Muitos spoilers!!!
É lendária a história de uma novela da antiga Rede Tupi que estava mal das pernas, então o autor inventou uma tragédia natural qualquer e matou grande parte do elenco. Os produtores de Heroes parecem ter ouvido falar disso e resolveram adotar a mesma estratégia:promoveram uma chacina em “Landslide” e se livraram de quatro personagens dos quais ninguém vai sentir falta. Ops, cinco, se contarmos também Jéssica, o lado mala de Nikki. Descanse em paz junto com o sem nome interpretado por Eric Roberts, Ted, D.L e Linderman!
Enfim, deram continuidade para os eventos da semana passada, encaixando todo mundo na hora e no local exato para o desfecho da cena da explosão que aguardamos desde o começo da série. Nathan se elegeu, está todo mundo em Nova York, Sylar tem o poder de Ted. O episódio todo tem aquele clima de final de filme, e dos bons. Além da esposa de Nathan que abandona a cadeira de rodas, tivemos uma homenagem a Lost com Micah escondido no 42º andar. Gostei também de ver Claire dizendo que gostaria de usar seus poderes para o bem, mas Peter sugerindo que não vai usar sunga por cima da roupa. Bacana também quando ele disse que não gostaria de lutar com Sylar, pois já havia sido morto uma vez. Muito legal. Confesso que estou ansiosa para ver como termina essa história.
Momento garota enxaqueca (porque nada na vida é perfeito):
- Que ridícula a cena do Hiro com seu pai. Ele aprendeu a usar a espada em questão de horas. Porque não implantaram logo o programa de kung fu, tal qual Neo em Matrix, e nos pouparam daquela bobagem? E a busca pela espada foi em vão? Foi tudo um teste? Ah, poupe-me!
- E o papo de Candice de que o mundo não aceita quem fala diferente ou é diferente fisicamente? Jurei que ela ia ficar azul e cheia de escamas como a Mística de X-Men!








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16 de Maio de 2007 às 3:54 pm
Meu primeiro comentário aqui!
E eu queria saber porque é que quando o comentário está ruim ou fala mal de Heroes todos vêm aqui com pedras na mão, e quando o mesmo está excelente como hoje, ninguém vem aqui dar os parabéns!
Parabéns Gi, excelente comentário, concordo com você! Essa história de jornada do Hiro foi a parte mais ridícula da temporada toda. O personagem começou num ritmo acelerado até que os produtores tiveram que dar um jeito de manter ele em cena “esperando” até a hora que ele pudesse interagir com a história de novo…
Fora que a luta dos dois foi uma coisa de baixo nível demais… tudo bem que é Heroes e não Matrix, mas até os filmes da sessão da tarde fazem melhor. Os produtores poderiam ter utilizado o poder do Hiro como recurso e feito ele voltar no tempo com o pai para treinar sem perder tempo, quero ver quem é que consegue aprender uma arte complicada como aquela em poucas horas sob a pressão de “Salvar o Mundo”.
Quanto a Candice, eu to começando a ter medo dela ser uma segunda mística tbm sihaishaiuhsiuahu
BTW alguém notou alguma semelhança entre Magneto e Linderman além dos cabelos brancos ? [8)]
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16 de Maio de 2007 às 4:49 pm
Valeu, Kuchiki!
Eu lembrei do Magneto na cena do Sylar levantando o carro de polícia… heheheh
Beijo!
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16 de Maio de 2007 às 5:38 pm
Gis …
gostei dos comentários … tb fiquei puto com o curso de samurai do hiro … ele deveria ter voltado no tempo, e ter passado uma semana treinando com o pai dele …
mas passar uma tarde treinando e virar um samurai, foi demais…
Tb adorei o q vc falou sobre a preparação … é como vejo esse episódio … o clima dado ao notar que cada um tá assumindo sua posição, seu papel, no evento que tanto esperamos … a explosão … é legal…
Cont. assim … vc e o Elliot …
esse blog é demais …
abraços … e … buuuuummmmmmmm
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16 de Maio de 2007 às 6:30 pm
O Eric Roberts tinha nome sim: Thompson. E a cena do Bennet atirando nele foi A MELHOR de anteontem.
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17 de Maio de 2007 às 12:35 pm
Num episódio anterior (não sei se no 20 ou 21) Ando fala que Hiro conhece o bushido. Hiro o corrige e diz que o que ele praticava era outra coisa (kempo ou algo assim). Ou seja, Hiro já sabia lutar com uma katana. O treinamento com o pai foi mais para que ele se libertasse de suas inibições e conseguisse fazer o que tinha de ser feito. A conversa foi mais importante que a luta. Porém… Como o pai dele apareceu do nada naquela loja? Isso sim foi o que me tirou um pouco da estória.
E a cena da Candice não me lembrou da Mística, não… Na hora eu entendi que ela era gorda e sofria com as gozações dos outros. Talvez a forma que ela assumiu para a eleição fosse a verdadeira forma dela. É muito mais profundo que a Mística pois trata de algo com que podemos nos relacionar. Quem não conhece alguém que sofre por causa do preconceito contra a obesidade ou cor da pele ou o que seja?
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18 de Maio de 2007 às 4:27 am
A cena do Hiro foi mais uma questão filosófica, o Hiro é dan alto em artes de espada (Bushido eu acho, não lembro em qual), acompanho o que o Ricardo Maio escreveu. O pai do Hiro parece ter poderes também, talvez ele se teleporte também, ou talvez o cara da loja é empregado do pai dele e avisou.
Gis, até onde eu li a respeito de samurai, ser samurai não é só sair abanando uma espada, existem várias questões filosóficas que a pessoa precisa assimilar antes de ser considerado samurai.
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