Por Paulo Vitor Alencar Barbosa
Quando finalmete consegui baixar esse nono episódio e comecei a assistir, logo nos primeiros minutos comecei a achar que tinha baixado a série errada, já que achei estranho o fato de que a fotografia e o estilo de filmagem estarem diferentes. No lugar do estilo de filmagem habitual da série tivemos uma "câmera nervosa", closes inesperados, e um estilo de edição diferente. Se não fosse eu lembrar que nesse episódio teriamos a direção do estupendo diretor William Friedkin (O Exorcista, Viver e Morrer em Los Angeles), eu acharia que Quentin Tarantino tivesse dirigido outro episódio da série.
Friedkin fez em "Cockroaches" um excelente trabalho, e ele e os atores (principalmente Gary Dourdan) se tornaram o ponto alto do episódio. Porém apesar desse episódio ter sido vinte vezes melhor do que a bomba da semana passada, é inevitável não dizer que CSI vem fazendo um irregular temporada e mostrando sinais de desgaste, e ao invés de se renovar a série, acaba se repetindo no intuito de nos mostrar o lado humano dos peritos, porém ao fazerem isso deixam de
lado os seus casos que na maioria das vezes eram criativos e intrigantes, para dar lugar a história sem graça e que já vimos na própria série. Fora que estão esquecendo que não adianta Crossover, partipação especial e etc que resista a roteiro ruim. Porém são com esses "eventos" que a série tenta exorcizar o roteiro pouco criativo, e ao que parece a reza está fraca.
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13 de Dezembro de 2007 às 3:45 pm
Em tantos anos da série é praticamente impossível não se repetir. Ainda assim CSI tá buscando novas leituras e feituras. Tem arriscado em episódios bem distintos. Pode não estar acertando em cheio, mas é só uma questão de tempo. É o preço de quem carrega o peso de ser inovadora.
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16 de Dezembro de 2007 às 11:18 am
A Silvia tem razão, afinal CSI está em sua 8ª temporada, impossível não se repetir de vez em quando.
Gostei desse episódio, Warrick enfrentando um divórcio e o vício pelos remédios, ainda sim está numa rotina do trabalho onde quer que a justiça seja feita.
Gostei do fato de sair um pouco do laboratório, não que eu não goste, adoro o diferencial e a inovação que CSI trouxe nesse aspecto, fazendo com que a gente praticamente conheça todo o estrago causado na anatomia de um cadáver. Warrick estava meio de lado e agora voltou com essa…
Gostei da direção e do embate em ver um perito, sendo usado como suspeito de um dos crimes, aliás do próprio caso que investigava. Obviamente irão resolver esse caso, por isso vou ali baixar logo o 8×10. hehehehe
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