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Arquivo da Categoria “Ally McBeal”


Eu não faria isso normalmente, mas como a Fox não lançou os DVDs e o canal Fox Life é privilégio (?) de muito poucos, me sinto à vontade para lançar o apelo. Eu podia estar matando, eu podia estar roubando, eu podia estar bebendo e dirigindo, mas estou apenas pedindo: legendem Ally McBeal[bb]! Nos sites especializados, só estão disponíveis as três primeiras temporadas. E estamos chupando dedo, esperando as duas últimas, para saber como termina a história.

Não falo apenas por mim, mas também por milhares de fãs da série. Aliás, esse post é fruto de um papo com a minha amiga Sally. E ela não foi a única que me disse que está atrás das legendas. A série é boa demais, e cativa o pessoal até hoje. Então, queridos legenders, aproveitem a folga entre as temporadas e nos dêem essa alegria. Os Ally McBealmaníacos agradecem!

obs: Preciso também ouvir as músicas da série, tenho um top 10 inacabado para publicar!

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Uma das minhas musas do mundo dos seriados, Lucy Liu, está em solo brasileiro curtindo o mais autêntico ziriguidum. A atriz de Ally McBeal (ela está impagável, ontem assisti o episódio do show do Barry White. Pena que não tem vídeo disponível no You Tube…), que está no ar em Cashmere Mafia, esteve ontem prestigiando (?) o camarote da Brahma, no sambódromo do Rio de Janeiro. 

Segundo os presentes, Lucy é muito simpática e passou o tempo todo sorrindo. O que incomodou o pessoal foi o enorme staff da atriz, com trocentos seguranças. Eles inclusive teriam fechado (!!!) o banheiro para que a atriz fizesse suas necessidades em paz.

Sei lá, eu queria tirar uma foto com ela… hey, Lucy, não tá afim de curtir os desfiles do grupo de acesso aqui em Porto Alegre? Papa fina!

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- Todo mundo odiou, eu adorei. Assisti ao piloto de Cashmere Mafia e achei a série bem promissora. Acho que o grande segredo é não compará-la com Sex and the City. Além das quatro amigas em Nova York, as tramas não têm NADA em comum. A série é divertida, adulta e traz situações plausíveis: a publicitária que disputa um emprego com o noivo, a executiva que não consegue achar uma babá, a mulher que descobre que o marido a trai depois de 15 anos e aquela que, depois de anos de relacionamentos mal-sucedidos, fica em dúvida a respeito das suas preferências sexuais. É infinitamente melhor que a semelhante Lipstick Jungle. E as protagonistas estão muito bem. Creio que deve se tornar um sucesso após o estranhamento inicial. Ah, e tem a Lucy Liu!

- October Road está muito divertida. A história da gordinha com o bonitão está rendendo. Way to go, Janet! A série é uma mistura bem dosada de drama com humor e está gostosa como nunca nessa segunda temporada. Começou mal e vai muito bem, obrigada. Acho que tenho um problema com inícios de temporadas, enfim… Quem nunca viu, aproveite que a primeira temporada só teve cinco episódios. Dá para alcançar rapidinho.

- Ugly Betty é outra que parece ter reencontrado o rumo. O episódio 11 da segunda temporada, "Zero Worship" foi comovente e politicamente correto ao criticar a magreza excessiva no mundo da moda. O 12º, "Odor in the court", resolveu a história da Claire Meade na prisão e teve uma Betty totalmente enlouquecida, porém extremamente divertida. E adoro quando os vilões Marc e Amanda fazem alguma boa ação. Teve até merchan para Grey's Anatomy (lembrando que um episódio anterior fez propaganda pesada para o filme da Katherine Heigl, 27 Dresses). (more…)

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Muito antes de escrever Boston Legal, David E. Kelley retratou um outro escritório de advocacia, com personagens muito mais sem-noção do que Alan Shore e Denny Crane. Há longínquos dez anos atrás, estreava Ally McBeal, uma bem-sucedida mistura de comédia romântica non-sense com drama de tribunal. Estrelada por Calista Flockhart (atualmente no ar como a Kitty Walker de Brothers & Sisters) a série tem sido minha distração enquanto a greve não acaba e Lost não estréia. E que distração! A diversão é garantida.

Ally é uma jovem advogada que abandona o emprego quando um dos sócios passa a mão no seu derriére (estou elegante hoje, não?). Ela encontra Richard Fish, um ex-colega de faculdade que está abrindo um escritório e vai trabalhar com ele. Chegando lá, descobre que vai trabalhar com ninguém menos com o grande amor da sua vida, o advogado Billy, que a abandonou anos atrás. E pior, Billy agora é casado com a bela advogada Geórgia. Os dramas da personagem são pontuados com alucinações muito divertidas, como um bebê dançante ou cabeças que vão crescendo enquanto as pessoas vão falando. Os casos defendidos pela turma de advogados são tão bizarros quanto aqueles que vemos na Crane, Poole & Schimidt. Nunca me senti tão bipolar quanto em um episódio da primeira temporada que teve a morte de um travesti: em um minuto estava dando gargalhadas, em outro estava chorando copiosamente.

A série conta com coadjuvantes de luxo como Courtney Thorne-Smith (depois de Melrose e antes de Acording to Jim), Jane Krakowski (a Jenna de 30 Rock, mostrando como o tempo só faz bem a algumas mulheres), Peter MacNicol, Lucy Liu e Portia de Rossi (mais conhecida como a namorada da Ellen de Generes). As participações especiais não ficam atrás, só tem gente boa! A trilha sonora é praticamente um personagem da série, com a participação da cantora Vonda Sheppard em quase todos os episódios.  

Para quem ainda não assistiu, a série vai ao ar no canal Fox Life diariamente, ás 20 horas. Para quem não tem o canal, como eu, resta comprar os DVDs ou pedir para o nosso velho amigo Paul Torrent. Garanto que vale a pena!

O problema é que eu, que recém acabei a primeira temporada, fui procurar um vídeo do Isaiah Washington tomando uma surra na série, e acabei descobrindo que um dos personagens principais morre… que tristeza! 

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