Parece que os produtores de Heroes leram as comparações que fizeram da série com X-Men e resolveram chutar o balde de uma vez. O episódio é um plágio descarado do segundo filme dos mutantes, com algumas pitadas de Matrix, De volta para o Futuro e até uma singela homenagem a Kill Bill. Mas vamos por partes. O salto de cinco anos no futuro tem vários aspectos que merecem ser discutidos.
O capítulo 20 da saga dos heróis começa exatamente onde parou o anterior: Hiro se encontra com seu eu do futuro no terraço. Vemos aí uma das melhores cenas do seriado até hoje, com Hiro com medo de si mesmo. Parece que o bom humor que falta aos fãs xiitas da série sobra aos roteiristas. Menos mal. Enfim, o Hiro do futuro revela que para evitar que a bomba destrua Nova York, Sylar tem que ser morto. Finalmente entendemos que o motivo do “Save the cheerleader, save the world” era para que o vilão não se apoderasse dos poderes regenerativos da adolescente. Não posso deixar de destacar o EXCELENTE desempenho de Masi Oka, que soube construir com perfeição o seu Nakamura from the future.
E então o banana Matt Parkman surge todo machão para deter o japonês, que agora é considerado um terrorista. Mas acaba levando o “eu” do passado. E todo o episódio se desenrola em torno do resgate de Hiro para que ele possa dar cabo de Sylar. Vemos que Peter se tornou um malandrão de Las Vegas e que namora com Nikki. Ela está livre de Jessica, e eu queria saber porque. Também descobrimos que Micah morreu na explosão e D.L foi assassinado por Sylar. Mohinder se tornou conselheiro do presidente Petrelli e Claire trabalha como garçonete e vive em fuga. O haitiano trabalha com Parkman, e Mr. Bennet ajuda os heróis a se refugiarem.
E é aí que o episódio me incomodou: governo contra heróis? Puxa, eu já vi esse filme antes! A sensação de deja vu me acompanhou por todo o episódio. Mohinder trabalha em uma “cura” para os mutantes… ops, heróis. Como não tem sucesso, Nathan decide usar uma tática mais violenta: a morte. Pessoas com poderes são presas e o clima fica pesado no futuro. Eu fiquei o tempo inteiro esperando pela participação especial do Wolverine, mas parece que Hugh Jackman tinha outros compromissos e não pôde gravar. Eu estava desolada até que, no final, se revelou que Nathan estava morto há tempos e que as medidas contra os heróis foram idéia de Sylar. Menos mal.
É óbvio que Hiro vai alcançar seu objetivo, mas gostei de ver uma história menos ingênua em Heroes. O final, com mais um duelo entre Sylar e Peter me empolgou. E os efeitos visuais melhoraram consideravelmente. Vamos ver o que o final da temporada nos reserva.





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1 de Maio de 2007 às 4:46 am
Acho que você se equivocou por completo na comparação com o segundo filme da franquia. Esse episódio pegou pitadas de várias coisas e virou algo bem mais original do que parecia através de spoilers.
E o DL não morre na explosão. Sylar o mata.
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1 de Maio de 2007 às 5:10 am
Voltando, publiquei vários artigos sim. Nada que você entenda, infelizmente, minha área é outra. Só não fica brava não, lost e outros seriados que estão fazendo sucesso, também copiam várias coisas de livros e outros filmes, não tem nada de mau nisto. Já dizia o ditado, que artista que artista não cria, e sim copia.
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1 de Maio de 2007 às 5:28 am
Artigos de matemática?
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1 de Maio de 2007 às 5:47 am
por que teu fraco é matematica???? Pela insistencia achei que era autocontrole
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1 de Maio de 2007 às 6:37 am
Quero Assistirrrrrrrrr
:p
tô atrasadão em Heroes, tenho que me atualizar ^^
t+
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1 de Maio de 2007 às 2:48 pm
Pois é, Gisele. Realmente um episodio que suga muita coisa e acho que o x-men mais plagiado é o primeiro filme mesmo, no inicio quando o Jean Grey discute com o senador sobre as possibilidades e perigos de marcar os mutantes. Mas eu acho que Heroes ta fazendo uma salada até legal de X-men e Watchmen. Vamos ver no que dá o final da temporada.
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1 de Maio de 2007 às 2:49 pm
Equivocada vc..heaueaaeu
Pq escreve sobre o que não acha tão legal…
Acaba se passando em alguns detalhes…
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1 de Maio de 2007 às 4:25 pm
Hélio
Você entendeu o espírito da coisa!
Eu percebi vários elementos no episódio, e não achei isso ruim. Só o filme do X-Men sim, tá muito parecido.
Mas isso não quer dizer que eu não gosto de Heroes, e sim que eu vejo alguns defeitos na trama, coisa que eu vejo até em seriados que eu amo, como Lost.
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1 de Maio de 2007 às 6:00 pm
Não parece com o filme dos X-men em roteiro.
Acho que vocês deverial ler:
Dias de um futuro esquecido -
Programa: Exterminio
E também era de apocalipse (é uma porcaria mas fala de futuros apocalipticos causados por falhas nas dobras temporais)
Quanto as comparações digo que você se equivocou muito nas comparações de enredo e se deteu mais nas poéticas visuais.
Bom uma história não é só visual.
Não são fatos, mas como os fatos ocorrem.
Achei muito pobre e rasa sua crítica também, pois comparar com o segundo filme do X-men é triste.
Aposto que nunca leu nenhum gibi do Claremont.
Agradeço sua liberdade por criticar, passe num sebo e compre uns X-Men das antigas e faça um novo artigo sobre Heroes, acho que embasara melhor sua critica e achara elementos mais similares.
Sabe o Jeph Loeb? Pois é ele era editor da Marvel nessa época.
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1 de Maio de 2007 às 6:04 pm
Opa, Rafael!
Valeu pela dica, mas não sou leitora de HQ’s. Nem sou crítica, sou apenas uma telespectadora dando a minha opinião!
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1 de Maio de 2007 às 9:15 pm
aina nao vi pq minha net tah mais q lesmada neh :S
mas entao, bem q o hugh poderia aparecer neh?!
shaushaushuahsuahsua
bjo gi!
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2 de Maio de 2007 às 2:00 am
Eu discordo dessa conversinha de plágio. A idéia de seriado de heróis é uma coisa que vai inegavelmente trazer semelhanças a produtos já existentes, já que existem mais de 6 bilhões de pessoas no mundo com um número razoável inventando coisas. E super heróis já existem há décadas. Não que seja o caso, mas as chances são ENORMES de alguém que nunca viu um filme ou seriado ou gibi de super herói, inventar um super herói que já existe. Tudo bem, originalidade ZERO, já que tudo já existia, mas o episódio foi muito caprichado, eles encaixaram as peças que tinham de maneira quase perfeita e O MAIS IMPORTANTE (que vergonhosamente os críticos esquecem na hora de escrever suas resenhas): FOI DIVERTIDO PRA CARALHO, FEZ O QUE SE PROPUNHA - ENTRETEU.
Gostaria de deixar registrados meus pesames pela vergonhosa introdução da resenha destacando PLAGIO, ao invés de algo mais positivo como destacar a DIVERSÃO.
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2 de Maio de 2007 às 3:40 am
Comentário genial!
Muita classe… Parabéns, Thomas, que as pessoas aprendam a ter a tua educação, mesmo discordando da minha opinião.
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2 de Maio de 2007 às 7:55 pm
nao gostei da critica
nada a ver
¬¬
plagio é exagero
todos os grandes autores se basearam em algo
tolkien por exemplo
corte meu dedinho se senhor dos aneis nao se baseou em outras obras
¬¬
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4 de Maio de 2007 às 8:15 am
Gis … vc continua exagerando, mas dessa vez algumas coisas estão corretas …
o enredo LEMBRA o do filme sim … mas não passa nem perto de uma copia …
No mais, dessa vez ri mais do q me irritei
kkkkkkkkkkkk
cont. com o excelente trabalho no blog …
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