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Se esse final de temporada, exibido hoje na Sony, não matou a gente de rir, pelo menos manteve a qualidade constante que 30 Rock apresenta desde que começou.
Desconfie sempre de salgadinhos mexicanos. No mínimo, dê uma busca no Google antes de consumir algum deles. Se a Liz tivesse feito isso, teria descoberto que as mexicanas usam o famigerado Sabor de Soledad para impedir a menstruação e não teria pirado com a idéia de ter um filho do Dennis. Isso serviu para introduzir o lance da adoção. Veremos se vão desenvolver essa história na terceira temporada. (more…)
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Antes, a explicação dos comentários com um mês de atraso. Uma mudança inesperada de cidade me deixou sem jeito de ver nada. Agora que o problema está resolvido, não poderia deixar de assistir aos últimos episódios de 30 Rock e fazer os comentários aqui para o blog.
Adoro os flashbacks-relâmpago da série. Eles sempre mostram que a pessoa mentiu ou se meteu em situação constrangedora. O humor afiado dos flashbacks está bom como nunca.
Esse foi um momento muito importante para Jack. Desde o episódio passado, vemos o desespero em que o pobre se encontra, quando o chefão da companhia entrou em coma. (more…)
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Foi ótimo ver Jack Donaghy chorando como uma garotinha ao saber que foi escolhido pelo chefão da empresa para substituí-lo. Ele sente o cheiro do clareamento dental do seu arquiinimigo, mas não conseguiu escapar do golpe final de Devon Banks.
30 Rock veio com um episódio inspiradíssimo sobre a desejada sucessão na empresa. Jack e Liz sentiram o gostinho do poder, só que tudo veio por água abaixo, graças a um inesperado coma diabético. Mas o salário era tão bom que merecia um tapa na cara. O segundo tapa foi o melhor com Liz e aquela cara boba de quem viu muitos dígitos.
Tracy se tornou um gênio dos games pornográficos ao conseguir superar o “vale da estranheza”. O mais engraçado é que esse vale existe mesmo. O público rejeita a representação de personagens em 3D que tentam se parecer muito com a realidade. Tracy tirou de letra, unindo seus dois passatempos preferidos no que parece ser um novo clássico moderno.
Mas o grande destaque do episódio foi o sensacional Dr. Leo Spaceman e sua entrada triunfal. Ele não consegue aplicar uma injeção sem morrer de nojo. Ele não lembra o número da emergência. Ele não sabe onde fica o coração porque humanos são diferentes. Melhor médico da TV.
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O sistema de saúde praticamente expulsou Earl do hospital, oferecendo um pouco de paintball para o Randy. Ótima idéia de colocar o Earl na rua, fazendo coisas sem saber enquanto sua mente em coma vagava por mais um episódio de The Hickeys. Gostei muito do seriado dessa vez, principalmente por causa da participação do Randy.
A cadeira de rodas motorizada com adaptações para o cafetão deu um show. Estava muito engraçado Earl inerte naquela cadeira soltando bolhas. As piadinhas com deficientes físicos mais uma vez ultrapassaram o limite do incorreto e me fizeram lembrar de um episódio da série inglesa The IT Crowd, onde um personagem fingia ser deficiente. (more…)
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Antes de tudo, é bom lembrar que Jack Donaghy é o cara que resolveu trocar de dojô, caçando briga com C-Nor, mais conhecido como Chuck Norris. Se isso não define uma personalidade, nada mais conseguirá.
30 Rock serviu um episódio como a gente gosta, daqueles que suprem 400% das nossas necessidades diárias de sódio. A encrenca da vez foi a volta do ex-namorado de Liz. Escorar num relacionamento meia-boca é tão fácil como se alimentar de Cheetos mexicanos de má qualidade. Mas o tempo acaba cobrando um preço no final e, quando o ex-namorado é alguém como Dennis Duffy, leva apenas os vinte minutos do episódio para o preço ser cobrado.
Dennis é tão perigoso quanto o monstro verde Greenzo que já apareceu em 30 Rock. Para a Lemon é pior por causa do envolvimento amoroso. Ainda mais quando o cara resolve jogar Liz no metrô para voltar para a mídia e solta uma premonição meio sombria no fim.
Jack passou o episódio tentando convencer Tracy a ser a celebridade republicana de uma festa. Esse foi o mote para um monte de piadinhas políticas que os americanos devem ter aproveitado ainda mais do que a gente. Isso também causou a engraçadíssima experiência de quase morte do Tracy. Kenneth ficou apagado acompanhando o velhinho, mas não deixou a história perder a graça. Já valeu pela ótima seqüência de piadas de sempre e a sensacional definição de amor da Jenna.
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Earl continua em coma e Randy e Joy assumiram a lista. Quando ele acordar, vai ter menos trabalho pela frente. Ou não. Foi legal tirarem The Hickeys do ar. Podia alegrar o coma do Earl, não o meu dia. A produção também não gostou ou então resolveram dar um tempo para não esgotar o recurso. Conhecemos mais sobre os pais de Earl na hilária passagem por Woodstock. Ainda ouvimos a sábia recomendação de não aceitar comida dos hippies, com a qual eu concordo totalmente.
Tem gente que basta falar a palavra maconha para começar a gargalhar, mas não é bem assim. Comédia com gente chapada pode ser muito legal se o roteiro for bom. Não basta nuvem de fumaça e caras abobadas. Na parte Weeds do episódio o que salvou foi a mãe do Earl e a relação filosófica com seu cabelo. Andando pela rua, vemos várias pessoas com o mesmo problema de compreensão capilar, sem falar nas celebridades.
A surpresa ficou por conta do pai deles, logo depois do discurso Jack Bauer. Não fez feio para nenhuma série policial. Botou moral sem ter que aspirar nem um pouco de fumaça. E ainda foi responsável pelo momento ternura do final do episódio.
Foi legal, mas My name is Earl pode apresentar episódios bem mais inspirados do que este.
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Com produção executiva de Jack Donaghy e Jerry Seinfeld, MILF Island é o novo fenômeno da televisão americana. Todo mundo parou no dia do season finale. A comoção foi tanta que até o vice-presidente dos EUA ligou para a emissora tentando interceder por sua favorita.
O que assusta em MILF Island não é apenas o plágio descarado de Survivor ou os nomes exóticos das participantes ou o ritual da queima de sutiãs na eliminação ou o culto e incentivo à pedofilia. Apavorante é que, se o programa realmente existisse, seria mesmo um sucesso. Eu assistiria religiosamente, você não?
Passada a euforia do show dentro do show, é com dor no coração que eu digo que esse não foi um episódio tão legal de 30 Rock. Toda vez que o falso reality aparecia sempre era mais engraçado que a história do comentário do jornal. Podia ser a mesma frase dita simultaneamente pela Liz e uma das participantes na TV ou quando uma das provas aparecia no fundo da cena, com as crianças cavalgando as MILFs. Se as aparições pontuais são melhores que a história principal, temos um problema.
Graças a Deus, Alec Baldwin continua muito inspirado e redimiu o episódio um pouquinho no fim. Simulando uma crise de gagueira e revelando a farsa depois, Jack conseguiu tudo o que queria desde o início, amarrar Liz Lemon a um inacreditável spin-off de MILF Island. Será que veremos essa pérola no futuro? Espero que sim, desde que ela não roube a cena dessa vez.
PS: Eu quero uma camiseta MILF Island.
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Eu nunca me perguntei como seria um episódio de CSI protagonizado pelo pessoal de My name is Earl. Isso nem deve ter passado pela cabeça enlouquecida de ninguém. Os roteiristas da série é que gostam muito de inventar moda e fizeram um episódio de investigação e mistério. Com reviravoltas e as particularidades de sempre.
É o máximo a capacidade deles de reinventar o lance da lista e de sempre ficar mudando a narrativa das formas mais loucas. My name is Earl é uma das séries que mais mexe no jeito como a história é contada. Isso é muito legal e sempre renova meu interesse. Tudo bem que “The Hickeys” não têm muita graça e parece que eles vão existir por um tempo, mas não dá para negar que é um tempero para o episódio. Mais discretos, com menos tempo, não chegaram a incomodar.
A reconstituição do crime nem precisava ser truncada. Se tivessem mostrado um flashback todo linear, já seria bizarro o suficiente. Roubo de moto da galera do American Chopper, fantasia de frango, o carrinho e o aviãozinho, o varal das calcinhas. De que mente doentia saem essas coisas, meu Deus? Earl ainda deu uma morridinha e ressuscitou em seguida, numa cena que precisou de pausa e um gole d’água para a recuperação aqui em casa.
Randy mais uma vez botou o episódio no bolso. Ethan Suplee é genial. Não dá para acreditar que é um ator, que ele está fingindo. Podem rir de mim, mas confesso que às vezes até fico emocionado com a pureza do Randy. Assim como fiquei sem fôlego quando o personagem se atira do alto do trailer para dar a barrigada mais dolorida da história das séries de TV.
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Precisou da ajuda do dedo mindinho de Deus para que o Earl não fosse na direção da luz branca. Nem poderia. Renovado para mais uma temporada, o carma vai precisar dele e de uma certa lista pra colocar as coisas de volta no lugar.
Esse foi o terceiro episódio duplo da temporada e os roteiristas estão mandando bem com o formato. Numa série feita da sucessão de piadas, isso significa trabalho em dobro e é fácil deixar o episódio aborrecido com muitas piadas sem-graça. Notei que a primeira metade foi muito melhor que o final, mas dou um ótimo para o pacote. Parecia início de temporada e, de certa forma, foi mesmo.
Palmas para a seqüência inicial, excelente. Deve ser muito bom escrever numa série onde você pode colocar um cara em coma grudado na frente de um caminhão e deixar a motorista se divertir com o corpo depois. Também gostei dos médicos fazendo o feirão dos órgãos e o menino milagreiro foi genial. O que poderia ter sido mais engraçado foi a sitcom. A idéia era boa, mas a “vida real” acabou ficando bem mais engraçada.
Quando eu li as notícias colocando Paris Hilton e My name is Earl no mesmo horário e canal, não consegui escolher apenas uma piada para zoar com a patricinha. Sério, são piadas até demais e eles não usaram nenhuma. Nenhuma, que decepção. A participação dela só serviu para comprovar seu poder mutante de fazer a mesma cara de bunda em qualquer situação. Pronto, Paris, pode voltar para o ramo da corrupção de estrelas adolescentes.
Mas, se fosse 30 Rock, você não escapava.
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30 Rock continua fazendo bonito com a crítica. Tina Fey acaba de ganhar um Globo de Ouro de atriz de comédia. Não teve festa por causa da greve de roteiristas e ela certamente é mais talentosa como criadora, mas tá valendo. É pena que o último episódio pronto de 30 Rock não fez justiça para tanto hype em torno da série. Teve bons momentos, mas ficou longe do alto nível a que estamos acostumados.
Jack não estava tão inspirado com as suas dificuldades de relacionamento, nem Liz com a sua incompetência em comprar um apartamento. Tracy teve que colocar uma máquina de café na bancada do Kenneth para trazer alguma graça ao episódio. Foram muito boas as cenas do vício em café e eu posso testemunhar a favor do Kenneth: é tudo verdade! Palavra de quem não consegue ficar um dia “limpo”.
Nada contra musicais, mas geralmente não gosto quando enfiam um musical numa produção normal, apenas por “americanice”. Não gostei quando fizeram um em Studio 60, nem quando copiaram Magnólia em Nip Tuck. Mas o musical do fim desse episódio foi divertido e ainda deu um ar de season finale, mesmo que de leve. Ainda bem, porque não se sabe quando teremos mais 30 Rock novamente.
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A NBC fez a tarefa de casa direitinho. Não sei se a greve dos roteiristas tem culpa, mas o último episódio pronto de My name is Earl ficou ótimo como season finale. Com direito a gancho no fim e o retorno de Ralph e Billie, que pode se tornar a nova namorada de Earl. Além disso, foi um episódio de Natal também. Se a temporada terminar aqui, pára num bom momento.
Se eu pudesse dar um conselho ao Earl, seria para que ele não duvide nunca do poder do carma. O meio da terceira temporada não é uma boa hora para começar a duvidar dessa lei impiedosa. Como vimos no fim do episódio, o carma cobrou seu preço, mas também atendeu ao pedido de Earl, que se apaixonou por Billie desde que ela apareceu na prisão. Essa temporada começou na cadeia e a próxima deve começar no hospital, depois do acidente com os dois.
Foi uma das melhores participações do Ralph, dando o golpe na velhinha. Outra cena sem noção foi quando eles invadem o trailer da Joy para a festinha particular e têm a sensacional idéia de virar o trailer que mais parece um contêiner. Assim mesmo, só para zoar. Ainda teve o arremesso da faca, a intervenção e o Randy cantando Noite Feliz no carro. Agora é esperar para descobrir se o Earl vai recuperar a lista ou vai escrever uma nova. Desafiar o carma é que não dá.
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Quem mais poderia ter um irmão de 40 anos que pensa ser um adolescente em 1985? Quem mais poderia ter pais que incentivam de forma constrangedora todas as suas mais idiotas realizações? Liz Lemon é a criatura. Se você pensava que os Simpsons eram disfuncionais, pense novamente.
A festa de Natal da empresa parece ser daquelas boas, onde todo mundo enche a cara, fala mal do Jack e tira cópias inapropriadas na máquina de xerox. Aproveitando a deixa do sensor de álcool do Tracy, Kenneth organiza a palestra mais entediante de todos os tempos, para tentar trazer à tona o verdadeiro espírito de Natal daqueles fanfarrões. A melhor parte é quando o cara surta e sai correndo e gritando de desespero. Pensei que ele fosse pular de uma janela.
Jack está encantado com a bizarra família de Liz e sua perversa mãezinha está determinada a provar que aquela felicidade toda não passa de fachada. Adoro a mãe do Jack. Em várias séries existem mães assim, sem muito instinto materno, e são sempre ótimos personagens. A cena do jantar onde os podres se revelam foi o ponto alto do episódio. Tomara que a mamãe Donaghy resolva visitar novamente.
Kenneth poderia ter desistido da palestra, não fosse o vídeo emocionante das criancinhas que ficam felizes ao ganharem um toco de madeira de presente. Vamos dizer que o espírito de Natal aflorou com mais força do que deveria. O resultado foi a criação de um bando de xiitas natalinos, com sede de destruição pela árvore de natal da emissora. Vai ser difícil um feliz Natal para esse ano…
OBS: 30 Rock entrou em hiato e volta com o único episódio que sobrou antes da greve no dia 10 de janeiro. Até lá e um bom fim de ano para todos.
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