Temos que apelar quando jogam sujo com a gente. Ser bonzinho é muito legal, só que ninguém respeita os bonzinhos. Olho por olho, dente por dente? Com o Earl foi assim. A ira dele quase pôs tudo a perder, mas ninguém contava com o passado do diretor, ainda mais bizarro do que o presente.
Earl apelou e resolveu fazer o seu personal prison break. Hilários os métodos de fuga que já haviam falhado. Também não precisava ser nenhum Michael Scofield para escapar daquela prisão de segurança ínfima, o que foi excelente para os nossos fugitivos. Inteligência não é o forte deles. Mesmo assim, não dispensaram o mapa do prédio tatuado nas costas do Earl com canetinha.
Se ele, Frank, Paco e até o Randy são fugitivos de primeira viagem, não podemos dizer o mesmo do Darnell. Mais uma vez, o cara pôde demonstrar toda a sua capacidade e a incrível técnica usada para pôr os adversários e a Joy para dormir. Eu peço de novo: flashback do Darnell já!
Ri demais com a cantoria na missa, Earl ficando louco na solitária e o flashback do diretor como ator pornô. Foi esse passado vergonhoso que salvou Earl de passar mais tempo preso. Culpa do carma e do teto extremamente frágil da prisão. Falando em carma, será que o Earl vai voltar para a lista agora que está livre ou essa temporada enjaulado deixou alguma marca mais profunda no nosso anti-herói? Ainda teremos mais um episódio para descobrir.
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