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Nem precisava, mas a ABC está investindo pesado na divulgação da segunda temporada da ótima Pushing Daisies. Depois do concurso de tortas, neste mês de setembro um trailer fofíssimo que reproduz o Pie Hole está cruzando os Estados Unidos - e distribuindo tortas! Além disso, rolam concursos com brindes exclusivos, distribuição de balões e muita interação com os fãs da série. A iniciativa colocou no ar um site com várias informações, entre elas algumas receitas das tortas do Ned e as paradas da turnê. O pessoal de Nova York, por exemplo, vai ser surpreendido nesta segunda-feira bem cedinho, no Madison Square Garden. O Mobile Pie Hole também colocou um álbum no Flickr com as fotos, e gentilmente nos autorizou a reproduzir algumas delas por aqui. Vejam e morram de inveja dos gringos! Imagina ganhar uma tortinha do Ned a caminho do trabalho? Enfim, nós não temos tortas, mas temos Pushing Daisies que volta no dia 01 de outubro! (more…)

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E aí, colegas, estavam com saudades de Grey’s Anatomy? Pois é, eu também. Pena que o retorno não foi tudo aquilo que eu esperava. Foi um episódio bom: teve drama, romance, pegadinhas e algumas tiradas engraçadinhas. Mas faltou alguma coisa, sabe? Faltou arrebatamento. O choque ficou para o momento inicial (não leia - sob hipótese alguma - se não viu o episódio): Meredith vê Derek morrendo após um acidente de carro, mas eis que ela acorda e - aha! - é pegadinha do malandro. Isso não se faz, Shonda Rhimes! Mas ela fez, e várias vezes.

Essa história do sonho de Mer serviu apenas para nos mostrar que, no final das contas, as coisas vão permanecer como antes: a Dr. Grey, a despeito do que possamos ter pensado no final da temporada anterior, não se curou de suas neuroses, e agora tem medo do que o destino vai reservar ao casal. Ela tem medo de casar, tem medo de morar junto, tem medo de ser feliz para sempre e também tem medo de não ser feliz para sempre. Esse papo ao longo de todo um episódio duplo enche o saco, e eu já tinha perdido minha paciência bem antes de Christina. Que, por sua vez, estava muito chateada com a 12ª posição do Seattle Grace em um ranking dos melhores hospitais-escola. Parece que a série deu um giro em torno de si mesma, e parou quase que no mesmo lugar. A boa novidade foi o personagem de Kevin McKidd, por cuja contratação eu estou torcendo fervorosamente. Mas hey, que beijo foi aquele na Christina? A troco de quê? Ok, a personagem precisa de um interesse romântico, mas me pareceu uma maneira deveras precipitada de começar um relacionamento. Mas eu tive um pequeno flash durante o episódio, e espero estar errada: acho que essa é a última temporada da Sandra Oh em Grey’s Anatomy, e acho que ela vai sair junto com o militar.

Falando em relacionamento, que bonitinho a Lexie amando o George em silêncio! E adorei as conversas dela com o Sloan, que vai de FDP a cara gente boa em uma velocidade impressionante. Izzie passou em brancas nuvens, e se não fosse por seu sonho com Denny eu nem a mencionaria por aqui. Não fede, não cheira e já está mais do que na hora de arranjar uma boa história, ou realmente morrer como alguns boatos sugerem. Karev também teve uma participação irrelevante, embora eu tenha achado muito legal aquele lance do seguro médico dos pacientes. Gosto quando ele se envolve assim, e pelo perfil acho que ele é o próximo a ir para a África. Opa, série errada, desculpa.

Quem podia ir para longe é a enfermeira Rose, que agora não consegue controlar a raiva por ter perdido Derek e está insuportável. Inclusive ela foi a responsável pela segunda pegadinha, ao dizer ao médico que estava grávida. O chief também estava chateado por causa do tal ranking, e eu fiquei impressionada ao saber que o resultado influiu no tratamento dos pacientes? Quer dizer que, se um hospital não é o primeiro, perde a preferência dos paramédicos?

Falando em preferência, parece que após o tão falado beijo, Hahn e Callie vão mesmo se tornar um casal. Enfim, o episódio foi apenas uma continuação do season finale passado. O pessoal do Seattle Grace continua vivendo as suas vidinhas, e nós continuamos assistindo, claro. Um episódio bom, mas está longe de ser o melhor de Grey’s Anatomy. E o caso médico? Chato, chato, chato. Espero que melhore.

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Após quase uma semana de atraso, finalmente consegui assistir à brasileiríssima Alice, nova série da HBO. E posso dizer com segurança: toda a ansiedade gerada pela estréia e a pesada campanha de marketing fazem jus ao produto que foi exibido domingo na televisão. Dirigida por dois grandes nomes do cinema brasileiro, a série traz o melhor dos dois mundos: “Na toca do coelho”, o episódio de estréia, tem uma linguagem ágil e uma trama envolvente, que deixa aquela vontade de assistir ao próximo capítulo. Por outro lado, tem um visual deslumbrante e diálogos tipicamente cinematográficos, humanizados - como se aqueles personagens fossem reais. A direção de Alice faz São Paulo parecer realmente o país das maravilhas. E qual é o forasteiro que não se sente meio maravilhado, meio oprimido e meio perdido diante da magnitude da cidade?

Como nem tudo são flores, acho que o elenco deixou um pouco a desejar. Os atores - em sua maioria desconhecidos - obtiveram um resultado meio teatral em suas atuações. Só eu me incomodei com aquele grito da Andréa Horta em plena avenida Paulista? O grito saiu da boca, quando deveria ter saído da alma. Mas esse foi apenas o primeiro episódio, e se a série foi filmada em ordem cronológica o pessoal vai ter tempo de entrar na pele dos seus personagens. Por outro lado, me emocionei profundamente com Regina Braga e com a menina que faz a meio-irmã de Alice. Quando ela chorou no enterro do pai, eu chorei junto.

Quanto à trama, algumas pessoas se mostraram incomodadas com o comportamento de Alice, que caiu na balada e traiu o namorado logo após o enterro do pai. Eu já perdi o meu, e posso dizer que cada um tem a sua maneira de encarar a dor. Alice estava perdida (como assim, ela não sabia o endereço da tia? Isso sim, me incomodou), e deixou a vida lhe levar. Me parece que ela não tinha escolhas naquele momento, mas sim, ela sofreu com a partida daquela pessoa que lhe era próxima, mas distante. Enfim, eu poderia escrever um tratado, mas em resumo posso dizer que fiquei bem feliz com uma série de tamanha qualidade ser produzida aqui. Vou acompanhar os episódios, sem dúvidas, e me deliciar com as aventuras de Alice.

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Por Leco Faria

Eu não gosto de basquete. Na verdade, não entendo nada de basquete. Lembro que fui apresentado as noções básicas das aulas de educação física no colégio, mas isso ficou tão pra trás que hoje em dia eu sequer lembro disso. Por isso, há 2 anos, no meio de umas férias do trabalho quando me sugeriram baixar e assistir a um seriado cujo tema era basquete eu fiquei meio ressabiado. Mas fui surpreendido e acabei gostando de One Tree Hill. E, acreditem ou não, apesar de o basquete ser apenas um pano de fundo para as histórias, sempre que um grande jogo de basquete era o tema central dos episódios eu me deliciava.

E por que eu tô falando tudo isso? Porque apesar desse ‘Bridge Over Troubled Water’, o quarto episódio da sexta temporada, não ser um ‘episódio de basquete’, um jogo foi o grande acontecimento dele. Um jogo em homenagem a Q. e a tudo que ele representava para os personagens. E foi realmente emocionante ver que nem sempre vencer o jogo é o mais importante. Realmente os Ravens arrasaram! Nesse meio tempo, durante os preparativos para o jogo, acompanhamos nossos amigos (pq eles são meus amigos sim) levando suas vidas depois de passados oito dias da morte de Q.

Interessante que o roteiro não se prendeu muito no fato de Nathan não aceitar o envolvimento de Deb e Skills. Foi até motivo de piada de todos os personagens e já no final do episódio esse ‘drama’ já estava resolvido. Brooke finalmente se deu conta de que o problema de Victoria não era com ela e sim com o fato de não querer ser mãe. E, acreditem, isso é muito comum. Conheço várias histórias de pais que naõ sabem ser pais. Mas que bom que Brooke sabe que tem uma família. Sam sendo a nova Q. foi meio óbvio e, mais óbvio ainda, Haley tentando ser sua ‘mentora’.

Mas algo que me pareceu repetitivo foi o fato do assunto ‘pai da Peyton’ ter voltado a baila. Isso já tá cansativo, né? Pra mim ficou óbvio que o músico quase famoso lá é o pai. Só resta saber qual familiar dela vai aparecer daqui pra frente pra ela continuar tendo seus dramas. No geral, um episódio mais ou menos para uma temporada mais ou menos. Mas eu já mandei fazer a minha camisa e vou andar com ela por aí:
‘Mark Schwahn - I Believe!’

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Mais uma vez esqueci de desligar o senso crítico antes de assistir ao Brazil’s Next Top Model, e ao final do episódio fiquei com aquela sensação chata de que desperdicei uma hora preciosa da minha vida. Poderia estar lendo um livro, vendo algum episódio de uma série boa qualquer ou lavando louça, que certamente estaria me divertindo mais do que assistindo ao programa. As participantes são chatas, a apresentadora é péssima e até Pazetto e Palomino, os principais ingredientes da receita, estavam totalmente insípidos, incolores e inodoros.

Parecia flashback da última semana: começou com os momentos tensos após a eliminação da última participante, depois as garotas se dedicaram aos rituais de beleza (com direito a grande close no hidratante e no secador de cabelo), para culminar em mais um workshop de desfile. Depois de um jabazão básico do batom da Avon, o desafio: desfilar com três cachorros, parar, fazer carão, passar batom e voltar. A vencedora foi a Priscila, justamente a que eu havia achado mais desengonçada na passarela. O prêmio foi aquele vale-compras de R$ 1.500 da MOB (opa, mais jabá!). Foi tanto jabá neste episódio, que o pessoal da produtora conseguiu comprar um equipamento melhor, e não tivemos problemas de som desta vez. E eles também investiram em umas vinhetinhas com Fernanda Motta e cia chamando para os comerciais. Phyno, não?

A sessão de fotos era com as meninas enroladas em carne, com uma fotógrafa que claramente não queria estar lá, e o resultado foi péssimo. Poucas se saíram bem. Quem fez uma foto lindíssima foi a Malana, e só. Das outras eu nem lembro o nome, de tão insignificantes. A única que me chama atenção, e não por motivos positivos, é a chatinha da Marianna que, depois do fiasco do cabelo na semana passada, agora resolveu falar mal das colegas. Menos, menina, cuide do seu umbigo! Até o júri foi chato, e nem Palomino estava inspirada. Sem suas tiradas habituais, a única coisa que chamou a atenção foi sua linda blusa dourada. Justiça seja feita, a Motta também estava muito bonita com aquele cabelão. A eliminada da semana foi a Flávia Giussani, que parece uma versão descolorida da Samara Felipo. Na boa, nem sei se vou continuar assistindo ao programa…

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Como vocês devem ter percebido, novamente enfrentamos alguns probleminhas técnicos por aqui e vários posts estão atrasados. Inclusive o resultado da promoção Lost, que o nosso amigo Pedro vai apurar assim que puder. O importante é que estamos no ar, e eu não deixei de assistir a todas as séries para comentar por aqui com vocês. Aliás, como têm feito para assistir a tudo, hein? Haja tempo para ver tanta coisa boa que está pintando na nossa telinha, hein? Buenas, vamos aos comentários, nesta semana reduzidos devido à grande quantidade de séries assistidas:

Fringe - O terceiro episódio “The ghost network” não empolgou. A abertura não foi arrebatadora como as anteriores, e o roteiro está enrolado demais - e olha que quem diz isso é uma grande fã de Lost. Aquela história do cara captar os sinais de uma rede de comunicação foi surreal demais, e confesso que quase peguei no sono durante o desenrolar do episódio. O elenco é o ponto alto da série, com exceção da intérprete da agente Olivia, que não convence - mas também não compromete. Fico doida procurando referências a Lost na nova obra de J.J. Abrams, mas o máximo que encontrei foi o carinha que sempre faz papel de muçulmano nas séries, e que interpretou um amigo do Sayid na primeira ou na segunda temporada.

House - “Not cancer” trouxe algumas pequenas mudanças para a estrutura narrativa de House. No começo, não vimos uma, mas várias pessoas passando mal. Só que elas não estavam doentes, e sim morrendo. Em comum, apenas o fato de que todas receberam órgãos do mesmo doador. E a missão de House era descobrir qual era a enfermidade para salvar uma professora de matemática que nem estava doente ainda. Gostei do detetive que foi inserido na história, e da sua dinâmica com House. Gostei também da interação entre o médico e a paciente, que, talvez por ter sido cega, o enxergou muito bem. Não aguento mais a lenga-lenga do Wilson, e olha que esse foi recém o segundo episódio da temporada, hein? Ah, e eu acho que o House tem que arranjar uma namorada nessa temporada.

Gossip Girl - A partir de agora estou cobrando pelas consultas, porque a mãe Dinah aqui previu direitinho que a Duquesa e o enteado estavam de casinho! Em “The Ex-Files” muitos personagens resolveram mostrar seus lados malvados: Blair chantageou a Duquesa e o namorado (agora ex, naturalmente), todo mundo resolveu voltar a zoar a Jenny, a mãe da Serena já tá doida para vestir um chapéu de touro no Bart, Chuck manipulou Serena direitinho, e ela agora se tornou a queen bitch do colégio. Talvez a personagem se torne menos chata, mas quer saber? Achei este o pior episódio da temporada até agora.

Prison Break - Por outro lado, Prison Break está cada vez melhor. Com um clima meio “Armadilha”, meio “Onze homens e um segredo”, os criadores conseguiram renovar completamente a moribunda série. Claro que a gente tem que entrar na realidade da série e não pensar no absurdo de ocultar o som de uma furadeira com um aspirador de pó, mas a cada episódio eu fico mais ansiosa para ver o próximo. Gosto da dinâmica, gosto dos personagens (quando o Mahone ficou tão legal, hein?) e gosto do ritmo. Neste “Safe and Sound”, o cerco está se fechando e a companhia sabe que está sendo perseguida. A partir de agora vai ser muito mais difícil copiar os cartões, e eu tô torcendo por um plano que não dê certo. Só para variar, né?

The Big Bang Theory - Na estréia da segunda temporada da série, Leonard está saindo com Penny, mas a diferença intelectual entre eles é um obstáculo para o relacionamento. Mas, ao invés de fazer deste “The Bad Fish Paradigm” um episódio sobre relacionamentos, Chuck Lorre e companhia resolveram focar no que a série tem de melhor: Sheldon. Para guardar um segredo, o cara faz misérias - e dá um show. Se todo mundo ficasse hilário daquele jeito com Valium no leite quente, eu não ia servir outra coisa aqui em casa. E o que é o “ninho do amor” do amigo, com travesseiro de oncinha e tudo! Hilário! Como já li alguns spoilers, imagino o que essa segunda temporada nos reserva, mas vamos firme… pensando bem, podiam fazer um spin-off do Sheldon, né?

How I Met Your Mother - Uma das estréias mais esperadas por esta que vos escreve, How I Met Your Mother não decepcionou. “Do I know you?” foi um episódio fofinho, com Ted apaixonado, Barney apaixonado, Marshall desempregado, Lilly bancando o cupido e Robin ignorando o que os próximos episódios reservam para ela. Barney lutando contra seus sentimentos rendeu algumas boas risadas, assim como as “notícias” apresentadas por Robin. Só o relacionamento de Ted que eu não sei se vai vingar… não gostar de Star Wars (que ao contrário do que algumas legendas afirmam é “Guerra nas Estrelas” e não “Jornada nas Estrelas”) é realmente uma falha imperdoável.

Entourage - Enquanto Jeremy Piven levava para casa o terceiro Emmy para casa por sua atuação como Ari Gold, a HBO exibia um episódio onde todo o talento do ator estava mais do que visível. “The All Out Fall Out” foi um episódio dedicado ao agente: a alegria juvenil ao ganhar uma Ferrari, a imaturidade ao sair fazendo racha pelas ruas de Los Angeles, a insegurança frente à ameaça do ex-colega. Show de bola! Também teve a Fran Drescher como a mãe de uma aniversariante que ganhou Vince cantando em sua festa, mas quem se importa? O importante é começar, desde já, uma campanha para que Ari ganhe seu spin-off um dia. Quem sabe?

One Tree Hill - Depois o Leco comenta, mas… COMO É BURRA ESSA BROOKE!

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Nós que assistimos muitas séries às vezes esquecemos que os protagonistas das nossas tramas favoritas trilharam um longo caminho antes de invadir as nossas televisões. E não é raro sermos surpreendidos com um rosto familiar ao assistirmos um filme antigo. Você lembra, por exemplo, de Bradley Whitford (de The West Wing[bb]) em “A vingança dos nerds 2″? Pois é, ele estava lá. Assim como Cynthia Nixon era a babá de “Ninguém segura esse bebê” e David Duchovny participou de clássicos como “Beethoven[bb]” (sim, aquele do cachorro) e “Viva! A babá morreu!”. Para dar aquela forcinha para a memória dos nossos leitores, fomos atrás de alguns sucessos do passado que contam com astros atuais no elenco.

James Callis - O Dr. Gaius Baltar, de Battlestar Galactica[bb], já deu pinta antes nas telonas do cinema. E eu fiquei extremamente surpresa por não lembrar que ele era simplesmente o Tom, o amigo gay da Bridget Jones[bb] nos dois filmes da franquia.

Linda Cardellini - A enfermeira Samantha, com os seus cabelos loiros e longos, não lembra em nada a nerd Velma, dos filmes Scooby Doo[bb]. É o típico caso em que apenas o nome liga à pessoa, já que eu vi muitos episódios de E.R[bb] e nunca tinha percebido que a atriz era a mesma.

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Falta pouco para a maior premiação de televisão dos Estados Unidos. Os nossos programas, atores e diretores prediletos terão os seus trabalhos coroados com a cobiçada estatuetas, e nós estaremos vibrando por aqui.

Aqui neste tópico vamos acompanhar tudo o que acontece em Los Angeles, desde a chegada dos astros no tapete vermelho, até a cerimônia propriamente dita. E ali em cima vai rolar o chat, então não perca!

E não deixem de dar uma olhada nos meus palpites e de outros blogueiros bacanas no caderno TV & Lazer do Estadão de hoje.

Senta o dedo no F5 que vem muita coisa bacana por aí!

19h02 - Começou a transmissão do tapete vermelho, apresentado por Joey Fatone e a moça que eu não sei o nome. A atriz que interpreta a esposa do Ari, de Entourage, é a primeira entrevistada.

19h03 - Daniel Dae Kim, de Lost, acaba de chegar. Tomara que ele aplauda o colega Michael Emmerson hoje!

19h04 - Josh Brolin vai apresentar um medley dos melhores temas de TV. Cool! Tony Shalhoub também está chegando.

19h05 - Chega Heidi Klum, uma das apresentadoras e concorrente a melhor apresentadora de reality show.

19h13 - Michael Emmerson e Daniel Dae Kim são os entrevistados. Cara, eles não vão falar nada! Give it up!

19h15 - Katrina Bowden, de 30 Rock, é a entrevistada da vez. (more…)

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Por Vinícius Silva

Dean está de volta! Supernatural[bb] está de volta, e ainda mais enigmática. Para quem acompanhou a eletrizante temporada passada, vimos que, depois de um pacto para salvar Sam, Dean foi mandado para o inferno. Antes disso, o Portão do Inferno também foi aberto pelos irmãos e um número incalculável de demônios foram soltos. Lazarus Rising pode representar a redenção, ou ressurreição, de Dean Winchester porque, agora, Supernatural não tem um enfoque apenas em demônios e no Inferno. Deus também entrou na história, assim como tudo o que envolve Fé e Crença.

Esse começo de temporada não poderia ser melhor. Os elementos da série continuam bem dispostos: os rituais, o suspense, as tiradas de humor entre Dean e Sam além, é claro, de um bom suspense. Por isso, nada melhor do que ver o episódio de madrugada. E a história desse capítulo foi a volta de Dean, a maneira como ela aconteceu. É impossível algum demônio ter simplesmente tirado-o do inferno. Por essa razão, toda a “classe” demoníaca está procurando explicações do que realmente aconteceu, assim como Sammy e Bobby, que não acreditam quando o vêem. O próprio Dean pensou que o seu irmão havia feito um pacto para que ele fosse libertado. Mas está muito longe disso.

O que realmente aconteceu é que Dean tem um trabalho a ser feito. Deus está convocando os seus serviços e enviou o Anjo Castiello para transmitir isso. Razão e Fé se misturam, mesmo não estando implicitamente diposto no episódio e nos diálogos. Apesar disso, o próprio Castiello questiona a Crença de Dean, quando este não acredita que ele seja um Anjo do Senhor, enviado por Deus à Terra. Dean esteve sempre preocupado em caçar demônios e por isso nunca imaginou que um dia estaria “trabalhando” para um ser superior que ele nunca acreditou que existisse.

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E nós obviamente estaremos grudados na telinha torcendo pelas nossas séries favoritas. E, tal qual ano passado, estaremos aqui cobrindo ao vivo no Minuto-a-minuto do Blog Na TV, com uma salinha de chat construída especialmente para vocês.

Puxem a cadeira, tragam a pipoca e vamos comentar tudinho - desde o vestido das estrelas até os prêmios distribuídos, não esquecendo das possíveis pisadas na bola da Sony.

Avisem todo mundo e vamos fazer deste aqui o cantinho mais badalado na cobertura do Emmy!

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Por Bruna Gabriella

Megan Smith é uma jornalista recém-formada em Yale que quer “escrever sobre pessoas que fazem a diferença”, mas trabalha em um tablóide. Depois de perder seu emprego em New York, ela consegue um trabalho como tutora de duas irmãs órfãs de pais (Rose e Sage Baker) criadas pela avó milionária (Laurel). Laurel pagará todos os empréstimos universitários de Megan se ela conseguir com que as meninas entrem na universidade de Duke. Não importa como, palavras da própria Lauren. E tudo isso em Palm Beach, cheia de pessoas muito ricas e bonitas e tudo mais que isso possa significar.

Acredito que todos sabem que a CW é especializada em shows teens. Logo, ninguém vai ver Privileged esperando uma trama intrigante e cheia de mistério. Os clichês existem, e o fator de previsibilidade inerente a todo show teen também. Mas acho que o mais importante não é o que acontece, e sim como acontece. Privileged é sim mais uma série sobre adolescentes ricos, mas não é somente mais uma. Tem o diferencial de não acontecer dentro de um high school e de ter como foco maior a relação fraternal, tanto no dinamismo da ligação entre as duas irmãs principais Rose e Sage quanto na tensão presente entre Megan e sua irmã-ladra-de-namorados Lily. (more…)

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“The Same Old Story”, segundo episódio de Fringe, veio confirmar tudo aquilo que a gente já suspeitava: a série é uma das melhores estréias desta temporada, e deve fazer sucesso. Isso, claro, se o povo não tiver preguiça para prestar atenção na trama - onde cada detalhe é fundamental - e montar os quebra cabeças que J.J. Abrahams tanto gosta de mostrar na televisão. Enquanto Lost se especializou (desculpem, ainda não consegui desvincular uma coisa da outra) em apresentar finais embasbacantes, Fringe nos brinda com começos espetaculares - e assustadores.

Desta vez, ao invés da grandiosidade de um avião, temos um casal em uma cama, logo após terem relações sexuais. Ele vai ao banheiro preparar o material para matar a mulher, mais eis que ela começa a gritar, e sua barriga começa a crescer. Ele abandona a criatura em um hospital, onde ela dá à luz. Detalhe: há uma hora atrás ela sequer estava grávida. E quatro horas depois, a criança morre. Aparentando 90 anos de idade. Essa é a deixa para a detetive Olivia, junto com Peter e o dr. Walter Bishop investigarem mais um caso sobrenatural. O roteiro é equilibrado, e ao mesmo tempo em que somos soterrados com estudos científicos, temos aqueles momentos de alívio cômico, geralmente proporcionados pela insanidade do dr. Walter (a cena do aquecimento dos bancos do carro foi espetacular). Além, é claro, das referências à nossa querida Lost: quem não lembrou de Hurley ao vê-lo repetindo incessantemente alguns números? Quem não ficou prestando atenção para ver se ele não ia dizer 4-8-15-16-23-42?

O elenco está afiado, desde Joshua Jackson até Lance Reddick, que, embora misterioso, consegue impregnar seu Phillip Boyles de uma humanidade que Matthew Abaddon não possui. E para quem cansou das perguntas sem resposta de Lost, J.J. encontrou uma maneira diferente de cativar os espectadores de Fringe: os casos são resolvidos no período de 50 minutos que dura o episódio. Claro que existem mistérios maiores, que deverão mobilizar os fãs em pouco tempo, mas a série não vai exigir atenção contínua de quem não está afim de perder tempo com teorias.

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