de choro fácil. Confiram as cenas que me fizeram chorar que nem criancinha (tem até 24 Horas[bb]!) e mandem bala nos comentários. Qual cena te fez chorar também? E não deixem de participar da nossa promoção, né? O sorteio é dia 20.

The O.C - The Chrismukkah That Almost Wasn’t

Este episódio da segunda temporada de The O.C.[bb] proporcionou a minha mais recente crise de choro. Episódio de Natal, era pra ser festivo. Mas acontecem todos os dramas possíveis: a nova namorada de Ryan é filha de Caleb e todo mundo descobre durante as comemorações. O Natal estava arruinado, mas Summer e Marissa resolvem salvar o feriado. Ryan sai com Lindsay para conversar e quando a leva em casa, surpresa! A casa está toda iluminada, todos estão reunidos e a moça finalmente vai ter um Natal. Papai Noel sempre me emociona… (more…)

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Hoje, segundo final de semana do mês de agosto, comemoramos o Dia dos Pais. Dia de reunir a família em torno da mesa, fazer aquele agradinho no velho, dar presentes e tentar retribuir um pouquinho do carinho que nos foi dedicado durante toda a vida. No mundo das séries, muitos personagens também estariam comemorando o dia de hoje com sua prole. Já que não podemos paranenizar pessoalmente os nossos leitores que já são pais, e os pais de nossos leitores, vamos lembrar alguns tipos de pais que já passaram pela nossa telinha. É nossa singela forma de desejar a vocês um FELIZ DIA DOS PAIS!

Pai gatão - Christopher: O pai da Rory, de Gilmore Girls[bb], era puro charme. Meio ausente, ele passou as sete temporadas da série tentando se aproximar de Rory e reconquistar Lorelai. Se ele errou com Rory, compensou com Gigi, que foi abandonada pela mãe e criada por ele, sozinho. Era rico e divertido, e as amigas de Rory tinham toda a razão em suspirar pelo cara. Também não podemos deixar de mencionar o vovô Gilmore, que muitas vezes representou a figura paterna para a adolescente.

Pai chefe - Bill Adama: Não se engane com a cara de brabo. O comandante Bill Adama, de Battlestar Gallactica[bb], é sério e justo. Mas é do bem (pelo menos até onde eu vi da série). Contudo, entretanto, porém, vive batendo de frente com seu filho, o capitão Lee “Apolo” Adama. Eles discordam sobre política e estratégias militares, mas Adama não esconde o orgulho que sente pelo rebento. Ele também representa uma forte figura paterna para Starbuck, e às vezes é mais carinhoso com ela do que com o próprio filho.

Pai alegre - Jack: O homossexual assumidíssimo Jack, de Will & Grace[bb], descobre em determinado momento da trama que é pai de um adolescente. A princípio, claro, ele surta com a idéia, mas acaba se revelando um excelente pai. Mesmo sendo uma pessoa problemática, que muitas vezes pensa só nele (e é aí que mora a graça do personagem), Jack se mostra altruísta e preocupado com o filhote. Um amor de pai!

Pai de todos - Sandy Cohen: Já falei dele por aqui esta semana, mas não me ocorre uma figura mais paternal do que o Sandy Cohen, de The O.C[bb]. O cara é um pai presente e participa ativamente da vida de Seth. Mas, além disso, adota o problemático Ryan. E se envolve nos problemas de todo mundo, com o mesmo carinho e preocupação que dedica a seu próprio filho. Paizão.

Pai protetor - Mr. Bennet: Ele não mede esforços para proteger sua filha, a cheerleader Claire. Durante a primeira temporada de Heroes[bb], todos pensávamos que o Sr. Bennet era o grande vilão da história, mas depois descobrimos que ele simplesmente passa por cima de tudo e todos para garantir a segurança da filha adotiva. O outro filho, coitado, é até meio negligenciado, tamanho é o carinho do quatro olhos com a loirinha.

Pai do além - Christian Shepard: Nem morto Christian Shepard, de Lost[bb], descuida dos filhos Jack e Claire. Ele sempre aparece na ilha para dar uma instrução enigmática a seus filhos, que até pouco tempo atrás não sabiam que eram irmãos. Rola um remorso forte por aí: Christian se ressente por não ter sido um pai melhor, e Jack se ressente por não ter sido mais compreensivo com o pai. Um dos grandes mistérios que o final da quarta temporada nos deixou foi: o que Claire está fazendo com Christian na cabana de Jacob?

Pai bocó -  Sean McNamara: O cirurgião plástico de Nip/Tuck[bb] é pai, teoricamente, de três filhos. Digo teoricamente porque sua sociedade com Christian Troy inclui a mulher Julie, e parece que o sócio é pai de algumas das crianças (sorry, ainda não vi todas as temporadas). Em casa, ele tenta cantar de galo, mas não consegue o respeito de ninguém. É rígido e não dá muita abertura ao diálogo, o que faz com que todos mintam para ele.

Pai malvado - Dan Scott: O patriarca de One Tree Hill[bb] deu inúmeras provas de seu mau caráter durante as cinco temporadas da série. Mas essas maldades muitas vezes são feitas a favor dos filhos, e até para se aproximar deles. Ele chegou ao ponto de chantagear Lucas para que o “bastardo” morasse com ele. Na quinta temporada, ele tentou se redimir e fazer novamente parte da família, mas ninguém engoliu muito bem.

Pai bobão - Ross Geller: Imagina ser filho do Ross? Garantia de risadas ilimitadas. O nerd de Friends[bb] teve um filho logo na primeira temporada da série, que foi criado pela sua ex-mulher e a namorada. O pequeno Ben não aparecia muito na série, mas quando dava as caras era diversão garantida, como no clássico episódio do Holiday Armadillo. Depois Ross e Rachel tiveram a pequena Emma, que deu a ele a oportunidade de ser um pai mais presente e atuante.

Pai poderoso - Jed Bartlet: O presidente dos Estados Unidos se despia de toda a seriedade quando o assunto são as filhas, e aí podemos ver que, mesmo ocupando o cargo mais importante do mundo, Jed Bartlet, de The West Wing[bb], era lá no fundinho um homem normal. Preocupado, carinhoso, e presente. Um episódio inteiro foi dedicado a uma lavação de roupa suja com uma das filhas, e foi um dos melhores.

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Marcela Teixeira/ Especial

 

Quem gosta mesmo das garotas Gilmore deve ter sentido os olhos marejarem com a despedida de hoje. Assim como no primeiro episódio, lá estavam elas na lanchonete do Luke, tomando seu tradicional café e tagarelando quando o letreiro anunciou que não vamos mais vê-las nas noites de quinta. Para um fim de um seriado como esse, uma hora foi pouco, mas foi suficiente pra me relembrar o que sempre fez de GG uma das minhas favoritas.

Stars Hollow é mesmo uma cidade esquisita e a despedida que a cidade deu para Rory teve todos aqueles elementos que a tornam tão peculiar: discotecagem do Kirk, comidas providenciadas pelo Luke e pela Sokie, esquisitices do Taylor e a reunião da cidade. Enfim, típico do lugar que abrigou as histórias de Rory e Lorelai. E vamos combinar, eu queria muito poder morar num lugar assim… Nada típico, por outro lado, foi o Luke ter tomado a liderança dessa despedida. Enrolado e sempre contra esses eventos coletivos promovidos em Stars Hollow, ele foi o mentor da fofa despedida da Rory pra reconquistar a Lorelai e mostrar o quanto gosta das duas. Deu certo!O destino desse casal foi bastante óbvio. Luke e Lorelai tinham mesmo que ficar juntos, mas pareceu meio jogado no episódio, sem uma explicação, um tempinho dedicado só pra essa retomada. Tá certo que não era novidade nenhuma que eles terminariam a série juntos, mas também não precisava ser só com um beijo e nada mais. O fim de Rory também foi meio que dentro das expectativas. Um emprego de jornalista e a perspectiva de um super futuro na carreira. Teve também a Christiana Amanpour, correspondente internacional idolatrada por Rory e que ela teve a oportunidade de conhecer em um estilo muito Gilmore. Mas poderia ter sido melhor… Esse é o gostinho que fica. Gilmore Girls merecia que o final tivesse mais tempo para que elas ficassem tagarelando, um fim definitivo pro romance de Rory e Logan, a presença de Paris. Faltou mais despedida de Lane, dos avós de Rory e seus famosos “Friday night dinners”. Parece que tudo vai ser alinhavado em um próximo episódio, só que ele não vai existir… As GG´s vão deixar saudade. Numa série em que mãe e filha tinham o mesmo nome (se os homens podem fazer isso com seus filhos as mulheres também, né?!) e tinham um relacionamento fora do comum, as inúmeras referências pop, os diálogos ultra rápidos, e as loucuras que só aconteciam em Stars Hollow fizeram dessa série uma das minhas preferidas e, sei que de muita gente também. Mas acho bem melhor ter terminado agora. Desde que a produtora Amy Shermann-Palladino deixou a série, os roteiros e o jeitinho Gilmore começaram a deixar a desejar. Se continuasse assim, o fim da série não teria a mesma graça, já que faz tempo que Gilmore Girls não é mais a mesma. Pra os fãs resta mesmo a perspectiva do filme que a Amy Shermann-Palladino pretende fazer da série. O final foi bem legal, mas esse sim seria um fim com chave de ouro pras garotas Gilmore!

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