
Por Leco Faria
Estou realmente impressionado com One Tree Hill. Que eu sou fã da série, é óbvio, uma vez que até mesmo me predispus a resenhá-la. Mas mesmo sendo fã, nunca fui cego e sempre enxerguei os problemas que a série enfrentou nas quatro temporadas anteriores. Mas eis que nessa quinta temporada tivemos doze excelentes episódios, uma pausa e agora, um mês depois, a série volta de forma brilhante, pois não consigo acharn nenhuma outra palavra para definir esse Echoes, Silence, Patience and Grace além de BRILHANTE!
Exatamente um mês após o não-casamento de Lucas e Lindsey, vemos os personagens levando a vida, ou melhor, tentando entender a vida. Vida essa que nos prega peças, que nos instiga, que nos motiva e que nos assusta. Encarei esse episódio com uma sessão de análise. Apesar de apenas Nathan e Haley estarem em terapia (de casal), parecia que todos os personagens estavam numa busca por si mesmo, ouvindo os ecos, o silêncio, buscando a paciência e a graça, como sugerido pelo nome do episódio e tão bem exposto por Peyton num diálogo com Max, o dona da antiga loja de discos, numa participação especial do criador da série, Mark Schawhn.
Mas vamos aos fatos. O episódio se inicia com uma briga desproposital entre Lucas,Dan e Nathan logo após os acontecimentos do episódio anterior, que é abortada pela chegada do pequeno Jamie que agradece ao avô por tê-lo salvo. Logo em seguida temos uma passagem de tempo (um mês, exatamente o tempo que a série fique 'parada' nos EUA) e acompanhamos o que se passa com nossos amigos de Tree Hill. Dan recebe as orientações de como deve viver sua condicional e, num papo com seu 'tutor'; vemos como ele está desenvolvendo uma relação com seu neto Jamie, mesmo à revelia de Nathan e Haley. Já esses dois estão numa terapia de casal, para tentar consertar ou reconstruir sua relação. Acredito que foram responsáveis pelos melhores momentos do episódio, quando lembravam do porque se apaixonaram um pelo outro e, claro, da frase da terapeuta os lembrando que são jovens e tem apenas 22 anos, portanto podem e devem agir como jovens!
Enquanto isso, Brooke recebe a visita da assistente social que avalia se ela tem ou não condições de adotar uma criança. Vemos a luta de Brooke para se fazer passar por uma mulher responsável e coerente, que tem condições de dar uma vida melhor a uma criança. Mesmo com a resistência da assistente, que antes havia entrevistado a mãe-vilã da Brooke, podemos perceber o quanto Brooke realmente deseja um filho. E mais, ela quer adotar, o que é um gesto lindo da personagem.
Já Lucas está numa espécie de retiro, vivendo no barco com sua família, fugindo de sua vida. Vejo o personagem totalmente perdido, sem saber o que fazer. E acredito que a sua fixação em reconquistar Lindsay tenha mais a ver com seu orgulho ferido do que realmente com amor. Isso ainda vai dar problemas e ferir ainda mais a pobre da Lindsay, anotem isso! Perdida também está Peyton com seu amor mal resolvido por Lucas. Lucas que não casou, mas que não ficou com ela. Lucas que é uma eterna interrogação para Peyton.
Enfim, um episódio intimista, centrado nas inquietudes dos personagens que teve uma cena final perfeita, com cada um dando continuidade à citação de encerramento. Isso é One Tree Hill. Isso é o que me faz gostar de One Tree Hill!





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18 de Abril de 2008 às 4:20 pm
PEQUENO SPOILER DE LOST
Só estou vindo aqui, para demonstrar minha indignação com o portal Terra. Onde tem um big Spoiler na capa,QUE diz que um persogem dado como morto não está, não tiv coragem de vr quem é, mas, pelo naipe da notícia já deduzo quem seja esse personagem. Ah sei lá só uma indignaçãozinha memso que eu queria compartilhar. . . UHauaUAha
Abraços!
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18 de Abril de 2008 às 7:38 pm
concordo contigo
eu sou fã de one tree hill
mas sei q foi uma série de altos e baixos
mas essa temporada calou a boca de todos
eu n sei como anda a crítica lá fora com a série
mas sinceramente, há pouca coisas q eles podem falar mal
como tava falando com Vinicius
a participação de Mark nesse episódio me pareceu como se a aquipe estivesse unida, satisfeita com o trabalho que tem realizado nessa temporada.
mto bom episódio mesmo
abraços
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18 de Abril de 2008 às 8:10 pm
A cena da briga entre o Dan, o Lucae e o Nathan foi o unico ponto negativo desse episódio. Uma cena completamente forçada. Eu também escrevi a minha review na quarta-feira e acabei citando essa cena no texto.
Entretanto, é impossível não notar como essa série mudou, como ela amadureceu e como os proprios criadores estão felizes com o resultado, com a decisão certa de ter pulado no tempo. Prova disso é a propria audiência e as histórias que ela está nos proporcionado.
Tem me lembrado até a primeira temporada. E é impossível não lembrar, visto que a todo instante ela cria situações para fazer alusão a cenas que foram rodadas no seu ano de estréia.
Genial!
Abraços Leco. Tem agradecimento meu para o senhor no meu blog!
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18 de Abril de 2008 às 11:11 pm
confesso que não estava esperando muito desta temporada, pois a quarta tinha episódios ótimos e muitos regulares. Que bom que estava enganada, pois está realmente bom.
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20 de Abril de 2008 às 11:46 pm
Terminei de ver o episódio e realmente, o episódio toca quem assiste. Apesar do episódio ficar preso quase que nas mesmas cenas durante os 42 minutos, o episódio conseguiu passar o estado de calmaria e reflexãoq ue o título sugere. Entre as narrativas, a que merece destaque, na minha opinião, é a de Haley e Nathan. Por mim, o episódio poderia ser uma versão sem cortes da sessão de terapia do casal que eu assistiria sem cansar.
As múltiplas faces de Brooke me facinam a cada episódio. Apesar de ficar triste por ela nao ter conseguido a adoção, foi interessante ver esse lado inseguro e ao mesmo tempo confiante de sí da personagem.
E por falar em múltiplas faces, preciso comentar o quão impressionado eu fico com o ótimo trabalho que estão fazendo com Haley. Ela realmente parece mais madura e desgastada como se ela realmente tivesse passado os últimos 4 anos batalhando para criar o filho, estudar e dar aula. É muito difícil conseguir trazer para a tela esse tipo de mudança de uma hora para outra - há um ano, os personagens eram apenas adolescentes e agora são adultos. Para mim, Lucas continua um adolescente de colegial, mas Haley parece muito uma mãe jovem, que parece ter vivido muito mais do que apenas 4 anos após o final da temporada passada.
Foi um episódio simples, sem muitos avanços em relação a história, porém, com muitos momentos de reflexão.
A série, que evolui a cada episódio, tem nos presenteado com ótimas citações, como sempre, e belas referências internas em relação as outras temporadas.
Destaque para a cena final, com um flash do episódio piloto - qual fã não se emociona com um take desses?
Mark Schawhn merece aplausos.
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24 de Abril de 2008 às 9:40 pm
Eu gostaria que a Brooke ficasse com o Lucas
Eles sã perfeitos um para o outro(já foram até casados na vida real )
Odeio a Peyton
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2 de Maio de 2008 às 10:02 am
Gostaria de saber de voces que estão mais por dentro do que eu, se existe alguma possibilidade do Lucas e a Brook ficarem juntos n 5º temporada.
Espero que sim.
Obrigada, ADORO OTH!!!
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2 de Maio de 2008 às 10:05 am
Existe alguma possibilidade do Lucas e Brook ficarem juntos na 5º temporada, Adoro os dois, e torço por eles!
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4 de Junho de 2008 às 10:34 am
Afff gente!!!
Nada a vê Brooke c/ o Lucas, a Brooke não o ama de verdade é só fachada, assistam direitinho todas as temporadas eles não tem nada a vê um c/ o outro, tem traição e tudo mais.
Agora falando de Lucas e Peyton, isso sim é amor de verdade que resiste a tudo… Na 5ª temporada podem ver claramente o quanto Lucas ama a Peyton começando pelo o livro que ele escreveu, garanto que não é sobre a Brooke ou sobre a Lindsay que está falando nele…
E só a Peyton foi amiga de verdade, principalmente da Brooke, pois garanto que não foi a Peyton que traiu uma amizade cobiçando o namorado da outra.
Gente Amor mesmooooo,
só o de
Lucas p/ Peyton e Peyton p/ Lucas!!!!!
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