Por Vinícius Silva
Foi mais de um mês parada. A greve de roteiristas fez com que muitos estúdios tomassem medidas extraordinárias. Mas normalmente temos a famosa parada, chamada de hiatus. Às vezes ele pode ser bom, muito bom. Em outros casos, ele pode ser extremamente ruim. No caso de Supernatural, fique com a segunda opção.
A história das bruxas não foi convicente o suficiente, principalmente pela forma com que essa temporada começou, se tornando uma série equilibrada e com um ótimo roteiro a desenvolver. Tá certo que Malleus Malleficarum não coloca tudo isso a perder, mas fez com que os fãs passem a questionar a qualidade da série. E podem ter certeza, isso já anda acontecendo nos Estados Unidos, principalmente pelos números baixíssimos que foi apresentado nessa noite de quinta-feira.
No entanto, a série tentou mostrar o lado humanizado que os demônios podem adquirir. O título do episódio significa o estudo que foi feito sobre bruxas do século XV, sendo usado para sustentar a discórdia da natureza, resultando em uma “caça às bruxas”, que se caracterizou por perseguição e assassinatos de mulheres.
Quem acabou aparecendo nesse episódio foi Ruby, trazendo o lado humano que a série estava querendo mostrar de um demônio. Foi uma participação bem aquém das suas outras aparições. A verdade é que os personagens que acabam entrando em Supernatural, não conseguem ter um desenvolvimento dentro da série, que possam torná-la mais dinâmica em alguns momentos.
Assim sendo, a convenção de bruxas que Sam e Dean acabaram investigando, não serviu pra adicionar muita coisa nessa temporada. Pouca coisa merece destaque, praticamente nada, se não fossem as belas referências que a série traz nos seus diálogos e as boas interpretações dos irmãos. No mais, foi um episódio extremamente fraco e tomara que, no próximo, a série volte com mais força.
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12 de Fevereiro de 2008 às 8:27 am
discordo TOTALMENTE =X
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12 de Fevereiro de 2008 às 11:08 am
Também discordo…
O que Supernatural sempre faz, desde a primeira temporada, é explorar as lendas urbanas norte americanas. O que a volta do hiatus fez foi somente nos apresentar um episódio nesse estilo, mas sem derrubar o desenvolvimento da trama central da 3a. temp. Mas lembre-se que esse hiatus foi uma excessão. Com certeza, o ep não seria exibido dessa forma, nesse intervalo de tempo, se a greve não tivesse existido.
Mas nada disso tira o mérito do ep, que depois do EXCEPCIONAL ep de natal, serviu para esfriar um pouco os ânimos, e começar a trilhar o caminho para o fim (precoce?) da temporada. Nada como um ep “desconectado” para fazer isso.
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13 de Fevereiro de 2008 às 1:36 am
Também discordo. Gostei do episódio. E não é tão desconectado assim. Achei que iria ser mais um ep tipo “monstro da semana” de arquivo x. E já estava achando muito bom. No entanto, o ep trouxe uma explicação sobre quem é Ruby. Apesar de solucionar um mistério, trouxe outro: porque ela é diferente? E será que é mesmo? Não pode tudo tratar-se de um truque? Será que Ruby não quer desumanizar Sam para que ele lidere o exército de demônios?
E que dizer do dizer do diálogo final entre Ruby e Dean? A frieza com que ela revela que mentiu sobre a possibilidade de salvá-lo?
Para mim só fica uma certeza: Ruby não é nenhum anjinho. Esperem para ver…
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