Por Samuell Aquino
Dawn Budge II mostrou tudo o que é bom em Nip/Tuck. Drama, comédia, bizarrices, encontros, polêmica e ainda a fé, tudo estava lá, bem dosado e conciso.
Dawn voltou hilária, sem papas na língua e sem um pedaço do lábio, o ataque da águia foi engraçado e bem feito e ainda teve o affair dela com Freddy, que acho ser gay e só quer saber do sagrado dinheirinho dela. E falando em Freddy e Dawn, não gostei do novo ‘criminoso’, ele não tem (ainda?) um propósito para agir e ataca deliberamente, mas até que é engraçado. Acredito que quem criou o genial Carver consegue fazer coisa melhor.
Sean ainda está enfrentando os problemas psicológicos e alimentares da Kate, que estão se agravando, e tem que se preocupar com a ninfeta t.a.t.u. que devia ser presa por corrupção de menores, a Annie nem desenvolveu os seios e já sai distribuindo sexo oral no colégio. As influências… E pra piorar ele ta doidim pela Eden. Vai ser o jeito cortar as bolas mesmo ou ele vai acabar morrendo pela boca (…).
Christian foi sensacional nesse episódio, achei que a vida de michê de luxo fosse só naquele episódio, mas aqui ele encontrou uma senhora sem uma gota de juízo. E, com uma ajuda da freira, reencontrou a fé, no apelo à beira da morte da cliente. Nip/Tuck além de toda a atmosfera me cativa pelas frases soltas nos diálogos, como a história dessa mulher, e análise feita pelo psicanalista e a conversa entre Christian e a freira no fim do episódio foi tocante.
Não sou um homem de fé, talvez por isso sempre que tratam sobre esse assunto me impressiono, e busco encontrar a minha. Mas tenho fé que a temporada vai manter esse nível e nos fará felizes.
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