Mai
09
2007
Momento cultura inútil: quem é Allison Dubois (ou por que será que ela não quer um milhão?)
Postado por: Gisele Ramos em ZapeandoGisele Ramos
Você, assim como eu, deve ter ouvido falar nesta senhora somente quando o seriado Medium estreou. Allison dá nome e inspira a personagem de Patricia Arquette. Mas quem é Allison Dubois? O que se sabe dela além da mediunidade? Ela é médium mesmo? Vocês devem se lembrar do desafio que um mágico canadense chamado James Randi propôs a alguns anos atrás: o paranormal que provasse os seus poderes cientificamente ganharia um milhão de dólares. Pois Allison foi insistentemente convocada para participar, e sempre declinou do convite. Será que ela não quer um milhão? Ou prefere ganhá-lo participando de "Amazing Race"? Em biografias publicadas na internet, fala-se que Allison descobriu sua mediunidade aos seis anos de idade, quando recebeu uma mensagem de seu bisavô. Cursou a faculdade de Direito, e durante um estágio na divisão de homicídios na Promotoria descobriu que seu dom poderia ser útil em investigações. Entretanto, quando a série foi lançada nos Estados Unidos, um dos editores da revista Skeptical Inquirer checou os departamentos de polícia onde se dizia que Allison já havia trabalhado e TODOS negaram ter utilizado os serviços da médium. Atualmente, ela é membro da Comissão de Médiuns e também da Fundação Família Eterna, ambas nos EUA. Ela diz que até hoje ajuda a polícia americana a desvendar crimes e localizar pessoas desaparecidas. Publicou um livro, que em português recebeu o título "Não é preciso dizer adeus" (parece que encalhou e tá bem baratinho no Submarino). Mas e os caros leitores, o que acham dessa história? Vocês acreditam na mediunidade de Allison?
Você, assim como eu, deve ter ouvido falar nesta senhora somente quando o seriado Medium estreou. Allison dá nome e inspira a personagem de Patricia Arquette. Mas quem é Allison Dubois? O que se sabe dela além da mediunidade? Ela é médium mesmo? Vocês devem se lembrar do desafio que um mágico canadense chamado James Randi propôs a alguns anos atrás: o paranormal que provasse os seus poderes cientificamente ganharia um milhão de dólares. Pois Allison foi insistentemente convocada para participar, e sempre declinou do convite. Será que ela não quer um milhão? Ou prefere ganhá-lo participando de "Amazing Race"? Em biografias publicadas na internet, fala-se que Allison descobriu sua mediunidade aos seis anos de idade, quando recebeu uma mensagem de seu bisavô. Cursou a faculdade de Direito, e durante um estágio na divisão de homicídios na Promotoria descobriu que seu dom poderia ser útil em investigações. Entretanto, quando a série foi lançada nos Estados Unidos, um dos editores da revista Skeptical Inquirer checou os departamentos de polícia onde se dizia que Allison já havia trabalhado e TODOS negaram ter utilizado os serviços da médium. Atualmente, ela é membro da Comissão de Médiuns e também da Fundação Família Eterna, ambas nos EUA. Ela diz que até hoje ajuda a polícia americana a desvendar crimes e localizar pessoas desaparecidas. Publicou um livro, que em português recebeu o título "Não é preciso dizer adeus" (parece que encalhou e tá bem baratinho no Submarino). Mas e os caros leitores, o que acham dessa história? Vocês acreditam na mediunidade de Allison?








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9 de Maio de 2007 às 5:17 pm
Já que o post é “momento cultura inútil”, aqui vai um “momento comentário inútil”… o cabelo da Allison “de verdade” é inspirado na Vampira/Rogue de X-Men?
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24 de Setembro de 2007 às 12:07 pm
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
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16 de Junho de 2008 às 12:50 am
Não sei quanto a veracidade da mediunidade da Srª Dubois, mas tenho certeza de que James Randi nunca irá pagar U$1 milhão para nenhum paranormal. Por que?
Porque, independentemente de provas, nenhuma será irrefutável para ele. Todo “pseudo-ceticista”, como ele, apenas consegue comprovar que a mediunidade não é um fato científico(fato natural que pode ser deduzido e descrito ou reproduzido físicamente com o controle de variáveis - a física é baseada na “convenção” humana da quantificação. Como pode ser encontrado no livro do apocalípse: “o número da Besta é um número humano”. Não poderia ser diferente, pois o ser humano inventou o “número”. ) Ou seja, a mediunidade, que é um fenômeno que abarca muito mais a consciência e aspectos emocionais, não cientificamente mensuráveis, não podem produzir prova científica, portanto, não podem tirar U$ 1 milhão do bolso do “cético farsante”, que diz não acreditar em nada mas é adorador incontestável da “deusa ciência”.
Em defesa da série (bem estruturada) e, talvéz da inspiradora, Allison Dubois, o psicanalista Carl Gustav Jung já escreveu sobre sonhos premonitórios há um bom tempo. Eu já tive sonhos premonitórios durante um período de minha vida e, estranhamente, apesar dos temas diversos, a estrutura e a forma de interpretação dos sonhos da personagem da série são muito semelhantes à minha experiência, especialmente quando o sonho parece um filme no qual ela é a protagonista.
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