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Que loucura essa nova temporada, hein? Muita série retornando, e muita coisa estreando. Ontem tomei um puxão de orelha da minha amiga Mariana, que sente falta dos meus comentários azedos por aqui, mas o quê que eu posso fazer se em geral tenho gostado das coisas que eu tenho assistido? Buenas, aqui vão as minhas impressões sobre três séries novas, que estrearam recentemente e consegui assistir em meio a esse turbilhão de coisas para acompanhar. Amanhã faço um “postzão” com os comentários das séries velhas, ok?

Sons of Anarchy - Já faz quase um mês que estreou no FX, mas só consegui conferir agora. A série fala sobre uma gangue de motoqueiros que vive de negócios ilícitos. Na realidade, é a máfia sobre rodas. No começo, não entendi se o protagonista (que é a cara do Heath Ledger) era filho ou enteado do Ron Perlman (Hellboy sem máscara), me perdi no meio de tantas gangues (são os brancos, os negros, os mexicanos) e já estava dando a série como cancelada na minha programação. Mas aí a personagem da Katey Segall cresce tanto, acontecem várias coisas ao mesmo tempo, a edição é tão boa, a resolução é meio chocante… quando o episódio acabou, fiquei estatelada olhando para a tela. Parecia que tinha tomado um soco no estômago. Resumindo: a série é I-M-P-E-R-D-Í-V-E-L. Me fez sentir.

Samurai Girl - Mudando de saco para mala, outra estréia que eu conferi esses dias foi Samurai Girl, da ABC Family. A série é meio tosquinha, os efeitos especiais são baratinhos, a trama é tão batidinha… é tão ruinzinha que chega a ser boa, entendem? Tipo novela, onde a gente consegue imaginar cada coisa que vai acontecer, mas isso te dá uma sensação de conforto tão grande que a experiência de assistir se torna agradável. A série conta a história de Heaven, garota japonesa que vai para os Estados Unidos se casar com um noivo arranjado pelo pai. No dia do casório, um bando de ninjas invade a cerimônia. Depois da bomba de fumaça, eles atiram no pai dela e matam o irmão. A partir daí, ela não confia em ninguém, a não ser no seu mestre de karatê (ou seja lá o que eles lutam). No caminho, ela faz amigos, se envolve em muitas confusões e busca vingança. Ao final dos dois primeiros episódios refleti sobre o que tinha gostado na história: é uma mistura de Karate Kid com os filmes do Van Damme, que eu adorava na infância. E o meu filho de oito anos adorou Samurai Girl, que vai ser agora o nosso programa em família. Mas, atenção, não é imperdível. Não venham reclamar depois.

Merlin - Deixem-me situá-los antes dos comentários: sou fascinada pela lenda do Rei Arthur. Li “As Brumas de Avalon”, a trilogia do Bernard Cronwell e todo e qualquer livro sobre o assunto que caiu na minha mão. Então não pensei duas vezes antes de encomendar ao Paul essa versão da BBC da história. E acreditem, existem muitas. Então nem me incomodei com o fato de Merlin ser mais novo do que Arthur ou de Guinevere ser uma criada de Morgana. Nada me incomodou, achei tudo muito fofo. E, principalmente, bem feito: roteiro envolvente, direção bacana, efeitos visuais caprichados. Vou partir para o segundo episódio JÁ! Imperdível para quem gosta de histórias de fantasia.

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Lançamento bacana para os sériemaníacos: a queridona Fernanda Furquim, que eu tive o prazer de conhecer quando fui a São Paulo, estará autografando amanhã o seu novo livro, “As maravilhosas mulheres das séries de TV”. O evento rola na Livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista, a partir das 19 horas. Apareçam por lá, comprem o livro e mandem um abraço para a Fernanda por mim, ok? Depois que eu ler o livro conto mais a respeito para vocês por aqui, mas tenho certeza que é ótimo. A Fernanda pesquisa o assunto há muito tempo, dá cursos a respeito, comandou uma revista sobre séries nos anos 90, mantém um blog ótimo no ar… enfim, boto fé na moça! Prestigiem!

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Por Vinícius Silva, do Sob a Minha Lente

Depois de um eletrizante início de temporada, Supernatural deixou os fãs respirarem um pouco, até para fazer o efeito de toda aquela história envolvendo Deus, Anjos do Senhor e Fé. A história, dessa vez, foi um pouco mais simples, mas sem perder o foco. Esta tem sido a principal característica da série, desde a temporada passada, quando os episódios deixaram de ser apenas casos isolados, passando a construir uma narrativa. Ainda assim, o final voltou a nos fazer questionar, juntamente com Dean, questões que, às vezes, não queremos acreditar, ou que achamos que nunca devem ter existido.

E com toda essa história de Anjos e Dean sendo salvado por um, o clima não anda nada bom. Os demônios estão ainda mais nervosos, mas também com medo e espantados com o que está acontecendo. Assim, para traduzir o seu ódio em dor, os demônios começaram a matar caçadores por todos os lados. Bobby, Dean e Sam, além de estarem preocupados em dar uma explicação para toda a história do Anjo do Senhor, também precisam contornar a situação caótica que esse mundo está vivendo. Leia o resto deste Post »

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E a série continua no clima de mudanças, será que ainda faz sentido chamá-la Smallville? Metrópolis é o local onde a trama de desenvolve, é lá que vemos Clark em seu primeiro dia de trabalho e a inegável química entre Lois e nosso herói. A senhorita Lane nos faz o favor de mudar as roupas de sempre de Clark por algo mais formal, mais um ponto para a série pela referência de Clark se trocando em uma espécie de cabine telefônica e dizendo: “Uma cabine telefônica não é muito particular”. E particular é algo que não existe na vida de Lois, sempre intrometida, continua demonstrando sua personalidade forte dando muitos palpites.
Como não poderia deixar de ser, Clark já começa em Metrópolis salvando pessoas, é interessante notar que ele finalmente se coloca à disposição dos humanos e ainda deixa claro que estar no Planeta Diário é uma forma de saber de tudo e ajudar mais pessoas. Se esse lado de Clark está se desenvolvendo, ainda falta muita sutileza, como na cena em que Clark arranca o teto do ônibus em plena luz do dia e sem disfarce. Leia o resto deste Post »

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A série estreou a temporada com dois episódios distintos, no lugar de um duplo. Queima de munição à toa. Não era melhor guardar para um momento de hiato? Mas vamos lá.

4×01 – Filme trash
Seth Green é o cara. Envolve-se em vários projetos bacanas, parece conhecer todo mundo do meio artístico e faz participações em seriados que vão de Grey’s Anatomy a My name is Earl. Convidado para abrir a quarta temporada, ele foi o diretor e o astro principal de um filme trash em Camden. Claro que isso serviu de pretexto pra reunir novamento o elenco de coadjuvantes.

Não vou dizer que estava com saudades porque esse foi o quarto episódio seguido da série que eu vejo e já matei a saudade no início dessa minha maratona. Mas é sempre bom ver que o elenco continua afiado e ainda temos várias histórias malucas que podem ser contadas com esse esquema da lista do Earl. Não há limites para o que pode ser feito, ainda mais numa série surreal como essa. Leia o resto deste Post »

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Nem precisava, mas a ABC está investindo pesado na divulgação da segunda temporada da ótima Pushing Daisies. Depois do concurso de tortas, neste mês de setembro um trailer fofíssimo que reproduz o Pie Hole está cruzando os Estados Unidos - e distribuindo tortas! Além disso, rolam concursos com brindes exclusivos, distribuição de balões e muita interação com os fãs da série. A iniciativa colocou no ar um site com várias informações, entre elas algumas receitas das tortas do Ned e as paradas da turnê. O pessoal de Nova York, por exemplo, vai ser surpreendido nesta segunda-feira bem cedinho, no Madison Square Garden. O Mobile Pie Hole também colocou um álbum no Flickr com as fotos, e gentilmente nos autorizou a reproduzir algumas delas por aqui. Vejam e morram de inveja dos gringos! Imagina ganhar uma tortinha do Ned a caminho do trabalho? Enfim, nós não temos tortas, mas temos Pushing Daisies que volta no dia 01 de outubro! Leia o resto deste Post »

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E aí, colegas, estavam com saudades de Grey’s Anatomy? Pois é, eu também. Pena que o retorno não foi tudo aquilo que eu esperava. Foi um episódio bom: teve drama, romance, pegadinhas e algumas tiradas engraçadinhas. Mas faltou alguma coisa, sabe? Faltou arrebatamento. O choque ficou para o momento inicial (não leia - sob hipótese alguma - se não viu o episódio): Meredith vê Derek morrendo após um acidente de carro, mas eis que ela acorda e - aha! - é pegadinha do malandro. Isso não se faz, Shonda Rhimes! Mas ela fez, e várias vezes.

Essa história do sonho de Mer serviu apenas para nos mostrar que, no final das contas, as coisas vão permanecer como antes: a Dr. Grey, a despeito do que possamos ter pensado no final da temporada anterior, não se curou de suas neuroses, e agora tem medo do que o destino vai reservar ao casal. Ela tem medo de casar, tem medo de morar junto, tem medo de ser feliz para sempre e também tem medo de não ser feliz para sempre. Esse papo ao longo de todo um episódio duplo enche o saco, e eu já tinha perdido minha paciência bem antes de Christina. Que, por sua vez, estava muito chateada com a 12ª posição do Seattle Grace em um ranking dos melhores hospitais-escola. Parece que a série deu um giro em torno de si mesma, e parou quase que no mesmo lugar. A boa novidade foi o personagem de Kevin McKidd, por cuja contratação eu estou torcendo fervorosamente. Mas hey, que beijo foi aquele na Christina? A troco de quê? Ok, a personagem precisa de um interesse romântico, mas me pareceu uma maneira deveras precipitada de começar um relacionamento. Mas eu tive um pequeno flash durante o episódio, e espero estar errada: acho que essa é a última temporada da Sandra Oh em Grey’s Anatomy, e acho que ela vai sair junto com o militar.

Falando em relacionamento, que bonitinho a Lexie amando o George em silêncio! E adorei as conversas dela com o Sloan, que vai de FDP a cara gente boa em uma velocidade impressionante. Izzie passou em brancas nuvens, e se não fosse por seu sonho com Denny eu nem a mencionaria por aqui. Não fede, não cheira e já está mais do que na hora de arranjar uma boa história, ou realmente morrer como alguns boatos sugerem. Karev também teve uma participação irrelevante, embora eu tenha achado muito legal aquele lance do seguro médico dos pacientes. Gosto quando ele se envolve assim, e pelo perfil acho que ele é o próximo a ir para a África. Opa, série errada, desculpa.

Quem podia ir para longe é a enfermeira Rose, que agora não consegue controlar a raiva por ter perdido Derek e está insuportável. Inclusive ela foi a responsável pela segunda pegadinha, ao dizer ao médico que estava grávida. O chief também estava chateado por causa do tal ranking, e eu fiquei impressionada ao saber que o resultado influiu no tratamento dos pacientes? Quer dizer que, se um hospital não é o primeiro, perde a preferência dos paramédicos?

Falando em preferência, parece que após o tão falado beijo, Hahn e Callie vão mesmo se tornar um casal. Enfim, o episódio foi apenas uma continuação do season finale passado. O pessoal do Seattle Grace continua vivendo as suas vidinhas, e nós continuamos assistindo, claro. Um episódio bom, mas está longe de ser o melhor de Grey’s Anatomy. E o caso médico? Chato, chato, chato. Espero que melhore.

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Após quase uma semana de atraso, finalmente consegui assistir à brasileiríssima Alice, nova série da HBO. E posso dizer com segurança: toda a ansiedade gerada pela estréia e a pesada campanha de marketing fazem jus ao produto que foi exibido domingo na televisão. Dirigida por dois grandes nomes do cinema brasileiro, a série traz o melhor dos dois mundos: “Na toca do coelho”, o episódio de estréia, tem uma linguagem ágil e uma trama envolvente, que deixa aquela vontade de assistir ao próximo capítulo. Por outro lado, tem um visual deslumbrante e diálogos tipicamente cinematográficos, humanizados - como se aqueles personagens fossem reais. A direção de Alice faz São Paulo parecer realmente o país das maravilhas. E qual é o forasteiro que não se sente meio maravilhado, meio oprimido e meio perdido diante da magnitude da cidade?

Como nem tudo são flores, acho que o elenco deixou um pouco a desejar. Os atores - em sua maioria desconhecidos - obtiveram um resultado meio teatral em suas atuações. Só eu me incomodei com aquele grito da Andréa Horta em plena avenida Paulista? O grito saiu da boca, quando deveria ter saído da alma. Mas esse foi apenas o primeiro episódio, e se a série foi filmada em ordem cronológica o pessoal vai ter tempo de entrar na pele dos seus personagens. Por outro lado, me emocionei profundamente com Regina Braga e com a menina que faz a meio-irmã de Alice. Quando ela chorou no enterro do pai, eu chorei junto.

Quanto à trama, algumas pessoas se mostraram incomodadas com o comportamento de Alice, que caiu na balada e traiu o namorado logo após o enterro do pai. Eu já perdi o meu, e posso dizer que cada um tem a sua maneira de encarar a dor. Alice estava perdida (como assim, ela não sabia o endereço da tia? Isso sim, me incomodou), e deixou a vida lhe levar. Me parece que ela não tinha escolhas naquele momento, mas sim, ela sofreu com a partida daquela pessoa que lhe era próxima, mas distante. Enfim, eu poderia escrever um tratado, mas em resumo posso dizer que fiquei bem feliz com uma série de tamanha qualidade ser produzida aqui. Vou acompanhar os episódios, sem dúvidas, e me deliciar com as aventuras de Alice.

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Eu não fiz o dever de casa e larguei o blog sem os comentários dos últimos três episódios de My name is Earl. Desculpem, é que a temporada passada ainda não terminou aqui em casa e estou vendo tudo beeeem devagar. Aproveitando que a série está de volta, vou passar rápido pelos comentários que faltaram, para me situar na nova temporada e refrescar a memória de quem já viu.

Love OctagonEm “Love Octagon”, o carma deu uma bela volta antes de reunir Earl e Billie. Mas foi até rápido porque, ao final de vinte minutos de episódio, os dois conseguiram driblar o ex-namorado Frank e sua coleira elétrica, Catalina tentando virar lésbica e o maníaco que atropelou Billie e estava forçando um relacionamento com ela. Também descobrimos que o site preferido do Kenny chama-se DILF. E rapidamente o Earl se casou, pela terceira vez com uma mulher que ele mal conhece. Mas não sei não. Casamento antes do fim da temporada não me parece um bom sinal. Será que o carma abençoa?

Girl EarlNo começo de “Girl Earl” parecia que a idéia era fazer de Billie uma versão feminina do cara. Não gostei muito disso e do fato dela também ter uma lista. O legal é que isso foi só pra mostrar como os dois são diferentes. A falta de empenho dela com a lista deixou Earl com raiva, além de outros hábitos irritantes da mulher. Pra salvar o episódio, Earl se meteu em uma competição muito engraçada de empacotamento. Participação especial e mais um papel abobado de Jon Heder. Destaque total para a miss saco na cabeça, desfilando entre um round e outro. No fim, Billie percebeu o quanto a lista e o carma são importantes pro Earl, mas veio com um papo esquisito dele ter que raspar o bigode. Meu protesto fica para o Randy e a Joy, que estão muito apagados nesses episódios.

The CamdenitesLogo meu protesto foi ouvido. O final da terceira temporada foi ótimo, todos os personagens tiveram bons momentos. “The Camdenites” mostrou que um dos itens da lista era que Earl seduziu sete virgens da comunidade Amish, numa cena hilária. O episódio teve muita coisa boa, entre citações e paródia de seriados policiais, aparição de personagens queridos e terror e suspense com a mulher do Earl, agora transformada em Billie, the bitch, a desfazedora de lista. Quando ela jurou perseguir Earl, achei genial terem criado uma antagonista para a série. Pena que depois tudo se resolveu e vamos começar a próxima temporada zerados. Destaque para a ótima trilha sonora do episódio.

E voltamos amanhã com a nova temporada!

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Por Leco Faria

Eu não gosto de basquete. Na verdade, não entendo nada de basquete. Lembro que fui apresentado as noções básicas das aulas de educação física no colégio, mas isso ficou tão pra trás que hoje em dia eu sequer lembro disso. Por isso, há 2 anos, no meio de umas férias do trabalho quando me sugeriram baixar e assistir a um seriado cujo tema era basquete eu fiquei meio ressabiado. Mas fui surpreendido e acabei gostando de One Tree Hill. E, acreditem ou não, apesar de o basquete ser apenas um pano de fundo para as histórias, sempre que um grande jogo de basquete era o tema central dos episódios eu me deliciava.

E por que eu tô falando tudo isso? Porque apesar desse ‘Bridge Over Troubled Water’, o quarto episódio da sexta temporada, não ser um ‘episódio de basquete’, um jogo foi o grande acontecimento dele. Um jogo em homenagem a Q. e a tudo que ele representava para os personagens. E foi realmente emocionante ver que nem sempre vencer o jogo é o mais importante. Realmente os Ravens arrasaram! Nesse meio tempo, durante os preparativos para o jogo, acompanhamos nossos amigos (pq eles são meus amigos sim) levando suas vidas depois de passados oito dias da morte de Q.

Interessante que o roteiro não se prendeu muito no fato de Nathan não aceitar o envolvimento de Deb e Skills. Foi até motivo de piada de todos os personagens e já no final do episódio esse ‘drama’ já estava resolvido. Brooke finalmente se deu conta de que o problema de Victoria não era com ela e sim com o fato de não querer ser mãe. E, acreditem, isso é muito comum. Conheço várias histórias de pais que naõ sabem ser pais. Mas que bom que Brooke sabe que tem uma família. Sam sendo a nova Q. foi meio óbvio e, mais óbvio ainda, Haley tentando ser sua ‘mentora’.

Mas algo que me pareceu repetitivo foi o fato do assunto ‘pai da Peyton’ ter voltado a baila. Isso já tá cansativo, né? Pra mim ficou óbvio que o músico quase famoso lá é o pai. Só resta saber qual familiar dela vai aparecer daqui pra frente pra ela continuar tendo seus dramas. No geral, um episódio mais ou menos para uma temporada mais ou menos. Mas eu já mandei fazer a minha camisa e vou andar com ela por aí:
‘Mark Schwahn - I Believe!’

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Mais uma vez esqueci de desligar o senso crítico antes de assistir ao Brazil’s Next Top Model, e ao final do episódio fiquei com aquela sensação chata de que desperdicei uma hora preciosa da minha vida. Poderia estar lendo um livro, vendo algum episódio de uma série boa qualquer ou lavando louça, que certamente estaria me divertindo mais do que assistindo ao programa. As participantes são chatas, a apresentadora é péssima e até Pazetto e Palomino, os principais ingredientes da receita, estavam totalmente insípidos, incolores e inodoros.

Parecia flashback da última semana: começou com os momentos tensos após a eliminação da última participante, depois as garotas se dedicaram aos rituais de beleza (com direito a grande close no hidratante e no secador de cabelo), para culminar em mais um workshop de desfile. Depois de um jabazão básico do batom da Avon, o desafio: desfilar com três cachorros, parar, fazer carão, passar batom e voltar. A vencedora foi a Priscila, justamente a que eu havia achado mais desengonçada na passarela. O prêmio foi aquele vale-compras de R$ 1.500 da MOB (opa, mais jabá!). Foi tanto jabá neste episódio, que o pessoal da produtora conseguiu comprar um equipamento melhor, e não tivemos problemas de som desta vez. E eles também investiram em umas vinhetinhas com Fernanda Motta e cia chamando para os comerciais. Phyno, não?

A sessão de fotos era com as meninas enroladas em carne, com uma fotógrafa que claramente não queria estar lá, e o resultado foi péssimo. Poucas se saíram bem. Quem fez uma foto lindíssima foi a Malana, e só. Das outras eu nem lembro o nome, de tão insignificantes. A única que me chama atenção, e não por motivos positivos, é a chatinha da Marianna que, depois do fiasco do cabelo na semana passada, agora resolveu falar mal das colegas. Menos, menina, cuide do seu umbigo! Até o júri foi chato, e nem Palomino estava inspirada. Sem suas tiradas habituais, a única coisa que chamou a atenção foi sua linda blusa dourada. Justiça seja feita, a Motta também estava muito bonita com aquele cabelão. A eliminada da semana foi a Flávia Giussani, que parece uma versão descolorida da Samara Felipo. Na boa, nem sei se vou continuar assistindo ao programa…

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Como muitos de vocês puderam ver, passamos por problemas técnicos nesses últimos dias, o que acarretou no atraso da apuração da promoção relâmpago para os quatro anos da estréia de Lost. Sem mais delongas vamos aos vencedores.

Quem levou o primeiro poster, sendo a primeira pessoa a responder corretamente à pergunta “O que Jack viu pendurado numa árvore no primeiro episódio da série?” foi a Liliane Machado. Ela não foi a primeira a responder, mas foi a primeira que acertou. As respostas foram dividas praticamente metade respondendo que Jack viu o piloto no alto da árvore, quando na verdade a resposta certa é o tênis branco de seu pai, Christian Shephard, que foi a resposta da Liliane. Quem vê o piloto já devorado pelo Lostzilla são Kate e Charlie. Ora, que tipo de lostmaníacos são vocês?! Deixaram escapar a chance de levar um poster pra casa porque não se atentaram aos detalhes.

Já o segundo poster, foi por sorteio, realizado no site random.org, e a sortuda foi a Carla, do comentário número 42. Coisas do destino mesmo! Numa promoção de Lost, o número sorteado ser justamente um dos tais números malditos.

Parabéns às ganhadoras! Entraremos em contato com vocês por email, para que nos enviem nome completo e endereço de entrega.

Se você não ganhou dessa vez, pode dar uma fuçada aqui no site da Barewalls, e comprar esse poster de Lost, ou mesmo de outras séries. Recomendo fortemente os de Simpsons! E continue ligado, pois como você sabe, aqui no Blog NaTV sempre estão pintando promoções, com brindes bem bacanas.

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