A própria Liz se pergunta por que criou esses monstros. Ali no show que ela escreve existem vários. Quando não foi ela mesmo quem criou (monstro Jenna), foi ela quem importou (monstro Tracy) ou é obrigada a alimentar diariamente (big monstro Jack). Fora esses três Godzillas, ainda existem os roteiristas e o Kenneth que ficam atazanando a vida da coitada, como um bando de pokemons.
Liz teve que bancar a babá e perdeu a paciência com o ataque de estrelismo de Jenna e Tracy. Ele tem ótimos momentos, mas é muito bobo na maioria das vezes. Jenna tem um texto bem melhor e suas participações são econômicas, porém ótimas.
A namorada proibida do Jack, aquela das crianças alaranjadas, voltou e sobrou para Liz. Não vou nem comparar o jantar do Jack com a festa do Kenneth, para não humilhar nosso chefe sem-noção. Kenneth continua como o melhor anfitrião de todos os tempos, apesar dos cartões para puxar assunto. Ainda teve Frank imitando o outro roteirista, que depois apareceu vestido de Frank e conseguiu ficar ainda mais estranho do que o original. Claro que tudo vira problema para a Liz, a única pessoa com um pouco, eu disse um pouco, de lucidez em quilômetros. Eu pediria aumento já no próximo episódio e ameaçaria fazer uma greve.
O melhor ficou para as duas cenas do final. Jack revela seu romance secreto no restaurante e os figurões se animam a soltar os podres. Alguém deveria ter avisado ao tiozinho que assassinato é um pouco pesado para a hora do almoço. De sobremesa, a ingenuidade do Kenneth e um estranho espírito de Natal. Foi uma boa refeição.





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