Fringe: episódio redondinho para agradar a gregos e troianos
Postado por: Gisele Ramos em Fringe
“The Same Old Story”, segundo episódio de Fringe, veio confirmar tudo aquilo que a gente já suspeitava: a série é uma das melhores estréias desta temporada, e deve fazer sucesso. Isso, claro, se o povo não tiver preguiça para prestar atenção na trama - onde cada detalhe é fundamental - e montar os quebra cabeças que J.J. Abrahams tanto gosta de mostrar na televisão. Enquanto Lost se especializou (desculpem, ainda não consegui desvincular uma coisa da outra) em apresentar finais embasbacantes, Fringe nos brinda com começos espetaculares - e assustadores.
Desta vez, ao invés da grandiosidade de um avião, temos um casal em uma cama, logo após terem relações sexuais. Ele vai ao banheiro preparar o material para matar a mulher, mais eis que ela começa a gritar, e sua barriga começa a crescer. Ele abandona a criatura em um hospital, onde ela dá à luz. Detalhe: há uma hora atrás ela sequer estava grávida. E quatro horas depois, a criança morre. Aparentando 90 anos de idade. Essa é a deixa para a detetive Olivia, junto com Peter e o dr. Walter Bishop investigarem mais um caso sobrenatural. O roteiro é equilibrado, e ao mesmo tempo em que somos soterrados com estudos científicos, temos aqueles momentos de alívio cômico, geralmente proporcionados pela insanidade do dr. Walter (a cena do aquecimento dos bancos do carro foi espetacular). Além, é claro, das referências à nossa querida Lost: quem não lembrou de Hurley ao vê-lo repetindo incessantemente alguns números? Quem não ficou prestando atenção para ver se ele não ia dizer 4-8-15-16-23-42?
O elenco está afiado, desde Joshua Jackson até Lance Reddick, que, embora misterioso, consegue impregnar seu Phillip Boyles de uma humanidade que Matthew Abaddon não possui. E para quem cansou das perguntas sem resposta de Lost, J.J. encontrou uma maneira diferente de cativar os espectadores de Fringe: os casos são resolvidos no período de 50 minutos que dura o episódio. Claro que existem mistérios maiores, que deverão mobilizar os fãs em pouco tempo, mas a série não vai exigir atenção contínua de quem não está afim de perder tempo com teorias.





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19 de Setembro de 2008 às 10:58 pm
Mais um ótimo episódio mesmo. E vc pensou a mesma coisa que eu, Gi: os mistérios levantados em cada episódio são resolvidos ali mesmo, sem deixar pra depois.
O grande mistério até agora, para mim, está na Massive Dynamics! Acho que o objetivo da empresa é mesmo testar a evolução e limites da fisiologia humana.
Perfeito pra mim!! hehe
Em relação a parte cômica, dei muita risada com a cena do carro mesmo, ainda a cara que o Boyles faz depois de uma pergunta daquela! hauhahuah… “Já esquentou sua bunda aqui!?” huahuaha
Mas ri muito quando a vítima tem um parada cardíaca e ele ajuda o filho comendo pipoca!
Agora já sei onde acompanharei “Fringe”…
Aqui, com vc!
Abraço!
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19 de Setembro de 2008 às 11:48 pm
Adoro “Fringe” desde o primeiro episódio e não entendi tantas críticas à série. Por isso concordo completamente que esse segundo agradou a todos e que sem dúvida séra um sucesso daqui para frente. Muita gente tinha a expectativa de que fosse algo no nível de “Lost” ou mesmo “Arquivo X” (devido às semelhanças óbvias), mas sabemos que essas séries fizeram história e dificilmente serão superadas por algo no gênero. Mesmo assim, “Fringe” começou de forma excepcional.
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20 de Setembro de 2008 às 8:35 pm
Fiquei super satisfeita com o episódio.
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21 de Setembro de 2008 às 2:48 am
Estou adorando Fringe.
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23 de Setembro de 2008 às 9:46 am
Este é um dos primeiros lugares onde eu vejo alguem elogiando Fringe e seus roteiros repletos de clichés (o pior deles, sem dúvida, o batido mote de “a companhia poderosa e misteriosa atras de tudo…”). Vamos ver se essa serie consegue engrenar.
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