Pensei em colocar outro título fazendo referência a alguma passagem do episódio, mas essa frase do Esteban disse tudo. Ele é a mesa do “WAR” de temperos culinários. O problema com ele virou solução faz tempo. E depois dos tapas veio o amor. O lance entre Nancy e Esteban conseguiu evoluir bem na trama, não foi jogado para a forçada aceitação, trabalhado na dose certo de dor, ameaças, sangue e balas. Os dois formam um belo casal, se bem que o “ataque terrorista” não permite vislumbrar um futuro muito calmo. Vem tempestade por aí, do jeito que a Nancy gosta.
Alguém vai implicar com o Shane ainda? Hein, Hein? Meteu a bandeja na cara do Dan, que parecia ser um cara legal, pra virar notícia no colégio. E Isabelle merece um prêmio, “se a vida fosse um filme do Jud Apatow”, imaginei a guria num Superbad marimacha da vida. Ela é o máximo, assim como a Celia afetada. Surtei de rir com as situações da loja: ‘o verde é a cor da moda’, ‘goool’, ‘chuteira, tênis de futebol’.
E olha a história do Silas tomando um rumo inesperadamente promissor. Maquiar o cheiro de erva com queijo, ousado. E deve dar muito certo, quero muito ver o Silas com sua própria rede de distribuição. Rede de distribuição que a Nancy lutou no episódio passado e nesse não deu nem cabimento.
Quem diria que os atravessadores possuem ligações fortes com Moíses. Andy e Doug se fazendo mais próximo do herói antigo, iniciaram as atividades clandestinas e são coiotes de luxo. E coloque luxo nisso, a gente não quer só comida, tem livro pra ler a travessia e passatempos, e o melhor de tudo FREE. Os caras nem se lembraram de cobrar, eles tão fazendo o que gostam. E donde está Maria, Doug????





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