O episódio 4×04 “Do Tell” de Boston Legal começa com a chegada de uma novata, mais uma associada para a firma. Whitney, uma bonita (não muito) negra, esnobe, voz meio chata, muitos gestos, muitas “caras e bocas”, é o perfil perfeito de quem veio pra ficar (intenção dos produtores), mas não fica na série (destoa do resto dos personagens). Em uma cena hilária ela acaba recebendo de Carl um caso divertido para quem assiste, e bobo para a firma. Para trabalhar com ela no caso Katie foi à escolhida. Miguel, aquele mesmo do caso de briga de galo do episódio anterior, tem um filho (Domingo) com uma americana, e seja por perigo ou pelas diferenças culturais dos dois, a mãe tenta tirar a o pequeno toureiro do pai por achar o esporte perigoso demais. Esse caso foi engraçado, e ver a freira como tradutora de Miguel foi engraçado novamente, que Deus a perdoe. Os autores de BL adoram pegar no pé da igreja, acho que é por isso que amo a série. (Nossa, agora acho que serei xingado.) Mais uma vitória do escritório, pra variar.
Em outro caso Shirley defende um militar que foi afastado das forças armadas por assumir que é gay, ele poderia ser gay e continuar em seu posto, só não poderia assumir que era (mais uma pouco da hipocrisia americana). A parte mais engraçada deste caso foi quando Fitz (cliente, e amigo de Denny) falou que era gay, e Denny se afastou dele, dei boas risadas com isso. Neste caso temos o prazer de ver Shirley manipulando o juiz, que é ninguém menos que o maluco Clark Brown. Ela manda bem no julgamento, como sempre, e consegue mais uma vitória. Clark Brown é uma figura, o velho e espalhafatoso juiz virgem é um personagem legal da série, merecia uma citação antes. Sua atuação é perfeita, e eu não ter comentando isso antes é “chocante”, “como me atrevi”?
No escritório tivemos algumas coisas interessantes para a sequência da série. Denny pega Carl beijando sua amada (Shirley) na sala dela. Ele fica arrasado, chora no ombro do Alan (literalmente), mas quando ele conversa com Shirley fica claro que Denny é mais maduro do que os fãs pensam e do que os autores tentam fazer dele na maior parte do tempo. Infelizmente minha vontade parece que não será feita, parece que Denny e Carl não brigam mais por ela, eu acho (querendo estar errado, claro).
Alan segue com suas excentricidades, e com o mesmo drama desnecessário de sempre quando fala do seu passado. Ele segue com uma atração incontrolável por Lorraine. Eu acho que sou cego, ou que o padrão de beleza americano mudou muito. Os caras estão fazendo daquela magrela sem graça uma deusa, mais uma vez: de onde eles tiram isso? (Juro que não falo mais da falta de beleza da canela de sábia).
Para terminar Katie (minha nova queridinha na série) vem com o velho e irritante papo de sempre (não dela, mas das mulheres quando querem dispensar um cara) pra cima de Hands, os dois são amigos, romance no trabalho é complicado, blábláblá, e ela não tá a fim de perder a amizade dele nunca. Como disse semana passada, algo me falava que não daria certo. Infelizmente Jerry não se deu bem dessa vez, espero que isso mude logo, ele merece.
Bem, foi isso. Eu adorei o episódio, vejo que desde a semana passada a série voltou ao nível da terceira temporada, que se mantenha assim. Até lá.
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13 de Fevereiro de 2008 às 10:40 am
OMG, comecei a ver o seriado por indicação desse blog!!
Cade os Reviews dos outros episódios?!
Estão muito bom!
Só o primeiro que foi mais um roteiro do episódio do que um review!!!
Mas do segundo pra frente está bom!!
Volta a comentar ae!!
E OMG como vc nao vê que a Lorraine é muito gata?!
Tipo, muuuuito!
doasodiasodi!
x)!
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13 de Fevereiro de 2008 às 10:51 am
Oi Fábio
O nosso comentarista de Boston Legal não pôde continuar com as reviews. Estou tentando alcançar a transmissão americana para comentar por aqui, ok?
Abraço!
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