Swingtown - Apesar de ser uma das maiores defensoras da série, tenho que admitir: Swingtown está perdendo o ritmo. Ou será que sou eu que estou perdendo o saco? Não importa. O episódio da semana passada, aquele da gincana entre os vizinhos, foi chato demais. E o desta semana, “Swingus Interruptus”, não foi muito melhor. As tramas que poderiam render foram suprimidas, e o resto é perfumaria.
Os três casais principais foram para uma casa de swing a convite de Brad e Sylvia. Lá, Janet e seu marido vão ver o que rola nas salas privadas, enquanto Tom e Trina ficam só olhando, já que agora seu casamento é fechado. Susan e o maridão resolvem esticar a noite em casa com os swingers, principalmente para salvar o casamento, já que o querido deu uns pegas na colega de trabalho bonitona.
O problema é que a menina-et e o professor bonitão já estavam lá, assistindo à escolha do candidato democrata para as eleições daquele ano. Escondidos, eles vêem os coroas fumar maconha, trocar de casais.. coisas normais, que a gente espera ver os nossos pais fazer [/ironia]. E foi aí que o episódio pecou, fora a trama da sacanagem que parece ser a mesma toda semana. Puxa, podiam ter explorado muito mais o fato dos pais terem sido flagrados pela filha. Esse fato poderia ter sido aprofundado, pelo bem da trama, mas tudo o que rolou foi “as coisas vão mudar por aqui”, dito por um pai hipócrita. Já estou mudando de idéia, e achando bom que a série tenha apenas uma temporada. Pelo jeito, não há trama que justifique um segundo ano de Swingtown.
Mad Men - O que falta em Swingtown parece sobrar em Mad Men. Todas as nuances do início dos anos 60 são exploradas de uma maneira profunda, embora sutil. Começamos este segundo episódio da segunda temporada, “Flight 1″, testemunhando o preconceito da classe média nova-iorquina para com os negros. Ao ir em uma festa de Paul, todos ficam preocupados com os carros, casacos e etc. A red hair bitch do escritório também não perde a oportunidade de humiliar a namorada do colega. Quem parece se integrar bem, entretanto, é Peggy, que não perde a oportunidade de dar uns amassos no corredor com um convidado da festa.
No outro dia, enquanto todos estão de ressaca, vem a bomba: um avião da American Airlines cai, matando os seus mais de 100 passageiros. Um deles é o pai de Campbell. E o pessoal da agência se mexe rapidinho, para aplicar uma estratégia muito utilizada nos dias de hoje: o controle de danos da companhia aérea. Aí entra também um dilema ético: para pegar a conta da gigante, eles terão que encerrar a conta com a Mohawk. Drapper é contra, mas os donos da agência só querem saber do dinheiro. Campbell vê ali uma chance de fazer sua carreira decolar, e engole seus sentimentos.
Falando em sentimentos, neste episódio temos notícias do bebê de Peggy: ele está com sua mãe e sua irmã, mas ela nem quer saber de criança. Quem parece não gostar muito dos filhos é Betty Drapper, que dispensa as crianças para jogar um carteado. Foi mais um episódio de Mad Men, que apesar de não ter a “ação” de Swingtown, dá um banho no quesito roteiro.





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9 de Agosto de 2008 às 7:11 pm
Swingtown ficou muito chato, desisti da série no oitavo episódio, tem série muito melhor pra ver no mid season (Flashpoint, Generation Kill).
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9 de Agosto de 2008 às 7:57 pm
Preciso ver MadMennnnnnnnnnnnnnnn!!!
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9 de Agosto de 2008 às 8:31 pm
Comparar as duas é covardia né Gisele? Swingtown só tem graça se você deixar de lado as falhas e os clichês dos roteiros, que são bem fracos mesmo.
Eu gostei do episódio, achei bom eles terem optado por deixar os Thompson como ‘certinhos’. E aquelas cenas da menina-et e o professor escondidos no bar foi uma das coisas mais constrangedora que eu já vi. É o tipo de trauma que terapia nenhuma resolve.
Mad Men foi muito bom também. Joan comanda.
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10 de Agosto de 2008 às 4:56 am
Preciso ver MadMennnnnnnnnnnnnnnn!!! [2]
e sobre Swingtown… eu ainda gosto bastante da série, achei os dois últimos episódios mto engraçados, mas é verdade, não acho que a série tenha folego pra muitos episódios não…
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11 de Agosto de 2008 às 2:29 pm
Ainda curto Swingtown, mas a série morreu na casca. No momento que decidiram fazer linha comportada, deu. Sempre imagino essa série num HBO ou Showtime - muita putaria e dramas de verdade.
Mad Men segue a linha dos Sopranos. O jogo de interesses são explícitos, mas são as sutilezas que se destacam. Don Drapper tá mais convincente agora.
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