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Earl queria aproveitar o aniversário de Randy para dar um carro ajeitado para ele e se livrar da culpa de sempre ficar com as melhores coisas roubadas e dar o resto para o irmão. O roubo do carro acaba obrigando Earl a dedurar os ladrões e a cidade inteira se volta contra o dedo-duro. Mas em Camden todo mundo tem alguma coisa para esconder.

Episódio fraco, nada inspirado. Não teve muita graça e, pior, foi entediante. A história até podia ter dado um caldo, mas não vingou. Nem o Randy conseguiu me arrancar um sorriso. Para não dizer que foi ruim de todo, teve a tirada da Joy que, com 45 minutos de CSI, já sabe quem é o assassino.

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Episódio fraco dessa semana. Infelizmente, o sonho secreto de Randy se tornar um cheerleader macho não rendeu boas cenas. Randy estava apagado e a história da Joy com o filho foi bem chata.

A participação de Jenna Elfman foi boa. A caracterização da cara de texugo dela ficou legal. Porém, Friends e 30 Rock já tiveram cenas melhores com um gato.

Algumas tiradas com o estranho time de cheerleaders de Camden salvaram o episódio da falta de graça total. Também foi ótima a dancinha no estilo da Malisa, a menina monstro.

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Um dos filmes mais legais de que eu me lembro é Feitiço do Tempo, que serviu de inspiração pra esse episódio. No filme, o dia da marmota se repetia continuamente. No episódio, foi a cabeça avariada do Johnny que o manteve aprisionado no dia de realizar mais uma proeza maluca: voar numa cadeira sustentada por balões e depois saltar de pára-quedas. Bom, a gente já sabe como termina essa história.

Ri demais com as proezas do Sweet Johnny, uma participação especial do David Arquette. O mais legal é que tem gente idiota para fazer essas coisas estúpidas na vida real. Aquela cena da cadeira com dinamite foi muito boa e a do ping pong humano também. O problema de memória do cara deu trabalho pro Earl, que só tinha um dia pra riscar o nome dele da lista. Earl ganhou um dia da marmota pra vencer, mas deu tudo certo no fim.

Além dos feitos do dublê, também gostei da Joy portando arma e dando tiros de raspão no próprio peito e bunda. Isso também revelou que o Crab Shack é um ambiente mais perigoso do que se imaginava. Randy com seu oráculo da virgindade também foi muito divertido.

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Perderam a chance de incrementar a mitologia da série, se é que ela tem mitologia. A lenda do porco gigante era uma ótima história para criar situações em vários episódios e ter uma resolução apenas no final da temporada, ou até mesmo da série. Mas isso pode ser só eu querendo que tudo o que passa na televisão seja igual a Lost. Os roteiristas de My name is Earl parecem não ter um pingo de amor à continuidade entre episódios e isso deve estar certo de alguma forma.

Pensei que o porco pré-histórico nem mostraria o focinho, mas esqueci que os roteiristas desprezam a continuidade, mas adoram o bizarro. O porco não só apareceu como também foi explodido no fim.

E que susto eu tomei com a explosão do motor home! Desde que me mudei de cidade tenho visto as séries no computador, coisa que eu detesto, mas isso me obriga a ficar perto da tela e com fones de ouvido. Isso faz a maior diferença, pelo menos na hora do susto! A historinha do velho e a orelha foi legal, mas o que me pegou mesmo foi o porco.

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A ligação entre uma banheira velha e o instinto materno da Joy foi o dedão infectado com a bactéria comedora de carne. Numa sucessão de eventos que só acontecem nessa série, a frase absurda acaba fazendo todo o sentido. A Joy pode ser o terror do playground, mas ninguém pode acusar a desbocada de não amar seus filhos.

Earl foi fazer um agrado pra ex-mulher e, de lambuja, riscar mais um item da lista. Como tudo o que envolve a Joy, não foi tão fácil assim. A banheira do mendigo estava infectada com a bactéria e o dedão da Joy ficou maior do que o beiço do Earl naquele episódio das abelhas.

Darnell com nojo foi ótimo. Só que é impossível manter uma mulher como ela presa numa bolha de plástico. Também gostei do sobrenome da chinesa e do amigo imaginário do Randy com problemas de alcoolismo e divórcio.

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A série estreou a temporada com dois episódios distintos, no lugar de um duplo. Queima de munição à toa. Não era melhor guardar para um momento de hiato? Mas vamos lá.

4×01 – Filme trash
Seth Green é o cara. Envolve-se em vários projetos bacanas, parece conhecer todo mundo do meio artístico e faz participações em seriados que vão de Grey’s Anatomy a My name is Earl. Convidado para abrir a quarta temporada, ele foi o diretor e o astro principal de um filme trash em Camden. Claro que isso serviu de pretexto pra reunir novamento o elenco de coadjuvantes.

Não vou dizer que estava com saudades porque esse foi o quarto episódio seguido da série que eu vejo e já matei a saudade no início dessa minha maratona. Mas é sempre bom ver que o elenco continua afiado e ainda temos várias histórias malucas que podem ser contadas com esse esquema da lista do Earl. Não há limites para o que pode ser feito, ainda mais numa série surreal como essa. (more…)

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Eu não fiz o dever de casa e larguei o blog sem os comentários dos últimos três episódios de My name is Earl. Desculpem, é que a temporada passada ainda não terminou aqui em casa e estou vendo tudo beeeem devagar. Aproveitando que a série está de volta, vou passar rápido pelos comentários que faltaram, para me situar na nova temporada e refrescar a memória de quem já viu.

Love OctagonEm “Love Octagon”, o carma deu uma bela volta antes de reunir Earl e Billie. Mas foi até rápido porque, ao final de vinte minutos de episódio, os dois conseguiram driblar o ex-namorado Frank e sua coleira elétrica, Catalina tentando virar lésbica e o maníaco que atropelou Billie e estava forçando um relacionamento com ela. Também descobrimos que o site preferido do Kenny chama-se DILF. E rapidamente o Earl se casou, pela terceira vez com uma mulher que ele mal conhece. Mas não sei não. Casamento antes do fim da temporada não me parece um bom sinal. Será que o carma abençoa?

Girl EarlNo começo de “Girl Earl” parecia que a idéia era fazer de Billie uma versão feminina do cara. Não gostei muito disso e do fato dela também ter uma lista. O legal é que isso foi só pra mostrar como os dois são diferentes. A falta de empenho dela com a lista deixou Earl com raiva, além de outros hábitos irritantes da mulher. Pra salvar o episódio, Earl se meteu em uma competição muito engraçada de empacotamento. Participação especial e mais um papel abobado de Jon Heder. Destaque total para a miss saco na cabeça, desfilando entre um round e outro. No fim, Billie percebeu o quanto a lista e o carma são importantes pro Earl, mas veio com um papo esquisito dele ter que raspar o bigode. Meu protesto fica para o Randy e a Joy, que estão muito apagados nesses episódios.

The CamdenitesLogo meu protesto foi ouvido. O final da terceira temporada foi ótimo, todos os personagens tiveram bons momentos. “The Camdenites” mostrou que um dos itens da lista era que Earl seduziu sete virgens da comunidade Amish, numa cena hilária. O episódio teve muita coisa boa, entre citações e paródia de seriados policiais, aparição de personagens queridos e terror e suspense com a mulher do Earl, agora transformada em Billie, the bitch, a desfazedora de lista. Quando ela jurou perseguir Earl, achei genial terem criado uma antagonista para a série. Pena que depois tudo se resolveu e vamos começar a próxima temporada zerados. Destaque para a ótima trilha sonora do episódio.

E voltamos amanhã com a nova temporada!

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