Por Leco Faria
Eu não gosto de basquete. Na verdade, não entendo nada de basquete. Lembro que fui apresentado as noções básicas das aulas de educação física no colégio, mas isso ficou tão pra trás que hoje em dia eu sequer lembro disso. Por isso, há 2 anos, no meio de umas férias do trabalho quando me sugeriram baixar e assistir a um seriado cujo tema era basquete eu fiquei meio ressabiado. Mas fui surpreendido e acabei gostando de One Tree Hill. E, acreditem ou não, apesar de o basquete ser apenas um pano de fundo para as histórias, sempre que um grande jogo de basquete era o tema central dos episódios eu me deliciava.
E por que eu tô falando tudo isso? Porque apesar desse ‘Bridge Over Troubled Water’, o quarto episódio da sexta temporada, não ser um ‘episódio de basquete’, um jogo foi o grande acontecimento dele. Um jogo em homenagem a Q. e a tudo que ele representava para os personagens. E foi realmente emocionante ver que nem sempre vencer o jogo é o mais importante. Realmente os Ravens arrasaram! Nesse meio tempo, durante os preparativos para o jogo, acompanhamos nossos amigos (pq eles são meus amigos sim) levando suas vidas depois de passados oito dias da morte de Q.
Interessante que o roteiro não se prendeu muito no fato de Nathan não aceitar o envolvimento de Deb e Skills. Foi até motivo de piada de todos os personagens e já no final do episódio esse ‘drama’ já estava resolvido. Brooke finalmente se deu conta de que o problema de Victoria não era com ela e sim com o fato de não querer ser mãe. E, acreditem, isso é muito comum. Conheço várias histórias de pais que naõ sabem ser pais. Mas que bom que Brooke sabe que tem uma família. Sam sendo a nova Q. foi meio óbvio e, mais óbvio ainda, Haley tentando ser sua ‘mentora’.
Mas algo que me pareceu repetitivo foi o fato do assunto ‘pai da Peyton’ ter voltado a baila. Isso já tá cansativo, né? Pra mim ficou óbvio que o músico quase famoso lá é o pai. Só resta saber qual familiar dela vai aparecer daqui pra frente pra ela continuar tendo seus dramas. No geral, um episódio mais ou menos para uma temporada mais ou menos. Mas eu já mandei fazer a minha camisa e vou andar com ela por aí:
‘Mark Schwahn - I Believe!’








Posts (RSS)
26 de Setembro de 2008 às 9:18 pm
Concordo plenamente com você. Fiquei meio receosa de arrastarem a história do Nathan/Skills por vários episódios mas ainda bem que resolveram logo. Depois de ouvir um “but I let you kiss MY mom” do Jamie, não dava mesmo pro Nathan continuar sendo irracional. E foi lindo a Brooke voltando pra família dela. Espero que ela volte a ser a mulher forte e determinada de sempre e essa crise passe logo. A única coisa que realmente me incomodou foi esse pai da Peyton, pq oi? Chega de drama na vida dela. Mas é, we beliebe in Mark!
[Responder]
27 de Setembro de 2008 às 1:23 pm
Meu medo quando soube da sexta temporada de OTH era que a série caísse no óbvio, na repetição, e eh o que está acontecendo. Essa história de mais um familiar da peyton, a “nova Q” Sam, deb e skilss que eh um namoro soh pra ocupar os personagens, assim como skill e bevin….
Enfim…a historia evoluiu quatro anos, mas os personagens ficam ali, presos em historias do ensino medio, com dilemas que nunca acabam, que nunca se resolvem.
Eu amo OTH mas eu quero ter na memoria, como ultima lembrança, historias legais, episodios tb, por isso espero que o mark volte a surpreender, bem logo!
[Responder]
27 de Setembro de 2008 às 5:22 pm
É, esse eipsódio foi legal, nada mais que isso. Mark enrolando MUITO pra fechar essa história da Carrie, Peyton e esse novo-pai-cheirando-drama. Por falar nisso, cade aquele velho pai dela? Nem lembro a última vez que ele apareceu.
As partes da homenagem foram bem legais, os diálogos sobre o romance Deb/Skills também. Acho que nem tem muito o que falar desse episódio, e eu estou achando a Brooke completamente deslocada.
[Responder]
28 de Setembro de 2008 às 5:27 pm
Eu gostei… mas achei meio forçado aquele time no vestiário, aqueles jogadores que nunca vi tentando fazer cara de triste, e o Lucas triste também, mas com a mesma cara de sempre….
E eu como já faz um tempo que não gosto da Peyton, nem comento mais nada…
[Responder]