Por Vinícius Silva
Esqueça aquele episódio ridículo que foi exibido semana passada. Agora a série voltou de verdade. Tá certo que eles continuam pecando em não tratar da história da Lillith, mas acredito que eles estão aguardando mais para o final. Enquanto isso, voltamos à velha fórmula, melhor do que fazer episódios baseados em reality shows ou coisas do gênero.
Nesse episódio, os irmãos Winchester precisam desvendar o que está acontecendo com as linhas telefônicas da cidade de Ohio, em que pessoas recebem ligações de entes queridos e que já morreram e depois se matam, por algum motivo. Não exatamente isso, mas acabam obedecendo tudo aquilo que é falado no telefone. Os casos começam a se agravar e Sam descobre que se trata de um Crocotta, espécie de demônio que sugam as almas dos humanos para se alimentar.
Ele consegue colocar Dean e Sam a lutar um contra o outro, quando ele faz uma ligação para Dean se passando pelo seu pai e pelo espírito de vingança que ele tem, mas também de sobrevivência, por querer achar um caminho que não o leve para o Inferno. Enquanto que Sam é mais racional, investigando o caso e descobrindo o que de fato estava por trás dele. Dean estava cego e o demônio cria uma forma dele se encontrar com uma outra pessoa que o Crocotta havia ligado, tentando criar uma cena para que ou Dean ou a tal outra pessoa, pudessem ser mortas.
Esse episódio relembra um pouco mais as raízes da série, quando ela nos apresentava um caso por semana. A verdade é que Supernatural ainda não empolgou desde que voltou depois da greve. Tem algo faltando, algo que eles estavam sabendo criar de maneira interessante para que o programa não continuasse na mesma mesmice de apresentar um caso por semana. Está faltando um pouco mais de criatividade, ao meu ver. Tomara que não demore para que o caso da Lillith possa virar exclusividade da série.
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