Muito antes de escrever Boston Legal, David E. Kelley retratou um outro escritório de advocacia, com personagens muito mais sem-noção do que Alan Shore e Denny Crane. Há longínquos dez anos atrás, estreava Ally McBeal, uma bem-sucedida mistura de comédia romântica non-sense com drama de tribunal. Estrelada por Calista Flockhart (atualmente no ar como a Kitty Walker de Brothers & Sisters) a série tem sido minha distração enquanto a greve não acaba e Lost não estréia. E que distração! A diversão é garantida.
Ally é uma jovem advogada que abandona o emprego quando um dos sócios passa a mão no seu derriére (estou elegante hoje, não?). Ela encontra Richard Fish, um ex-colega de faculdade que está abrindo um escritório e vai trabalhar com ele. Chegando lá, descobre que vai trabalhar com ninguém menos com o grande amor da sua vida, o advogado Billy, que a abandonou anos atrás. E pior, Billy agora é casado com a bela advogada Geórgia. Os dramas da personagem são pontuados com alucinações muito divertidas, como um bebê dançante ou cabeças que vão crescendo enquanto as pessoas vão falando. Os casos defendidos pela turma de advogados são tão bizarros quanto aqueles que vemos na Crane, Poole & Schimidt. Nunca me senti tão bipolar quanto em um episódio da primeira temporada que teve a morte de um travesti: em um minuto estava dando gargalhadas, em outro estava chorando copiosamente.
A série conta com coadjuvantes de luxo como Courtney Thorne-Smith (depois de Melrose e antes de Acording to Jim), Jane Krakowski (a Jenna de 30 Rock, mostrando como o tempo só faz bem a algumas mulheres), Peter MacNicol, Lucy Liu e Portia de Rossi (mais conhecida como a namorada da Ellen de Generes). As participações especiais não ficam atrás, só tem gente boa! A trilha sonora é praticamente um personagem da série, com a participação da cantora Vonda Sheppard em quase todos os episódios.
Para quem ainda não assistiu, a série vai ao ar no canal Fox Life diariamente, ás 20 horas. Para quem não tem o canal, como eu, resta comprar os DVDs ou pedir para o nosso velho amigo Paul Torrent. Garanto que vale a pena!
O problema é que eu, que recém acabei a primeira temporada, fui procurar um vídeo do Isaiah Washington tomando uma surra na série, e acabei descobrindo que um dos personagens principais morre… que tristeza!
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10 de Janeiro de 2008 às 9:02 pm
Nossa, eu era viciada nessa série… vi do início ao fim.

Bons tempos em que eu me engasgava de rir com a Ally!
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11 de Janeiro de 2008 às 2:16 am
Interessante como uma coisa puxa à outra. Nunca fui de assistir a série com regularidade mas eventualmente assistia. Aí lendo seu post sobre os personagens da série acabei lembrando de outra séire quase da mesma época e que teve a participação do Gill Bellows (Billy). O nome da série é The Agency. Gostava pena que não fez muito sucesso. Parabéns pelo Blog. Acompanho sempre. Até.
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11 de Janeiro de 2008 às 7:58 am
Cleber, dessa eu nunca tinha ouvido falar. Vou dar uma procurada, ver se acho por aí. Valeu pela visita!
Abraço!
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11 de Janeiro de 2008 às 12:02 pm
Nossa sou doido para ver a série!
Como vc disse só por DVD ou Paul Torrent!
^^
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23 de Fevereiro de 2008 às 2:00 pm
Eu amo Ally. conheci a serie esse ano e me apaixonei. Vejo pela Fox. Cheguei na terceita temporada. Ah! Sofro da bipolaridade tambem. Choro mto e dou gargalhadas vendo um unico episodio.
Amei!
Ps- Tb acho que Jane melhorou mto . ela esta mto mais bonita.
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